Acessórios exagerados continuam para o próximo inverno 2010

Grandes e exagerados. Sim, se você acha que a moda de acessórios poderia ser mais minimalista para o próximo inverno, está enganada. Uma passada pelos estandes da quinta edição do Minas Trend Preview, que apresenta as tendência outro-inverno 2010, leva você a um universo em que colares grandes, brilhos, flores e cores mais fechadas fazem a festa. A tendência pôde ser confirmada no primeiro desfile do dia, nesta quarta-feira, em que a princesa Paola de Orleans e Bragança desfilou.

Na apresentação, as meninas entraram com roupas pretas, e cascatas de colares compridos, em que os tons como preto e prata foram os mais vistos. Correntes douradas também apareceram aqui e ali, principalmente enfeitando bolsas, que vêm ainda com aplicações de tachas.

Brilho, correntes à profusão e trabalhos artesanais, como flores de pano e de crochê, com aplicações de cristal prometem enfeitar os colos no próximo inverno. E vale a mistura de texturas, brilhos e intenções. Ou seja, a mulher pode tanto usar um colar só com vários elementos quanto mixar pedras maiores com menores; cores claras e escuras, fosco com brilho. Várias voltas de pedras arredondadas que lembram pérola também valem para a estação mais fria.

Mas se a apresentação mostrou um look só com colares, brincos compridos e várias pulseiras, fica a dica: é efeito de passarela. No dia a dia, é melhor sempre optar por apenas uma peça grande para o visual ficar marcante, mas não “over” demais. 

 

 

 

De :Rosângela Espinossi/Redação Terra

 

 

 

 

Moda Ecológica

Sustentabilidade ambiental, aquecimento global e escassez de recursos naturais são assuntos que não saem dos noticiários de TV e dos jornais. Programas de reciclagem de lixo e reflorestamento de florestas nativas por parte de empresas ecologicamente responsáveis são ações que incentivam os cidadãos a fazerem sua parte. O mundo da moda entrou na onda e desde 2004 investe em tecidos orgânicos e materiais naturais para confecção de bolsas e tênis. e água mineral, se tornam matéria-prima para a confecção de roupas ‘verdes’ descoladas e naturais. Pneus se tornam sandálias e chinelos extremamente confortáveis e duráveis.

A partir de algodão orgânico, ou seja, material extraído de plantas cultivadas sem o uso de agrotóxicos e outros fertilizantes artificiais, é possível fazer blusas, calças e bolsas de tecido natural, fácil de ser reciclado.

Campanhas de ONGs pedem que se use menos sacolas plásticas quando for ao supermercado: basta comprar bolsas de lona ou tecido, que podem ser reaproveitadas. Percebendo esse nicho de mercado, as grandes grifes lançaram modelos bonitos e charmosos de bolsas ecológicas.

As garrafas pet, usadas para armazenamento de refrigerantes, sucos

 

 

Por:  Isabelle Lindote/para o site Bem Leve

 

 

 

 

“Segunda mão” está na moda

Grifes européias aderem ao conceito de sustentabilidade e abrem as primeiras lojas onde se pode vender e comprar peças usadas da própria marca. O cliente economiza e sai com a consciência limpa. É vida nova para a roupa velha. No Brasil, essa moda ainda não pegou, mas os brechós virtuais se alastram

O imediatismo e as mudanças rápidas estão cada vez mais freqüentes no mundo da moda. Em poucas semanas há uma nova coleção nas prateleiras: a cliente nem curtiu ainda a compra do mês passado e já há mais novidades para consumir. Mas essa característica passageira e descartável é custosa não só para o consumidor, como também para o meio ambiente.

Um exemplo disso é a quantidade de roupas descartadas nos Estados Unidos, sem dúvida nenhuma, um dos países mais consumistas do mundo. Segundo dados da EPA Agência de Proteção ao Meio Ambiente, só em 2007, foram jogadas fora quase 7 mil toneladas de roupas e sapatos. Na década de 80, eram pouco mais de 2 mil toneladas. Do que é descartado atualmente, apenas cerca de 15% é recuperado para reciclagem. Ainda em 2007, os americanos colocaram no lixo 900 mil toneladas de toalhas, lençóis e fronhas.

A indústria têxtil é considerada uma das maiores economias do mundo, dada sua intensa atividade. Usa, como matérias-primas básicas, fibras naturais (lã, seda, linho, algodão) e artificiais (acrílico, poliamida, poliester, elastano, lycra). As últimas, feitas de petroquímicos, são mais baratas e práticas. Mas, infelizmente, mais poluentes durante o processo de produção e, também, porque levam anos para serem recicladas (o nylon, por exemplo, precisa de 30 a 40 anos para se decompor).

Um estudo da Universidade de Bangalore, na Índia, acompanhou todos os processos de produção de uma roupa e mostrou como ele é poluente tanto para o ar como para a água. As etapas de tingimento e impressão utilizam muita água e químicos e emitem uma enorme quantidade de agentes voláteis na atmosfera, particularmente tóxicos para nossa saúde.

Gradualmente, nos últimos anos, a indústria têxtil tem investido em pesquisas para diminuir o impacto ambiental de sua produção e também encontrar novas soluções, como o uso de tecidos e fibras que durem por um tempo maior e sejam produzidas de forma mais natural.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO
Mas não basta a indústria investir em novos padrões, se o varejo e o consumidor final também não estiverem antenados com a necessidade de mudança. Tecidos, como o algodão biológico, por exemplo, ainda custam caro, se comparados às matérias-primas tradicionais.

Mas é da Suécia o exemplo que pode minimizar a culpa do mundo fashion. Várias marcas decidiram abrir lojas de segunda mão – Second Hand Stores. A marca de sportswear Filippa K  inaugurou a sua, em Estocolmo, no ano passado. Nela, o cliente pode vender peças de coleções antigas (que obviamente são avaliadas e tem o preço estipulado pela loja) ou, então, levar uma roupa da marca – usada ou muitas vezes, quase nova – para casa. “Foi muito legal abrir uma loja com essa proposta. Ficamos orgulhosos de poder trabalhar com sustentabilidade de uma nova maneira”, afirma Filippa Knutsson, fundadora e sócia da marca. A reação dos clientes tem sido muito positiva. “Eles veem a loja como um lugar onde se pode tomar decisões conscientes tanto ambiental como economicamente”.

 

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Filippa Knutsson, fundadora e sócia da Filippa K, gosta da ideia de trabalhar com sustentabilidade de uma nova forma, através de seu negócio

E não é de agora que a Filippa K se envolve com questões ambientais. Apóia várias ações do WWF-World Wildlife Fund e tem um código de conduta bastante rígido com fornecedores com base em direitos humanos. Além disso, produz coleções contemporâneas e com qualidade para durar com o passar do tempo. Agora, com a Second Hand, o objetivo é lembrar que antigo não é necessariamente fora de moda. A grife, que tem lojas em várias cidades da Europa, Estados Unidos, Rússia, Japão e Austrália, não descarta a possibilidade de abrir outra Second Hand Store no futuro.
A também sueca Boomerang, que tem outras filiais na Escandinávia (Finlândia, Noruega e Dinamarca), sempre investiu na chamada moda Preppy, menos esportiva que a americana e menos formal que a britânica. São roupas casuais, confortáveis, modernas, mas duráveis. E foi com base no comportamento, ou melhor, no tempo de vida das roupas infantis que a marca apostou na venda das roupas usadas. “As crianças crescem tão rápido que, muitas vezes, as roupas perdidas ainda estão praticamente novas. Com a nova loja, a nossa roupa ainda tem muito mais vida pela frente”, diz Catti Unenge, diretora criativa da Boomerang.

O cliente da grife pode levar as peças antigas até a loja e ganhar um desconto de 10% na próxima compra ou, então, doar esse valor para instituições de caridade. A roupa usada é lavada, reformada (se necessário) e vendida como second hand. A iniciativa fez tanto sucesso que a Boomerang decidiu ampliar a novidade para toda a linha, não somente a infantil. Roupas masculinas e femininas usadas também podem ser “devolvidas” nas lojas. “Futuramente queremos ter um espaço para roupas usadas em todas as nossas lojas”, revela Catti.

As peças entregues na Boomerang, mas que não estão mais em condições para serem reutilizadas não vão para o lixo. São reaproveitadas como matéria-prima em artigos para casa e decoração, como colchas, tapetes e toalhinhas de mesa e cozinha.

Reciclagem também é a palavra-chave na Acne Studios. O projeto chamado Acne Archive (Arquivo da Acne) transforma peças de antigas coleções, usadas em desfiles ou showrooms ou, ainda, algumas que nem chegaram nas lojas. Todas são vendidas a preços mais baixos. Na abertura da loja em Estocolmo, havia fila de clientes esperando para garimpar algum achado da marca. Para o diretor criativo da Acne Studios, Jonny Johansson, “é maravilhoso saber que essas peças estão ganhando vida nova”.

BRECHÓS VIRTUAIS
Infelizmente, parece que a onda das lojas de marca que vendem peças de segunda mão se restringe à Suécia. No resto do mundo, ainda proliferam-se as lojas multimarcas ou os outlets, que vendem por preço mais barato roupas ou produtos de coleções passadas das grandes grifes. Mas tudo novo, sem uso.
Fora isso, uma febre está tomando conta da internet: os brechós online. A maioria deles, sem dúvida nenhuma, é liderada por pessoas que querem ganhar algum dinheiro vendendo roupas antigas ou se desfazer do velho guarda-roupa para ir às compras novamente.

 

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Com o blog “O que é meu pode ser seu”, a carioca Fernanda Vieira vende não só suas roupas usadas, como também da avó, mãe, irmã e amigas

Mas, no meio desse gigante mundo virtual, há também gente preocupada com a questão do consumo excessivo. A médica carioca Fernanda Vieira, de 26 anos, decidiu criar o site  ”O que é meu pode ser seu”

no ano passado. Estava sem receber salário há três meses e o dinheiro das vendas ajudava um pouco no orçamento. Com o tempo, as coisas melhoraram e o brechó virou um hobbie.
Além das roupas da própria Fernanda, doações da mãe, da avó, da irmã e das amigas aparecem na vitrine da loja virtual. “Uma das coisas mais maravilhosas dos brechós é que, quando se compra roupa usada, não se está pagando por uma nova confecção, que requer nova matéria-prima e mais impacto no meio ambiente. O que fazemos é dar longa vida ao que já foi produzido, poupando um pouquinho o ecossistema”, comenta Fernanda.

O blog “Enjoei” foi criado em abril deste ano e já tem cerca de 2.500 acessos diários. Ideia de um grupo de amigos, tem layout produzido e texto divertido, bem-humorado. Vende e compra roupas e sapatos. Com o crescimento do site, a equipe já pensa em abrir um espaço – que chamará “Quero doar” – para dar dicas aos clientes que queiram repassar suas peças antigas para instituições de caridade. Esta é a hora e a vez das roupas usadas!

 

 

Por: Suzana Camargo, da Suiça – Edição: Mônica Nunes  para o site Planeta Sustentável

 

 

 

 

Aposte no coral entre os tons para o verão

O verão nas coleções brasileiras e americanas será bem colorido, segundo os desfiles da última temporada. Em Milão, algumas cores também desfilaram, e em Paris, tons mais vivos são exceção. Mas o coral aparece em coleções de todas as capitais, confirmando-se como uma das tonalidades mais importantes do verão 2010. “É a grande tendência da próxima temporada do Hemisfério Norte. Por aqui já dá sinais, e será mais forte ainda na próxima estação”, disse o stylist Rodrigo Grunfeld.

Carolina Herrera, Donna Karan, Oscar de La Renta são alguns que apostam em peças no tom, que também aparece nas coleções das marcas brasileiras Osklen, Iódice, Gloria Coelho, Carlos Miele, entre outras.

“Estamos sob grande influência marinha, de onde criadores se inspiram para trazer as belezas das profundezas do mar para a moda”, afirmou Rodrigo. “Além do coral, também aparecem paetês que remetem a escamas, nervuras e barbatanas nos tecidos, em alusão às peles dos peixes”, completou ele que é o editor de moda da revista Vanity Fair Italiana, no Brasil.

O tom que fica entre o rosa e o vermelho permite combinações diversas. “Acho que é forte e marcante e que se tem a liberdade de usá-lo como quiser. Coral e cinza é o que há de mais sofisticado” diz o profissional que ainda enumera outras misturas preferidas: com azul-marinho, com branco e com preto.

 

Carlos Miele investiu na cor em sua última coleção apresentada em Nova York

 

 

Fonte: www.terra.com.br/moda

 

 

 

 

 

 

 

Reduzir, reutilizar, reciclar

Uma pessoa produz 1,5 kg de lixo por dia. Para baixar esse índice, reduza, reutilize e recicle.

Embalagens, copinhos de café, sacolas plásticas e restos de alimento são apenas parte dos rastros que deixamos para trás todos os dias. O peso, para o qual ainda estamos longe de encontrar a solução definitiva, recai sobre o planeta: cada pessoa produz em média 1,5 kg de resíduos por dia. Essa engrenagem é,parcialmente, movida pelo desejo. Compramos, consumimos e descartamos em ritmo frenético.

A dica, portanto, é dar preferência a produtos de vida longa, um dos princípios do ecodesign. A prática dos três Rs – reduzir a quantidade de resíduos, reutilizar materiais e reciclar por meio da coleta seletiva – é a melhor maneira de diminuir o impactodo seu lixo na natureza.

E OS ORGÂNICOS?
Restos de comida, folhas e podas de jardim. Nas cidades, o lixo orgânico representa até 60% do total de resíduos. Esse número reflete um desperdício: no Brasil, um terço dos alimentos vai para o lixo. Planejar as compras e aproveitar sobras em sopas, bolinhos e geleias são bons caminhos para combatê-lo.

Trituradores de lixo não são recomendados, pois obstruem a rede de esgotos, aumentam a carga orgânica e contribuem para a poluição da água nas cidades onde o esgoto não é tratado. Sem falar no aumento no consumo de energia. Prefira a compostagem (transformação do lixo orgânico em adubo), que pode ser adotada até em apartamentos.

 

Plástico, papel, metal e vidro entram na lista dos recicláveis. Em casa não é preciso colocar cada grupo em um cesto, basta separá-los do lixo orgânico. Remova restos de comida, procure compactar as embalagens e evite quebrar os vidros.

 

 

 

 

Matéria do site Planeta Sustentável (www.planetasustentavel.abril.com.br)

 

 

 

Aprenda a escolher o sutiã ideal para seu corpo

Comprar lingerie é tarefa tão importante quanto escolher a roupa certa para seu tipo de corpo. Uma peça apertada e desconfortável pode até arruinar o look. E é o que acontece com frequência segundo a marca de lingerie Liz, que desde 2007 realiza o projeto Fit Sense – que acontece neste mês em São Paulo.
 

Trata-se de uma consultoria de tamanhos corretos de sutiã e que já analisou o biótipo de mais de 9 mil mulheres em todo o país. “Mais de 80% das mulheres usam peças inadequadas”, disse Ligia Buonamici Costa, diretora de marketing e de desenvolvimento de produtos da empresa paulista.

O principal erro está em verificar se a peça serviu apenas no seio, sem levar em consideração a medida das costas. “A brasileira em geral tem as costas mais estreitas do que os seios”, afirmou Ligia. Veja os principais erros cometidos pelas mulheres ao escolher um sutiã e as dicas da especialista para acertar na compra.

Verificar apenas se o bojo serviu
Problema: Em geral, o sutiã acaba ficando largo nas costas e perde sustentação. Como a mulher se sente sem apoio, acaba transferindo a sustentação para os ombros, pois encurta as alças. Aí, o sutiã sobe nas costas e perde sua função em até 90%, além do que os seios podem escapar por baixo.
Solução: O sutiã deve ficar perfeito no bojo e também na largura das costas, nem solto nem apertado demais. Para garantir que irá comprar as peças certas, não há outra solução que não experimentar.

Comprar sutiã com bojo menor do que os seios
Problema: Segundo Ligia, é uma falsa crença que assim dará mais sustentação. “Atrapalha no visual, pois aperta o seio, ele pode sair por cima ou até pelas axilas, eliminando a elegância. Uma lingerie errada realça gordura nas costas, deixa o bojo marcado”, afirmou.
Solução: Compre sutiã com bojo adequado ao seu tamanhos de seios.

Não escolher o estilo correto para seu tipo de seio
Problema: Além do tamanho, a modelagem, o tipo de tecido, a localização do enchimento, tudo interfere no resultado. Segundo Ligia, são mais de 70 tipos de seios, como espalhado, junto, volumoso, pequeno, separado… “Se a mulher já tem o seio junto e compra um modelo push-up fica com aquele colo tipo bundinha que não é nada elegante.”
Solução: Procurar lojas nas quais as vendedoras possam auxiliar na compra do modelo mais adequado.

Não levar em consideração as mudanças do corpo
Problema: “As pessoas engordam, emagrecem, acontecem mudanças com o passar do tempo, como gravidez. É preciso procurar os modelos ideais de lingerie a cada fase do corpo”, disse Ligia.
Solução: Assim como compramos roupas adequadas a mudanças do corpo, o mesmo deveria ser feito com a lingerie.

 

Por: Michelle Achkar/Redação Terra

 

 

 

 

Minis, shorts e vestidos são destaque na Semana de Moda de Paris

 Desfiles do mais alto nível, como o de Karl Lagerfeld, Ungaro fizeram hoje vibrar o universo da moda em Paris.


Para o lançamento das coleções Prêt-à-Porter para a primavera-verão 2010 a escolhida da Ungaro foi a modista espanhola Estrella Archs e a atriz e cantora americana Lindsay Lohan.


Morena e usando um vestido preto, a diretora artística da empresa saiu para receber os aplausos do público ao fim do desfile.


De mãos dadas com a nova conselheira artística da Ungaro, Lindsay Lohan, que vestia branco.


As duas estavam com os longos cabelos soltos levemente ondulados, em contraste com os rabos de cavalo das manequins.


A combinação de minis com sapatos de salto alto estavam em perfeita harmonia com a coleção que acabavam de apresentar, juvenil, audaz, composta de minissaias, minivestidos, miniboleros, sempre sobre saltos.


Rosas, fúcsias, azuis, turquesas, brancos e pretos, os conjuntos Arch-Ungaro-Lohan foram antes de tudo monocolores ou bicolores, com alguns raros impressos rajados e com corações.


O coração estará bem presente na futura primavera-verão Ungaro.


Mais matinal, Kar Lagerfeld abriu o desfile com uma coleção inspirada nos jardins das Tullerías, em um protesto contra o uso de pele e os massacres de animais indefesos.


Na coleção shorts, largos e estruturados, e as minis, além de minivestidos brancos, pretos e cinzas.


Com o genial septuagenário Karl Lagerfeld o verão 2010 ganhará tons metálicos transformando vestidos – sempre curtos – em joias prateadas.

 

Por EFE/G1.com

 

 

 

 

A nova moda

Saiba como fazer escolhas conscientes: descubra maneiras de reaproveitar suas roupas e cubra-se de atitude

 

Estilistas, fashionistas e especialistas de todo o globo apontam a última tendência da moda: a ausência de tendências. É que não houve nenhuma época como esta, onde você tem tudo-ao-mesmo-tempo-agora no quesito estilo de roupas – basta sair nas ruas para comprovar. Modelitos de outras épocas misturam-se a novos tecidos, cortes, modismos. Estabelecer um padrão virou demodê. Mesmo que a cada temporada algumas peças fiquem em evidência, o mercado do vestuário, em constante renovação, faz com que seja impossível seguir modelos como antigamente. Mais do que nunca, a moda é uma forma de expressão individual. E a indústria fashion, que dita os costumes, começa a buscar refências naquilo que as pessoas comuns estão usando. Não é para menos que o blog de moda mais cool do momento é o do publicitário americano Scott Schuman. Ele trabalhou por 15 anos com moda e percebeu um descompasso entre o que vendia e o que as pessoas usavam na vida real. Passou a fotografar o que americanos, italianos e franceses vestem no dia-a-dia, deixando as fotos comentadas em seu blog. “Vejo pessoas nas ruas com estilo próprio e acho mais inspiradores e interessantes que os modelos dos desfiles”, diz ele, que mantém o blog “The Sartorialist” na rede. Se dentro da gama do que é oferecido nas lojas você faz um recorte e escolhe aquilo que o representa, a moda ganha um sentido maior. “O estilo é uma escolha pessoal. A moda passa. O estilo permanece”, afirma Glória Kalil em seu livro “Chic – Um Guia Básico de Moda e Estilo”. A consultora de moda diz que estilo é aquilo que respeita sua personalidade. É o seu modo de dizer ao mundo “eu sou singular”, mesmo quando a roupa é necessária para mostrar que você faz parte de um grupo. E diz mais: quem tem estilo adota uma atitude sustentável, porque faz escolhas de forma consciente e não se deixa virar escravo da moda. Parece brincadeira de criança: as opções são muitas, mas é você quem faz a sua moda. Divirta-se!

 

 

Por Márcia Bindo para Planeta Sustentável
Revista Vida Simples - 08/2007

Versace investe no mundo virtual

Donatella Versace está empenhada em ampliar o império da empresa Gianni Versace SpA. Para incrementar a comunicação com seus consumidores, a marca Versace agora está no Twitter e no Facebook.

A empresa tem anunciado investimentos para chacoalhar a imagem da marca, desde o relançamento de sua segunda marca Versus , como a contratação de novos executivos.

Os eventos da grife em todo o mundo e as novidades sobre as coleções podem ser acompanhados minuto a minuto via Twitter e no Facebook será possível assistir aos desfiles das marcas Versace e Versus, ambos na Semana de Moda de Milão – o primeiro no dia 25 e o da Versus, no domingo, dia 27 de setembro.

No site de relacionamento, a marca também disponibiliza galeria com imagens das coleções, campanhas e celebridades usando as roupas da grife.

Além do investimento em novos canais de relacionamento, a empresa Gianni Versace SpA tem investido na renovação de seu time de executivos, vindos principalmente de sua rival Jil Sander. Nos últimos meses, Marc Duhm assumiu como diretor de atacado, Gian Giacomo Ferraris como CEO do grupo e Michele Sodi o cargo de CEO da marca nos Estados Unidos. 

 

Por: Michelle Achkar/Terra Moda

 

 

 

 

 

Maiôs irreverentes conquistam um lugar ao sol na próxima estação

As peças únicas ganharam nova repaginação, inspiração oitentinha e com toda a certeza, ganharam força para disputar com os biquínis as areias das praias brasileiras no próximo verão. Mais comportados, os maiôs, que antigamente eram usados por mulheres que não estavam muito bem com o espelho, passaram ao status de elegância e sofisticação. Para o verão 2010, estilistas apostaram em estampas, gráficos, cortes assimétricos e cores fluorescentes. Os modelos tomara-que-caia, peças com amarrações no pescoço e estilo navy serão os grandes hits.

 

 O maiô branco é sinônimo de estilo e sofisticação

 

A grande conquista (ou vingança!) da peça única é justamente sua integração não só com a moda praia. Os modelos mais elaborados já fazem parte do guarda-roupa das mulheres mais estilosas que usam e abusam da peça em seus figurinos diários. “Na minha coleção, o maiô é realmente uma peça para ser usado na produção de moda com calças, coletes, camisas abertas e também para a noite”, diz Larissa Minatto, estilista da marca homônima.

Para ficar por dentro do que será usado tanto nas praias como nos calçadões, a modelo Isadora Campos, da agência Joy, participa de um editorial glamuroso na suíte presidencial do Tivoli Mofarrej Hotel, em São Paulo. Veja o modelo que mais combina com você e inspire nas atitudes calorosas para o verão.

 

Por: Lika Rodrol / Redação Terra

 

 

 

FRANCAL – 41ª FEIRA INTERNACIONAL DE CALÇADOS, ACESSÓRIOS DE MODA, MÁQUINAS E COMPONENTES

Maior feira de moda e negócios do setor em toda América Latina, a FRANCAL é o evento mais importante do ano para os fabricantes brasileiros junto ao mercado interno e o melhor cenário para as relações comerciais com o mercado internacional.

Consolidada como a mais internacional feira do continente americano destes segmentos, pelo grande volume de compradores internacionais que vem ao Brasil em busca de qualidade e do design brasileiro.

Promoção/Organização:
FRANCAL FEIRAS

Apoio:
ABICALÇADOS – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados
ABLAC – Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados

Periodicidade: Anual

Ingresso: A feira tem caráter profissional, é aberta somente a profissionais do setor como Lojistas, Importadores, Industriais, Empresários, Representantes Comerciais, Estilistas e outros mediante compravação de atividade por meio de CNPJ e CPF.
O ingresso é gratuito, com convite ou credenciamento antecipado pelo site.
Não é permitido o ingresso a menores de 14 anos, mesmo acompanhados.

Área Total de Exposição: 82 mil m²
Área de Estandes: 49.700 m²

Produtos apresentados: calçados masculinos, femininos e infantis, artigos esportivos, acessórios em couro, bijuterias, artigos de viagem, matérias primas e equipamentos para o setor de calçados.

 

ONDE ACONTECE:       PARQUE DO ANHEMBI

ENDEREÇO
Av. Olavo Fontoura, 1209
Santana – CEP: 02012-021
São Paulo – SP – Brasil

 

QUANDO:

14 a 17 de Julho de 2009.  

Das 10 às 20:00 hrs (14 a 16) e das 10 às 17:00 (dia 17)

 

 

Tops desfilam biquínis da Água de Coco

Estilista Liana Thomaz mostrou drapeados e mangas assimétricas.
Peças com tiras de crochê também foram destaques da coleção.

As cores da Tailândia pintaram a coleção de verão 2010 da grife Água de Coco, que desfilou na tarde desta sexta (19) na São Paulo Fashion Week. Em um desfile repleto de drapeados – e muito elogiada pelos especialistas, aliás – a estilista Liana Thomaz abusou dos recortes assimétricos, ombros cobertos e diversos tipos de calcinhas.

A estilista Liana Thomaz, da Água de Coco, mostrou drapeados e mangas assimétricas no desfile desta sexta na Bienal. (Foto: Daigo Oliva / G1)

 

Assim como na coleção da Cia. Marítima, apresentada na noite de quinta (18), a Água de Coco também mostrou a sua versão da bermuda tipo sarouel, bem larguinha – e que promete fazer sucesso nas praias da vida real.

 

Em uma temporada aparentemente comportada, em que o tamanho das calcinhas dos biquínis parece ter aumentado, a grife apostou nas variações, das menores ao modelo sunkine, que cobre mais o quadril e a cintura.

 

Outro destaque foi a tira de crochê aplicada sobre algumas peças. O detalhe deu um ar mais “desencanado” aos modelos – opção diferente para quem não faz muita questão de exaltar ”ar de rica” que marca toda a coleção.

 

Fonte: Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

 

 

 

 

 

Maratona fashion paulistana termina em clima de Bollywood

Bailarinos tomaram conta da Bienal, como no final dos filmes indianos.
André Lima fez o último desfile da temporada, com mulheres-sereias.

moda francesa serviu de inspiração, mas foi em clima de Bollywood que terminou a temporada do verão 2010 da SPFW, nesta segunda-feira (22). Ao final do desfile do estilista André Lima, o último desta edição, pessoas que andavam incógnitas pelo prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, começaram a dançar uma coreografia ensaiada ao som comandado por um DJ estratégicamente colocado no pátio central.

O corpo de baile ‘bollywoodiano’ que encerrou a SPFW. (Foto: Daigo Oliva/G1)

A ação-surpresa neste último dia da maratona fashion paulistana lembrou o final de filmes do cinema indiano, como “Quem quer ser um milionário”, o ganhador do Oscar. Ao terminar a coreografia, o corpo de bailarinos continuou circulando entre o público, como se nada tivesse acontecido.el.

O climax desta Bollywood franco-brasileira foi o desfile teatral de André Lima. O estilista colocou na passarela vestidos-sereia com caudas longas se arrastando pelo chão e estampas cheias de grafismos. Mais anos 80, impossível.

 

Vestido com cauda da coleção de André Lima, que fechou a temporada do verão 2010 da SPFW. (Foto: Flavio Moraes/G1)
 

 

Fonte: Dolores Orosco Do G1, em São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

SPFW começa hoje homenageando a moda francesa

Os desfiles da São Paulo Fashion Week (SPFW) começam hoje, a partir das 15 horas, no prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, zona sul da cidade. A 27ª edição da SPFW, que vai até segunda-feira, traz as coleções primavera-verão de 40 grifes, que devem homenagear a moda francesa. O tema do evento, “Passion-Paixão”, dá continuidade às comemorações do Ano da França no Brasil.

Os modelos Gisele Bündchen e Jesus Luz – o suposto namorado da cantora Madonna- desfilam hoje, com exclusividade, para a marca Colcci, às 21h30. Antes, porém, a grife Osklen abre a maratona de desfiles do dia, às 15h, seguida pela Priscila Darolt, V.Rom, Paola Robba e, às 20h15, a Uma, de Raquel Davidowicz. Amanhã, a Iódice abre o dia, seguida por Maria Bonita, Alexandre Herchcovitch, Cori, Forum Tufi Duek, Huis Clos e a Cia Marítima encerra os desfiles.

De acordo com estimativas do Observatório do Turismo de São Paulo, a semana de moda paulistana deverá atrair cerca de 38 mil turistas, que movimentarão aproximadamente R$ 85 milhões na economia da cidade. E mesmo em tempos de crise financeira, esta edição da SPFW é a que tem o maior investimento desde a sua primeira apresentação, segundo afirmou o criador e diretor do evento, Paulo Borges.

 

 

Fonte: Agência Estado

 

 

 

 

Coleção SIMPLS by Puket Inverno 2009

Feminina e ultra moderna, SIMPLS reúne que une jovialidade e o conforto num calçado único.

A primeira Coleção de Inverno SIMPLS by Puket propõe um andar feliz, com conforto e praticidade, sem abrir mão do seu próprio estilo. Este é o objetivo da marca de calçados femininos SIMPLS, que juntamente com a PUKET – marca líder no mercado de meias soquetes, responsável pela venda de 12 milhões de pares por ano – integram o Grupo IMB Têxtil, atuante no mercado há 20 anos.

A Coleção Outono Inverno 2009, que será lançada na próxima edição da Couromoda, além dos Best Sellers da primeira coleção, apresenta uma variedade de cores e estampas dentro das principais tendências da estação para atender todos os “Looks” deste inverno.

Este novo conceito de calçado, que estreou no mercado ano passado, foi idealizado para a mulher contemporânea que busca estilo e conforto em calçados excepcionalmente práticos. SIMPLS by Puket, portanto, é um novo calçado feminino que une o conforto do tênis com a versatilidade da meia. “Dá até pra carregar na bolsa!”, diz a gerente de produto Cris Caji.

“SIMPLS by Puket surgiu a partir de pesquisas que comprovaram a possibilidade de se adequar diferentes matérias-primas, unindo a expertise em design, cores e irreverência das meias PUKET à tecnologia dos novos solados, leves e flexíveis, idealizados para as SIMPLS. Desta forma, foi possível oferecer uma proposta totalmente inédita para os nossos consumidores”, explica Padula, diretor comercial da IMB Têxtil.

SIMPLS by Puket no mercado nacional e internacional – “No segundo semestre de 2008, após o lançamento da 1ª coleção, comercializamos aproximadamente 200 mil pares do Simpls, o que equivale a aproximadamente 7 milhões de reais”, conta Padula.

O calçado ganhou projeção nacional e internacional: hoje, além das 55 franquias Puket que comercializam SIMPLS, o produto é encontrado em mais de mil clientes multimarcas de todo o Brasil. O SIMPLS conquistou também espaços em importantes shoppings do Brasil. Já existem quiosques exclusivos da linha SIMPLS nos Shoppings Tamboré e Eldorado em São Paulo; Praia de Belas em Porto Alegre; Tijuca, Plaza Niterói, Rio Designer Barra e Rio Sul no Rio de Janeiro.

O SIMPLS by Puket conquistou também o público europeu: o calçado feminino é vendido em 20 lojas de uma das principais cadeias da Europa, o “El Corte Inglês”. A linha SIMPLS também esta sendo exportada para Itália, França Portugal, Espanha, Equador, Uruguai, Venezuela e Argentina.

“Em 2009, esperamos dobrar os números de produção e vendas ampliando o número de quiosques e o numero de clientes no Brasil. Também estamos trabalhando para aumentar as exportações além das novas linhas de produto do SIMPLS que estão com o lançamento previsto para 2009, aumentando a família de produtos”, completa Padula.

Produtos – SIMPLS by Puket – Ultra moderna, SIMPLS by Puket oferece quatro diferentes linhas: Dolls, Collors, Candy e Lace – cada uma com seu estilo, estampas e cartela de cores, o que possibilita uma infinidade de combinações. Seja romântica, esportista, básica, fashion ou de qualquer outro estilo, as quatro linhas SIMPLS by Puket tem uma sapatilha que é a sua cara!

Linha Colors – Do básico branco e preto, aos coloridos azul calcinha, azul marinho, pink e vermelho, a linha Colors SIMPLS by Puket é ideal para mulheres práticas que apreciam diferentes estilos, do esportivo ao casual. Peça coringa para qualquer look, tem solado branco e é ideal para o dia e para a noite.

Linha Dolls – Na linha Dolls SIMPLS by Puket, o tradicional navy, em azul, branco e vermelho é a grande novidade da coleção, que apresenta também sua versão em xadrez nos tons de cinza e preto. O pink com estampa de onça e solado dourado e o rosa com detalhes em petit pous também são as combinações que a linha Dolls SIMPLS by Puket oferece para garotas antenadas em moda e estilo.

Linha Candy – Irreverente, a linha Candy SIMPLS by Puket traz a liberdade das estampas inspiradas no floral do outono-inverno. O vermelho intenso aparece em doces pitadas das cerejas e a oncinha ganha graça e feminilidade mixada ao pink. No peito do pé, o elástico aparece em “x” e os solados, em branco e pink. Lindos!

Linha Lace – Com muito charme a linha Lace SIMPLS by Puket traz um diferencial: no tornozelo, um delicado elástico que abraça o pé e nos detalhes da sapatilha, lacinhos compõem o look moderno e romântico da linha. Estampas camufladas, listradas ou em petit pois dão mais personalidade os pés de quem usa!

A SIMPLS by Puket será vendida com exclusividade para multimarcas e rede de franquias Puket com valor sugerido ao consumidor final de R$69,90 e grade que vai do número 34 ao 39.

 

Por: Portal Fator Brasil/2009

Moda Ecológica

Os produtos amigos do meio ambiente ainda são uma minoria na indústria, mas a pelo menos dois anos, houveram sinais na Alemanha de que os consumidores estavam preparados para pagar mais por produtos amigos do meio ambiente, como, por exemplo, calçados fabricados com couro vegetal. Essa é uma tendência de longo prazo, que será a preferência de consumidores de países desenvolvidos. Não substituirá couro ou sintético (fabricados com materiais não biodegradáveis da indústria petroquímica), já que as fazendas ecológicas ainda são em número pequeno.

 

Um bom exemplo disso foi em 1980, quando a Volkswagen produziu muitos modelos recicláveis. Também foram produzidos pela IBM computadores amigos do meio ambiente com componentes biodegradáveis. O exemplo destas duas indústrias parecem ter sido esquecido, mas os problemas causados ao meio ambiente, quando os bens são descartados, ainda existem.

 

A diferença entre carros, computadores e moda ecológica começa por grandes corporações. Cora Jacobs, por exemplo, trabalha com fazendeiros locais das Filipinas; Diseños Máxima Duda trabalha com tribos indígenas Waroa e Wayuu da Venezuela e Conserve trabalha com colaboradores locais, que coletam sacolas plásticas nos lixos. São trabalhos que envolvem pessoas pobres, que podem se beneficiar da preparação e coleta de recursos naturais onde vivem, seja na floresta ou em cidades urbanas.

 

Isso implica em responsabilidade social, estratégias para desenvolvimento local e pelo menos, diminuição da pobreza a médio prazo. Também não podemos esquecer da importância da preservação das culturas milenares indígenas, que estão sendo ameaçadas por desenvolvimentos tecnológicos e diminuição de seus habitats naturais, já que a população mundial deverá chegar a 9 bilhões em 2050.

 

Além disso, produtos amigos do meio ambiente são propostas de negócios, mas em pequena escala. Os produtores de materiais, designers e fabricantes podem lucrar com eles. Acima de tudo, quanto mais a moda ecológica progredir, mais conseguiremos ajudar a proteger o nosso frágil planeta e o balanço do nosso eco sistema que estão em perigo.  Estes produtos servem como exemplo para alertar o público para a consciência de materiais poluidores, bem como tecnologia de reciclagem e oportunidades. 
 
Há vinte anos atrás, estes produtos ecológicos seriam comprados apenas por ativistas do Greenpeace, mas, atualmente, estes produtos também têm atraído outros grupos sociais, indicando que esta tendência está penetrando o mercado.

 

A moda ecológica é sustentável?

As roupas ecológicas são confeccionadas com materiais orgânicos, que são cultivados sem pesticidas. Isso reduz os danos ao meio ambiente, aos animais e à saúde das pessoas.

Outras roupas ecológicas estão usando tecidos reciclados ou plásticos, economizando lixo, espaço de terra e quantidade de material sendo usado.

 

Produtos químicos não nocivos e alvejantes – que, a longo prazo, podem causar danos à saúde das pessoas e ao meio ambiente – são usados na produção de roupas ecológicas.

As roupas ecológicas são de alta qualidade e duram por um longo prazo. Estas pessoas precisam comprar menos roupas, com isso é usado menos material, menos energia e, consecutivamente, menos lixo.

 

Para garantir padrão no futuro, um sistema de etiqueta ecológica está sendo colocada em roupas que são confeccionadas com materiais orgânicos e de uma forma amiga do meio ambiente.

No papel, parece bom, mas a questão é: pode ser rentável em nosso mundo comercial?

A boa notícia é: sim. Muitos designers famosos começaram a usar materiais orgânicos – e estão ganhando dinheiro!

 Com o crescimento da consciência ecológica sendo manifestado em muitos países desenvolvidos, a moda ecológica deverá ser uma tendência a longo prazo. Um crescente número de consumidores está sendo sendo atraído por “produtos étnicos, amigos do meio ambiente”, que estão sendo, gradualmente, sendo incorporados nos principais designs de moda.

 

 

Fonte: Notícias da Moda/FAshion Access

O fantástico retorno da malha

Fazendo uma retrospectiva da moda, é impossível esquecer da revolução que a elanca representou há alguns anos. Este tipo de malha foi um fenômeno em roupas femininas e mudou a forma de se pensar o papel da malha em produtos com maior conceito de moda. O tempo foi passando e a malha perdeu um pouco de espaço, mas por pouco tempo.

 

Nas últimas estações, no entanto, malha era praticamente tudo o que se via nas lojas de todo o Brasil. Até o que nas passarelas era apresentado por algumas marcas em diferentes tecidos planos, chegava ao consumidor final em peças produzidas em malha. Vestidinhos, blusinhas, shorts, macaquinhos, tudo em malha. Algumas peças ainda recebiam acabamento de festa, como na última temporada, completamente cobertas de paetês. A One Up chegou a produzir vestidos longos em malhas de seda.

 

Consumidores e criadores são cada vez mais exigentes e participantes de uma moda que acontece em alta velocidade. As malharias sabem disso e fazem enorme investimento em tecnologia e pesquisas comportamentais, para que seus produtos não se tornem defasados e acompanhem as mudanças do segmento.

De acordo com a equipe da malharia Marles – empresa tradicional no mercado brasileiro, com mais de 30 anos de existência e líder em inovações – o grande desafio da atualidade é conseguir o efeito de tecidos planos, com diferentes caimentos e texturas, sem perder todo o conforto que a malha tem a oferecer por sua elasticidade.

 

“É por isso que o jacquard em malha é uma das maiores apostas da Marles. A cara é de um tecido plano, mas permanece o toque mais gostoso da malha”, afirma Priscila Canccian, a responsável pela área de marketing e produto da malharia. Para quem olha o produto final, fica mesmo difícil de acreditar que as peças sejam de malha, é preciso tocar e ter a experiência do tecido na pele.

Malhas tecnológicas

 

A aposta fashion da empresa é tão grande que a Marles foi patrocinadora de vários desfiles nas últimas semanas de moda em São Paulo e Rio de Janeiro. Victor Dzenk, Redley, Animale, Lorenzo Merlino, André Lima , Wilson Ranieri, Samuel Cirnanck e Priscila Darolt são algumas das marcas que desfilarão peças com malhas da Marles. Em Brasília, a Marles é fornecedora de marcas como Apoena, Avanzzo, Jukaf e Água da Ilha.

 

Mas, além de atender as necessidades dos criadores e tendências de moda, a empresa precisa ficar de olho nas tendências comportamentais. E como a preocupação com o meio ambiente é uma tendência que logo se tornará necessidade, a malharia também investe em pesquisas, para que a produção de seu produto cause o menor impacto ambiental possível.

 

“Nesse segmento, apresentamos a malha Bamboo, com o selo Oko-tex, garantindo que a malha é 100% ecológica. É importante que as pessoas saibam que, para um produto ser considerado ecológico, deve ser analisado todo o processo de produção, desde a plantação do bambu que originará o fio, até o processo de trama e tingimento”, esclarece Priscila, garantindo também que estar na moda é ser consciente.

 

Priscila acrescenta que “o coração da Marles é a central de pesquisas”. Só assim é possível desenvolver malhas tecnológicas, com proteção anti-UV, propriedades antibacterianas e desodorantes, absorção de umidade, transpirabilidade, características termodinâmicas, toque macio, leveza e fluidez. “Já oferecemos malhas para a confecção de luvas que são usadas após tratamento de câncer de pele, quando a área atingida não pode ser exposta ao sol, mas também não pode ficar abafada”, informa.

 

Assim, a malha dá a volta por cima e mostra que seu espaço cada vez maior no mercado de moda é merecido. Não deixe de acompanhar nas fotos as várias etapas de produção da malha e descubra um pouco mais sobre este universo. Depois, escolha a que mais agradar ao tocar a sua pele e vista-se de acordo com as tendências da estação, sem perder o conforto e nem pesar na consciência ambiental.

Fonte: Jornal da Comunidade – Brasília

Abril Fashion edição 2009

Segundo o horóscopo chinês, 2009 será o ano do boi, símbolo da prosperidade através da força do trabalho. Para os orientais, o sucesso durável não poderá ser conseguido sem esforços contínuos. E, é justamente através de muita dedicação e criatividade que chegamos a quarta edição da Abril Fashion, com muitas novidades e energias positivas.

Consolidada como vitrine de tendências e inovação dos acessórios produzidos na Capital da Jóia Folheada da América Latina e canal direto entre fabricantes e compradores, a Abril Fashion 2009, com certeza, será marcada pela transformação, o entusiasmo e o sucesso.

Os fabricantes mais tradicionais, já confirmados como expositores, prometem para essa edição ainda mais ousadia e variedade de lançamentos à pronta entrega, com preços ainda mais competitivos.

E para um ano de tanto trabalho, o layout do espaço recebeu atenção especial da organização. Compradores e visitantes serão recebidos com mais conforto e segurança, com direito a espaços reservados para relax, descontração e outros mimos.

Novos clientes, ótimos negócios, moda e informação. Sim, a Abril Fashion 2009 terá tudo isso e muito mais. Vale conferir!

De 15 a 17 de abril das 13 as 20h em Limeira SP

 

Contatos:

Núcleo 2 Eventos Empresariais
R. Benedito Kuhl, 301 – Vila Claudia
CEP 13480-410 – Limeira – SP
Fone/Fax: (19) 3444.4902

E-mail

abrilfashion@nucleo2eventos.com.br
abrilfashion@abrilfashion.com.br

Comercial: contato@nucleo2eventos.com.br
Imprensa: raquelcvieira@vivax.com.br

INFLUÊNCIA INDIANA INSPIRA DECORAÇÃO DA ABRIL FASHION 2009

Concurso de vitrine é uma das novidades desta edição

Que moda e decoração andam lado a lado ninguém discute. Por isso, a Abril Fashion ganha ares orientais em 2009.
Quem comanda o projeto de ambientação é Nivaldo Zago, profissional renomado e conhecido por expositores do Brasil e exterior.
Do país das divindades, dos tecidos coloridos, dos temperos picantes, da delicadeza e de onde tudo se mistura, vem a inspiração dos ambientes que vão dar vida em toda a feira.
Nivaldo Zago está desenvolvendo uma ampla pesquisa que abrange cultura, religiosidade, curiosidades e os diferentes aspectos que possam contribuir para uma decoração surpreendente, que começa na entrada e vai aliar a tecnologia de TVs de plasma com informações sobre os expositores e produtos que o visitante vai encontrar lá dentro.
Mobiliário, luminárias, lustres, objetos decorativos, tecidos e muitas cores norteadas pela influencia indiana serão distribuídos pelo lounge e área de descanso, explica Nivaldo. “Faremos áreas de descanso cheias de estilo para um bom bate papo entre expositores e clientes. Com muita criatividade, vamos criar um clima agradável para as negociações e inspirar lojistas com tendências para suas vitrines, que acompanhem os lançamentos que virão buscar em Limeira”, complementa Nivaldo.

Concurso

Uma das novidades desta edição será o Concurso de Vitrines. A proposta da Organização é tornar ainda mais atraente todo o ambiente da feira, valorizando a apresentação dos produtos e coleções em vitrines planejadas, capazes de se transformarem na melhor propaganda para os expositores.
As informações sobre como participar serão enviadas pela organização a todos os expositores. Interessados em ter a consultoria do vitrinista Nivaldo Zago podem ligar para    (19) 3033-5319        ou enviar um e-mail para expositores@gmail.com.

 

Por: Notícias/Abril Fashion

 

 

Verão e inverno se mesclam na moda

A principal tendência de moda nesta e nas próximas temporadas é uma só: roupas menos descartáveis. Explico: aquelas que podem ser usadas agora no verão e também no inverno e no outro verão e no outro inverno. E também no outono, na primavera etc. Produtos bem-feitos, com bons cortes e com tecidos bons. Resumindo: clássicos.

É claro que ter no guarda-roupa as mesmas peças por anos a fio também enjoa. Mas a dica é: tenha algumas delas e varie nos acessórios de acordo com a temperatura e com o evento. E também com algumas tendências pontuais de moda. Pronto. É a receita para estar antenada com o que as passarelas pedem, sem deixar de lado seu estilo e sem ser uma consumista desenfreada. Afinal, não existe nada mais fora de moda do que ser uma fashion victim.

Para provar que é possível usar peças de uma estação para outra, veja algumas tendências que podem ser usadas tanto no verão quanto no inverno. Os desfiles das duas temporadas confirmam que algumas peças, comprimentos, padronagens e formas vieram para ficar. Vamos a elas:

Xadrez
Os tradicionais tartãs (de onde surgiram os xadrezes escoceses), além de príncipe-de-gales, pied-de-poule e outras variações clássicas já vêm do último inverno, estão fortes neste verão e continuarão no próximo inverno. De calças a coletes, passando por shorts, saias e bermudas, vestidos e uma ótima opção. Fica a dica: se os shorts com rasteira é muito lindo nos dias quentes, podem ser complementados com meias-calças, botas e jaquetas. Camisas fresquinhas também podem ganhar a companhia de casaquinhos e jaquetas.

Calças saruel
O modelo com cavalo baixo começou a ser visto há algumas estações. Pegou bem neste verão e continua firme e forte no inverno. De inspiração oriental, a peça está caindo no gosto popular principalmente por conta do conforto que traz. Mas cuidado, pessoas muito baixas podem ficar com a silhueta ainda menos valorizada com esse modelo. Dica: como são larguinhos, o ideal é usar com roupas mais secas na parte de cima.

Skinny
Se alguém pensou que as calças justas fossem nuvens passageiras errou feio. De inspiração roqueira. Os modelos chegaram às passarelas há umas três temporadas, estão firmes e fortes neste verão e, apesar da modelagem mai larga que os estilistas também pregam, são peças que não podem faltar no inverno. Afinal, são ótimas para serem usadas com botas de cano longo ou curto. E complementam peças largas com sobreposições na parte de cima. Resultado: uma silhueta equilibrada.

Legging
Vem na mesma linha das calças tipo skinny, ainda mais agora que os anos 1980 surgem quase absolutos nas passarelas. São ótimos complementos para os vestidos curtos, shorts, bermudas. E se não quiser usar legging, faça a opção por meias, lisas e estampadas. Algumas até com aplicações.

Vestido
Parece redundância falar de vestido para a moda feminina. E é. Mas o fato é que não dá para deixar de ter um curto no armário. Dependendo do estilo da pessoa, pode ser curtíssimo, ou então apenas pouco acima do joelho. Com tecidos leves, os vestidos fresquinhos, ideais para os dias quentes, recebem a companhia de botas, meias, casacos e jaquetas e se transformam numa ótima opção para os dias frios. Se você escolher estampas clássicas ou cores básicas (bege, preto, cinza, branco, por exemplo) estará bem vestida no verão ou no inverno.

Shorts ou bermudas
São peças que também ganharam o gosto das mulheres. E já são bem aceitas no trabalho, desde que os complementos estejam dentro dos limites do bom senso para o ambiente. Então se você tem uma peça dessas com um corte clássico de alfaiataria, por exemplo, e bom tecido, aposte nos acessórios: sandálias e regatas para ocasiões informais; sapato, bota, meia e camisa para locais formais. Na estampa, nada de exageros caso a idéia seja usar de várias formas. Fique com as lisas ou com os xadrezes clássicos.

Macaquinhos e macacões
Se você tem bom corpo, ou seja, uma silhueta longilínea, tais peças são ideais para este verão, para o próximo inverno e para outras estações. Também fica a dica: meias e botas ou até calçados esportivos para os dias frios; sandálias rasteiras ou altas para quando estiver quente.

Decotes
A valorização do colo feminino, realçando a feminilidade e a sensualidade foi a marca de quase todos os últimos desfiles de inverno. Mas isso realmente não é novidade. Neste verão, blusas e vestidos decotados, de um ombro só e tomara-que-caia pipocaram em várias araras. E foram muito bem aceitos pelas mulheres, que agora têm a opção de combinar tais peças leves com complementos mais pesados para os dias frios. Tricô, casaquetos e sobretudos, usados com calças, meias e leggings e a blusinha valorizando o decote. Linda, leve e solta.

Brilhos e aplicações
Quer dar um caráter único às peças? Se a resposta é sim basta escolher aquelas com aplicações e brilhos. Ou então pegar uma blusa básica deste verão e colocar florzinhas de tricô, fuxico, paetês e o que a imaginação pedir. Ou então incrementar com um cinto diferenciado. Pronto. Lembre-se: no quesito moda a individualidade também conta muito.

Preto
É mais do que óbvio dizer que o preto é tendência. Mas, sinto muito, é. E nada melhor que seja, porque a cor é o sinônimo da idéia de perenidade que permeia a moda. Então, o vestido preto e levinho deste verão pode muito bem passear no frio coberto com peças quentinhas. A calça preta (pantalona, skinny, corte clássico) também é imprescindível. Assim como os casacos, as jaquetas, as camisas pretas etc. O preto é eterno e ponto final.

 

 

 

O xadrez, que é tendência de verão, continuará em alta no inverno 2009

 

 

 

 

Por: Rosângela Espinossi/ Redação Terra – Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcas de underwear se preocupam cada vez mais com a sustentabilidade

Em uma época onde a preocupação com a natureza é primordial, a Just for:Man e a UN.I, marcas especializadas em underwear masculino e feminino respectivamente, apresentam suas linhas de roupa íntima confeccionadas com tecidos ecologicamente corretos.

Os modelos Cool Touch da Just for:Man são produzidos com fontes renováveis como a madeira de faia, algodão sem agrotóxicos, tecnobambu, entre outros, além do modal e micro modal. Com alta maciez, brilho e toque agradável, essas peças apresentam ótimo caimento e muito conforto para o homem contemporâneo, preocupado com a qualidade de suas peças e os cuidados com o meio ambiente.

A coleção Eco Organic, da UN.I (Universo Íntimo), traz ao mercado roupas íntimas confeccionadas em fibras de algodão 100% orgânicas. O resultado são peças antialérgicas, confortáveis e que permitem altos índices de respiração da pele. Mas o meio-ambiente também ganha: os dez modelos de calcinhas e sutiãs da Eco Organic são não-poluentes e livres de agrotóxicos, contribuindo para a preservação da biodiversidade. Uma opção e tanto para quem não abre mão de ser ecochique

 

 

Fonte: Redação HiperFashion

Basf desenvolve tênis em poliuretano

Um calçado  feito somente em poliuretano e poliuretano termoplástico é a novidade que a Elastogran – empresa química que faz parte do grupo alemão Basf – apresenta ao mercado do Brasil. Trata-se do modelo Pure 1.0, desenvolvido especialmente para demonstrar todas as possibilidades de utilização do material na confecção de sapatos.

“O objetivo é demonstrar o potencial do poliuretano como um material inovador e versátil, além do comprometimento da Basf com a indústria calçadista”, destaca o gerente de vendas da unidade de poliuretanos da empresa, Fernando França. O artigo foi confeccionado com Elastollan e Elastopan, produtos que são utilizados em diversos campos da indústria. O mercado de calçados esportivos já era explorado pelos produtos, mas não de maneira tão abrangente.

Cada parte do sapato tem características específicas, sempre visando conforto, funcionalidade e segurança. O Lacesystem – dispositivo para fechar o calçado – é feito em Elastollan, poliuretano termoplástico, com aparência semelhante a da borracha. que tem como característica ser livre de plastificante, resistente a hidrólise e flexível mesmo em baixas temperaturas.


 

Fonte: Exclusivo on-line/notícias

Desfile no Japão tem biquínis e campeão de sumô

Os adolescentes japoneses são conhecidos mundialmente pela maneira exótica de se vestirem. Muitos misturam cores, estampas e ainda capricham nos penteados para compor um look diferenciado. E, neste domingo, o desfile chamado Shibuya Girls Collection aconteceu em Tóquio e serviu de fonte de inspiração para esse público.
As novidades não se restringiram à moda. Fugindo do biotipo longilíneo tão característico dos modelos, o campeão de sumô Asashoryu cruzou a passarela com calça preta de alfaiataria e blazer de modelagem oriental. Natural da Mongólia, ele é garoto-propaganda de uma marca de refrigerantes no Japão e, por isso, usava uma camiseta com o logo do produto.
As propostas apresentadas foram de primavera-verão e contaram com biquínis estampados por flores, listras e algumas palavras. O look de praia ainda ganha reforço de acessórios, como bonés, viseiras, chapéus, colares e bolsas.

Já para um passeio mais urbano, as garotas contam com vestidos curtos sobrepostos por blazers. A cintura é marcada por cintos finos ou largos. Há também guarda-chuva que acompanha a estamparia da roupa. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Os biquínis mostrados misturam cores e estampas  Fonte: Redação Terra/Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Praia: modo de usar


“O mar quando quebra na praia é bonito…” Dorival Caymmi compôs esses versos há 70 anos. Ninguém podia imaginar que, no século 21, nós estaríamos às voltas com o aquecimento global e o mar não estaria mais para peixe. Anualmente, são lançados 7 bilhões de toneladas de dejetos nos mares do planeta: três vezes mais do que o volume de peixes fisgados. A maior parte desse lixo é plástico, resíduos deixados por banhistas na areia ou simplesmente descartados na água por tripulantes de barcos.

Parece óbvio, mas é preciso dizer: o mar não é lata de lixo! Os oceanos cobrem 71% do planeta, abrigam milhares de espécies vegetais e animais, são fonte de alimento, sal, sustento, via de transporte. E, o mais importante: eles são responsáveis pela produção de 50% do oxigênio que consumimos. Portanto, cuidar da praia é tarefa urgente, como alertam nossos entrevistados: Leonardo Roig, oceanógrafo, doutor em ecologia e recursos naturais e professor da Univali, Itajaí (SC); Leandra Gonçalves, bióloga e coordenadora da campanha Entre Nessa Onda, do Greenpeace (SP); e Patricia Palumbo, apresentadora do programa Planeta Eldorado, que mistura música e meio ambiente, da Rádio Eldorado FM, em São Paulo, e finalista do Prêmio Claudia 2008. Patricia é de São Sebastião, litoral paulista, onde construiu uma casa ecológica. Siga os conselhos do nosso guia e dê um banho de elegância na praia.

SELEÇÃO NATURAL
Na hora de escolher a sua hospedagem de verão, prefira pousadas pequenas, que causam menos impacto ambiental, e informe-se se há rede de esgoto e coleta de lixo na região – o que demonstra que o turismo é sustentável. Na Europa, os guias já trazem uma indicação dos hotéis verdes. Ainda não temos isso no Brasil, mas aqui existem muitas praias preservadas. É um bom sinal, por exemplo, que lugares como a Ilha do Mel (PR) e Fernando de Noronha (PE) limitem o número de visitantes.

CASA DE VERANEIO
Não importa se você está passando férias em imóvel próprio ou alugado: tome duchas rápidas, organize a lavagem da louça e não lave calçadas. Água é ouro no planeta, não desperdice. Muitas cidades praianas já contam com reciclagem: informe-se sobre as coletas e separe o seu lixo.

ALÔ, FUMANTES
As bitucas de cigarro demoram até cinco anos para se decompor e não podem ser jogadas na areia. A maioria das pessoas não sabe, mas a areia é viva, formada por vários micro-organismos e fragmentos de conchas, moluscos, crustáceos. Na Austrália, país pioneiro na limpeza de praias, é proibido pitar na areia. Convenhamos: não custa nada o fumante juntar as guimbas e colocá-las no lixo.

BOM APETITE!
Escolha as barracas onde vai consumir petiscos e cerveja. Veja como as garrafas e o lixo são descartados, se algum detrito é jogado na areia. São sinais de que a higiene geral está comprometida, aumentando muito o risco de intoxicação.

MARÉ BOA
Evite comer sushis e outros pratos com atum – essa espécie está ameaçada de extinção.

E só peça camarão, lagosta, siri e caranguejo quando tiver certeza de que vêm da pesca artesanal. A maior parte deles é resultado da pesca predatória, que já ameaça 80% do estoque pesqueiro do Brasil. Recuse-se a participar desse crime contra a vida.

FAROFA CHIQUE
Com cadeiras e guarda-sol de tecido (que refletem menos e dão uma sombra mais gostosa), você pode levar, sim, o seu isopor com bebidas e lanchinhos. Desde que, no fim do dia, recolha todo o seu lixo. Nunca deixe rastros na praia!

RELAXE
Chegou ao litoral? Deixe o carro na garagem. Ande a pé ou de bicicleta. Observe a paisagem e entre em outra sintonia. Senão, de que adianta ter saído da cidade grande? Na areia, fuja da aglomeração em volta das barracas, experimente escolher um canto sossegado para sentir o mar. Calma e tranquilidade são virtudes em extinção. Cultive-as.

SALVE OS PEIXES
Você acha que salvar tartarugas, golfinhos e peixes é coisa para militantes? Nada disso. O jeito mais fácil de defender a vida deles é recolher os plásticos durante as caminhadas à beira-mar. Quando a maré sobe, leva os plásticos para a água e centenas de animais morrem sufocados ao engolir sacolas plásticas ou garrafas PET porque confundem esse material com águas-vivas, seu alimento. Além do mais, os peixes que devoram plástico são contaminados com metais pesados e intoxicam quem os come.

PARAÍSO PÚBLICO
Praia é espaço democrático: as boas maneiras precisam preservar o ambiente e também a relação com as pessoas. Jamais ligue o som alto, isso desrespeita quem quer sossego. Não jogue bolinha com raquetes perto de crianças e no meio do bochicho. Pode machucar alguém. E simplifique: nada de malas abarrotadas no verão. O barato da viagem é ir mais leve. Compre o peixe do pescador, vá à quitanda e ao mercadinho. Assim você consome tudo mais fresco e ainda ajuda a economia do local.

CUIDE DAS CONCHAS
Esqueça aquela antiga brincadeira de catar conchinhas. Ensine as crianças a observá-las, tocá-las e deixá-las na areia, seu hábitat natural. Nada deve ser retirado da praia, pois cada fragmento do ecossistema tem função. Também não vale comprar artesanato com conchas (de nenhum tipo), caramujos ou estrelas-do-mar. Eles são seres vivos, e esse tipo de consumo desencadeia a coleta predatória.

ÁGUA DOCE
Se resolver tomar banho de rio ou cachoeira, não leve sabonete ou xampu, isso polui. Tire só o sal do corpo e aplique os produtos em casa, pois a água que escoa pelo ralo será tratada.

PROTETOR X CORAIS
Ninguém deve deixar de passar protetor solar, mas quem for para praias com concentração de corais deve tomar uma ducha antes de entrar no mar e, depois, repassar o produto. O acúmulo de resíduos químicos deteriora essas formações, que são os berçários da fauna marinha. Elas ficam esbranquiçadas e acabam morrendo.

 

 

Por: Por Liliane Oraggio/Revista Claudia/Planeta Sustentável

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não vá à praia sem eles

Imagine a cena. Verão, dias quentes e longos, praia badalada e você chega com aquele biquíni fora de moda, quando não esgarçado! Sem falar na saída de praia velha, que completa o “look”. Resultado: mico total! Para isso não acontecer, se ligue nas tendências de moda praia para o verão 2009. Tudo está muito chique e – pasme! – comportado.

A Claro Rio Summer Alto Verão 2009 mostrou porque a moda praia brasileira é a melhor do mundo. Os trajes de banho desta temporada chegam cheios de brilho, detalhes originais, pedras e muito estilo.

Lenny Niemeyer e Oscar Metsavah apresentaram uma perfeita sintonia no desfile conjunto, cujo tema “sonho tropical” levou a um fashion dream repleto de tons neutros, recortes geométricos, tricôs metalizados e lindas peças de jérsei.

Gala

A Jo de Mer debutou nas passarelas com a modelagem maior que o normal, nos tons metalizados e alegres. Adriana Degreas apostou com sucesso no estilo retrô chique, com brilhos, transparências, drapeados e cintura alta, mostrando uma coleção sexy nos cobiçados maiôs de gala.

Aliás, a melhor e a mais sofisticada novidade é o maiô de festa. Esta peça tradicional do balneário entra na estação com muito brilho, plissado, apliques, pedrarias, paetês e corte elaborado.

Neste verão, os biquínis maiores que o normal na parte de cima, ganham força e seguem a linha frente única. As alças enfeitam de uma nova maneira, onde as amarrações ali e a colá dão charme e originalidade, além de personalidade ao visual praiano.

A estampa de onça continua em alta, mas desta vez em versão colorida com mix de outros desenhos, ou até mesmo como um detalhe sutil e elegante.

No mais, maiôs luxuosos, biquínis com novas modelagens, estampas animais coloridas e as tradicionais cores brancas e pretas marcam a moda verão 2009. Invista nestas peças com acessórios incríveis e terá uma produção perfeita, que arrancará olhares até mesmo dos profissionais de moda. Ah, e não esqueça do protetor solar!

 

Por:  Andréa Foroni e Lina Mancuso, do ModaDigital/Especial para BR Press

 

 

 

Veja segredos para manter seus cabelos bonitos e saudáveis

SEGREDOS ANTIIDADE PARA OS FIOS

  • Para preservar os fios, invista em hidratações em casa ou no salão de beleza, como as aplicações de queratina, semanais ou quinzenais, conforme a necessidade.
  • Cremes à base de substâncias como arginina, serina, prolina, cisteína, vitamina E, pró-vitamina B5, creatina, queratina, óleos vegetais e oligoelementos, embora não penetrem profundamente nos fios, formam uma espécie de capa protetora.
  • Finalizadores com filtro solar ajudam a manter a coloração, natural ou não, por mais tempo, além de evitar o ressecamento. O sol destrói a melanina e a queratina e fragiliza a haste capilar.
  • Elásticos de cabelo muito apertados causam dor no couro cabeludo e, em longo prazo, causam entradas e até mesmo um processo inflamatório na raiz, atrofiando-a.
  • A tração exagerada nas escovações arrebenta os fios e machuca o couro cabeludo. Aposte na suavidade.
  • Invista em xampus e condicionadores com proteína hidrolisada do trigo, que traz aminoácidos livres que promovem o processo de regeneração e o aumento do volume de água na fibra capilar. O resultado são cabelos bem nutridos, maleáveis e com brilho.
  • Cortes a cada dois meses previnem pontas duplas e deixam o cabelo com balanço.
  • O uso abusivo de secador, modelador de cachos e chapinha pode levar ao surgimento de microfissuras na cutícula, além de provocar a perda de água no interior dos fios. Para protegê-los, aplique nos cabelos ainda úmidos um creme ou fluido termoativado (produtos que, aquecidos, liberam princípios ativos formando uma barreira de proteção).
  • Ao utilizar o secador, mantenha uma distância mínima de 5 centímetros entre o aparelho e a cabeça.
  • Antes de alisar os fios com chapinha, faça uma escova para reduzir o uso da prancha.
  • Embora muitos salões divulguem a proposta de combinar a aplicação de tintura com outro processo químico no mesmo dia, dê um intervalo de pelo menos duas semanas entre um e outro para garantir a saúde dos fios.
  • No verão, redobre os cuidados: o sal e o vento retiram a oleosidade dos fios e os raios ultravioleta os queimam da mesma maneira que fazem com a pele.
  • Loiras (naturais ou não) que costumam freqüentar a piscina e morrem de medo de que os fios fiquem esverdeados devem lavá-los com água mineral, ideal para tirar os resíduos do cloro.

Por:   Heloísa Noronha e Lilian Rossetti/Folha Online

Proteja sua pele das manchas se o bronzeado descascar

Nem sempre o protetor solar é suficiente para evitar a descamação da pele após dias de sol. Principalmente quem passa, praticamente, o ano todo longe da exposição ao ar livre tende a sofrer com os descascados que, além de deixarem o bronzeado cheio de manchas, oferecem diversos riscos para saúde.
Para entender melhor como essas descamações prejudicam a saúde da pele, O MinhaVida conversou com o dermatologista e especialista do portal Cesar Cuono “Para que a pele não descasque é preciso, além de repassar o
protetor a cada duas horas, evitar uma agressão excessiva do sol”, diz o médico. Na prática, isso significa permanecer na sombra nos horários de pico e optar por alguns itens como camiseta e chapéu. Quando a pele descasca é sinal de que ela foi muito agredida, o que causou uma queimadura.
Luciana Alves é um exemplo da dor de cabeça que o descuido pode gerar. “Passei o final de ano na praia e, como minha pele não é muito clara, descartei o protetor solar para me bronzear mais rápido. O resultado? Manchas espalhadas por todo corpo, além de uma série de pintas que só poderei clarear quando começar o inverno”, afirma a banhista.

Cuidados

O problema fica ainda mais grave quando a pele descascada continua sendo agredida pelos raios solares, o que pode intensificar o problema e aumentar os riscos de uma insolação, câncer de pele e queimaduras mais graves. “Não há dúvida de que os cuidados precisam ser maiores quando a pele já está descascada, dada a exposição da camada mais profunda, que ficará sujeita a novas queimaduras ou até infecções”, alerta o dermatologista. Por isso, nada de tomar sol em cima da pele que está se refazendo.

Bolhas

As bolhas são outra característica da pele que sofreu fortes agressões solares. “As bolhas aparecem por queimadura direta pelo Sol, como se fosse com água quente, ou indicando o inicio do processo de descamação”, afirma o médico. Para evitar é só não agredir a pele, usando protetores com FPS acima de 30 e não se expondo muito aos raios solares. E nada de estourar quando elas já estiverem formadas, deixe que isso aconteça naturalmente. Se perceber alguma coisa diferente corra para um especialista.

Coça, coça

Quando a pele está descascando é comum sentir uma forte coceira, que pode ocasionar ferimentos na pele que já está sensível. Ela acontece devido à descamação, mas nada de coçar. “Para a coceira acabar basta hidratar bem a pele, ao menos duas vezes por dia. Se a coceira for muito intensa é necessário o uso de uma loção ou creme com cortisona, receitas por um médico”.

Puxar a pele que se solta

Não existe uma pessoa que resista: deixar de puxar as peles que estão soltando é uma tarefa quase impossível. Mas esta não é a melhor atitude. Se você tem uma casca ou pele que está aderida é porque ainda não houve cicatrização embaixo dela. Por isso, a importância de deixá-la se soltar sozinha. Uma opção para acelerar o processo é passar cremes hidratantes ou óleo de amêndoas.

Fonte: Yahoo Brasil/Beleza e Saúde

Faixas no cabelo são moda na plateia do Fashion Rio

Acessório pode ser usado de várias maneiras e em ocasiões diferentes.
Adeptos ensinam como adequar a novidade de acordo com seu visual.

 

A estilista Virginia Falcão recomenda lenços neste verão (Foto: Alícia Uchôa)

 Nas passarelas do Fashion Rio, modelos usam casacos e cachecóis, mas na plateia, haja criatividade para encarar a maratona da moda em dia com as tendências e com o calor carioca. 

Uma das charmosas saídas encontradas pelos fashionistas de plantão foi as faixas de cabelo, que vêm como lenços, tiaras com elástico ou tradicionais.
“É um acessório ímpar neste verão”, conta a estilista Virginia Falcão, que desfila com a marca Francisca na próxima sexta-feira (16). “Na nossa coleção de verão, fiz várias”, diz ela, com um lenço dando o toque final no visual.

Para a pesquisadora de moda Luiza Brazil, a dica é dispor do acessório quando se está básica, para deixar que a faixa seja a protagonista do look. “É bom porque dá uma quebrada na roupa. Mas também gosto de usar no calor, porque joga o cabelo para trás”, ensina. 

A publicitária Marina Farhud usa faixa no modelo tiara, com elástico prendendo atrás (Foto: Alícia Uchôa)

Múltipla escolha

Para a fotógrafa Clarissa Magalhães, a maior qualidade da peça é a versatilidade. “Uso assim (na horizontal, num clima meio hippie), como se fosse um arco ou como bandana”, sugere ela. “Dá um clima meio anos 70, é bacana”, diz.

O modelo escolhido pela gerente de marketing Marina Farhud é acetinado, como se fosse uma tiara, mas fechado atrás com um elástico, para garantir a integridade do visual ao longo do dia. “Uso desde a praia até para a noite. É multiuso”, garante.

A moda não é exclusiva para as mulheres. “Tenho várias. Gosto de usar para sair de noite, sobretudo para ir à Lapa”, conta o soldador Israel de Paulo, se sentindo em casa com o bairro sendo homenageado no evento.

Por:  Alícia Uchôa  do G1, no Rio

Verão e Biquinis

O verão está chegando e, com ele, a hora de tirar biquínis e maiôs do armário. Quem quer fazer sucesso nas areias e na piscina, porém, deve estar atenta às dicas dos especialistas em moda. A modelagem maior e mais discreta é a melhor opção para não errar no visual desta estação. “Os biquínis cresceram de tamanho e as partes de cima estão mais para tops do que para sutiãs. A tendência aponta para modelos exclusivos e urbanos. A idéia é que a mulher se sinta à vontade, usando-os por baixo de vestidos e batas para ir aonde quiser”, explica a consultora de moda e personal stylist Bia Kawasaki.

 

Para dar um toque especial aos modelos, novas amarrações, decotes e aviamentos decoram os biquínis e maiôs nesta temporada. Aplicações com materiais diferentes também já estão em alta nos desfiles de moda praia, dando um ar artesanal às peças. “Os franzidos, trancinhas de lycra e pingentes que combinam com o tema das estampas são uma grande tendência”, aponta Fernando Stambovsky, um dos sócios da grife carioca de biquínis Marajoara. Além disso, os cortes diferentes e sofisticados dão um charme extra às peças.

 

 

Os franzidos, trancinhas de lycra e pingentes que combinam com o tema das estampas são uma grande tendência

 

 

As tradicionais estampas floridas permanecem na moda, só que agora mais modernas e conceituais. Já os desenhos africanos e indianos são a grande novidade da estação. A técnica tye-die também voltou com tudo e os tons fortes deixam os biquínis e maiôs com ainda mais cara de verão. “As nuances terrosas das estampas étnicas misturadas a cores vivas são a marca desta temporada”, afirma a estilista e consultora de moda Júlia Salgueiro, que lançará a sua própria grife até o fim deste ano.

 

 

Para se cobrir e descobrir

 

Os tecidos e texturas são uma atração à parte. Tecidos finos e leves, como o plush e a lycra imitando veludo, fazem parte de algumas coleções, como a da Marajoara. Para chegar com estilo à areia ou à piscina, as saídas de praia ganham formas totalmente novas. Esqueça as antigas cangas! Elas foram abolidas de vez e a tendência aponta para vestidos, trench coats, shorts e pantalonas. “As túnicas também estão muito em alta, tanto as longas quanto as mais curtas, mas sempre em tecidos finos lembrando as indianas. As cores variam entre o laranja forte, pink, azul claro, verde e até o branco e tons crus. As estampas estão out, mas as aplicações e bordadinhos delicados na gola, barra e mangas fazem sucesso”, garante Júlia Salgueiro.

 

Para ajudar a compor o visual praia, é fundamental também prestar atenção ao calçado mais apropriado aos pés. “Na areia, o indicado é usar os tradicionais chinelos ou sandálias de borracha. Para ir à piscina, a melhor opção são as do tipo flat, sempre em modelos leves e neutros e, de preferência, impermeáveis”, aconselha Bia Kawasaki.

 

Os acessórios também complementam o look verão e trazem personalidade e estilo à composição. As bolsas de palha ou de plástico, com acabamentos e bordados, servem para guardar todos os apetrechos indispensáveis para quem quer aproveitar o dia de sol. Cuidado apenas para não se bronzear além da conta! Para evitar queimaduras na pele, invista em chapéus de palha ou tecido de abas bem grandes. Os óculos de aro arredondado também ajudam a proteger os olhos dos raios solares. O charme especial fica por conta de pulseiras e colares, sempre muito coloridos.

Se você quer curtir os dias ensolarados do verão, mas não sabe qual modelo de biquíni ou maiô é mais adequado ao seu tipo de corpo, fique atenta às dicas dos nossos entrevistados para não errar no visual:

 

- A escolha entre biquíni e maiô não segue uma regra e deve ser sempre pessoal e de acordo com o bom senso. No entanto, os maiôs são indicados às mulheres que estão acima do peso, por deixarem a silhueta mais elegante. Levando-se em conta o corte dessa peça, ela também só deve usada por quem não pretende se bronzear muito, já que marca mais o corpo.

 

- Para quem tem seios grandes, o segredo é usar alças e bases de sutiã reforçadas. Além do conforto, o visual também fica mais elegante. O bojo deve ser grande de modo a dar mais firmeza aos seios.

 

 

- Quem quer aumentar o volume dos seios deve usar os sutiãs estilo cortininha e plissados. As cores claras e estampas miúdas também ajudam a dar a impressão de que os seios são maiores. Além disso, esse tipo de sutiã é indicado para quem quer alongar o tronco. Outra opção são os sutiãs meia taça.

 

- Para aumentar os quadris, as laterais das calcinhas devem ter tiras finas e cavadas, mais uma vez, com cores claras e estampas pequenas.

 

- A principal aliada de quem tem barriguinha proeminente são as calcinhas mais altas e fechadas no bumbum. Os maiôs também alongam a silhueta. Os elásticos que prendem a cintura devem ser evitados e as peças lisas e de cores escuras ajudam a disfarçar o problema.

 

- As mulheres que têm pernas compridas e tronco curto podem amenizar essa característica usando calcinhas de cintura baixa. Já as de tronco comprido devem utilizar a parte de baixo com cavas altas e sutiãs horizontais.

Por Isabella Monteiro/Bolsa de Mulher

Goóc lança projeto de sustentabilidade ambiental

O Brasil consome anualmente 30 milhões de pneus, que são despejados no meio-ambiente. A Goóc, que é a primeira do país a reciclar pneus para desenvolver calçados a partir desta matéria prima, possui uma missão: eliminar todos os pneus inutilizados do Brasil. “Se cada brasileiro – que soma 183,9 milhões de habitantes – adquirir um par de sandálias de pneu reciclado, teremos eliminado em dois anos cerca de 35 milhões de pneus – já que fazemos 5 sandálias com cada pneu”, conta Thai Quang Nghia. “Este é o nosso desafio e também a missão da Goóc no Brasil”, completa Thai.  

 

 “Tenho gratidão e carinho com este país que me acolheu tão bem, desde minha chegada aqui, na década de 70. Agora, é minha chance de retribuir ao Brasil – encabeçando uma campanha de reaproveitamento de pneus e preservação ambiental, onde os produtos Goóc podem ser um caminho para esta resolução”, explica Thai, natural do Vietnã.

  

Além das sandálias, a Goóc produziu também displays desenvolvidos com papelão reaproveitado e reciclado para a venda de seus produtos: Box Belt. Com espaço para encaixe de caixas de sapatos, o móvel para PDV tem capacidade para agregar 48 pares de sandálias.

  

Produzir para reciclar

  Segundo Thai, todos os anos o Brasil consome 350 milhões de sandálias e chinelos de borracha e pvc. Muitos, de má qualidade e baixa resistência, duram pouco tempo e acabam nas lixeiras de todo o Brasil. “Ao contrário da filosofia “produzir para criar lixo”, Goóc produz para reciclar – desde a embalagem de nosso produtos, até o próprio produto”, finaliza Thai.  

Desde janeiro de 2006, a terceira unidade fabril Goóc, inaugurada em Feira de Santana, na Bahia, é responsável pela produção de toda linha de calçados e acessórios desenvolvidos com borracha reciclada de pneu. “Temos a intenção de concentrar nos próximos anos 100% da produção no Nordeste, região responsável pelo consumo de 75% de calçados em borracha em geral”, explica Thai Q.      

 A Goóc já reciclou, desde sua fundação em 2004, mais de 2 milhões de pneus.

Sobre a Goóc

  Desde sua fundação em 2004, a Góoc já cresceu 500%. Possui 3,5 mil pontos de vendas em todo o território nacional, emprega 960 pessoas, direta e indiretamente em duas unidades industriais – em Feira de Santana, na Bahia e outra em São Mateus, na cidade de São Paulo. Em 2007, a empresa produziu cinco milhões de pares e deste número, 5% foram comercializados em território internacional.   

Até 2014, a Goóc tem o objetivo de produzir 210 milhões de pares de sandálias – um para brasileiro.

  Os produtos Goóc podem ser encontrados também no Canadá, EUA, Jamaica, Ilhas Caiman, Santa Lúcia, Colômbia, Equador, Bolívia, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Angola, Austrália, Japão. 

Por: EcoProducers/Redação

 

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Verão terá biquínis com sobreposições, decotes, alças duplas e maiôs-camiseta

Cortes e recortes são aposta das principais marcas de moda praia.
Na areia, a dica é passar protetor e não deixar modelo marcar a pele.

Os principais estilistas de moda praia do país resolveram inovar na forma e abusaram de cortes e recortes.

 O resultado são decotes, sobreposições, alças duplas e enviesadas e até maiôs-camiseta, exibidos à exaustão nas passarelas do Rio Summer

, na semana passada.

Ao que tudo indica, aquelas peças que antes eram tidas como conceitual, ganharam força para invadirem as areias. Veterana no assunto, A estilista Lenny Niemeyer, dona da marca que leva seu nome, acha que a nova modelagem é mais feminina.

 “São cortes sugestivos na simetria, enviesados que sugerem abertura, mas cobrem tudo”, diz ela, que ensina como usar a novidade na prática.   

Como usar

“Hoje, com amarrações, laços e tecidos mais maleáveis, você enrola, dá nó, ajusta o biquíni como quiser, para durante e depois da praia. A carioca sabe criar moda em cima da moda como ninguém”, afirma Lenny, que indica uma boa dose de protetor solar para usar com o modelito. 

“Não só por causa da saúde, mas porque marca de biquíni na parte de cima, ninguém merece”, dá a dica, para evitar o risco de a mulher ficar vulgar com a marquinha aparecendo num decote fora da praia. 

 Arte contemporânea

Além do protetor solar, a estilista Jacqueline Di Biasi, da Salinas, viu na sobreposição uma maneira de brincar com as formas e dar uma opção àquelas que temessem o sol mais forte.

 ”As pessoas normalmente tem resistência, acham bonito na passarela e não conseguem traduzir na vida real. Com a sobreposição pode tirar o biquíni, colocar um sobre o outro”, ensina ela, que destaca os modelos maiores como opção para quem é adepto dos esportes de praia. 

 Na Rosa Chá, o estilista Amir Slama se inspirou na arte contemporânea brasileira. “A influência dos anos 70 propõe recortes e novas estruturas, como uma brincadeira com as listras em calcinhas e maiôs. A mistura de cores e formas constroem a silhueta da mulher contemporânea”, resume.

Entre seus modelos, a Triya investiu no decote para dar charme ao biquíni tradicional (Foto: Marcos DPaula / Ag. Estado)

 

 

Fonte:  Alícia Uchôa Do G1, no Rio

Branco, dourado e prateado já dominam vitrines para Réveillon

Para o Natal, cores quentes e estampas coloridas ganham espaço.
Ambiente e previsão do tempo devem ser considerados na escolha do look

Basta andar pelas principais ruas das cidades para notar que as sugestões de looks para o Natal e Ano Novo já estão à disposição. Para o Réveillon, o branco, o dourado e o prateado são tendência confirmada, segundo a consultora de imagem Sabina Donadelli. Já para quem quer celebrar o Natal em grande estilo, a sugestão é optar por peças coloridas.

“O branco vem de nossos ancestrais africanos. Já o prateado e o dourado viraram tendência por conta da indústria de moda, mas é fato que ‘invadiram a praia’. A moda anda glamourosa e, acredito que dentro desta proposta de glamour o prata e o dourado são muito adequados, assim como o branco”, afirma Sabina.

Para o Natal, com a chegada do verão, as cores quentes e estampas coloridas têm grande espaço, ainda segundo a especialista, com destaque para peças nas cores verde, uva, vermelho e amarelo. 
                                

Cuidado com a escolha

Além da preocupação com a cor que está na moda, na hora de escolher a roupa para a passagem de ano ou para a ceia de Natal é fundamental levar em consideração o ambiente. “Roupa de baile é diferente de roupa de jantar, que é diferente de roupa de praia, que é diferente de roupa de rua, que é diferente de roupa de clube. Então, o mais importante a se considerar é para onde se está indo”, afirma Sabina

O clima e mudanças súbitas de temperaturas também devem ser levados em conta, mas não deixe de usar o vestido preferido por causa disso. “Entendo que a previsão do tempo seja útil, mas não exatamente determinante. Se você vai entrar no mar, que diferença faz se chover? Se você vai para um clube, que diferença faz se chover? A menos que prevejam uma mudança súbita de temperatura”, diz. 
                                        

Cor e superstição

As cores escolhidas para o Réveillon, geralmente trazem consigo algum significado de desejo ou expectativa para o próximo ano. De acordo com a consultora Sabina, usar o branco é como pedir paz aos orixás, já que essa é a cor mais nobre do candomblé. “Prata e dourado não fazem parte desta tradição, mas os supersticiosos acreditam que são cores que atraem riqueza e dinheiro”, diz. Para os orientais, ainda segundo Sabina, a cor mais nobre é o dourado, relativo ao sol e à fortuna.

 

Fonte: G1/São Paulo

Biquínis no Japão trazem suavidade e flores

Estampas floridas são uma das apostas da Sanai para a moda praia feminina 2009 apresentada nesta segunda-feira em Tóquio, Japão. Com modelagem comportada, os biquínis apresentam tonalidades suaves com alguns fundos mais escuros.
Um dos visuais é composto por estampa azul-marinho com flores rosas. A saída de banho transparente acompanha o mesmo desenho, e um discreto colar dá charme ao look.

Ilhoses em formato do coração surgem em alumas peças, e outras investem nos laços. A coleção também aposta em modelitos de shorts para acompanhar os tops.

Saída de praia e colar são alguns acessórios da coleção

Fonte: Redaçao Terra/Moda

Totem leva alfaiataria para a praia

Entre os dias 6 e 8 de novembro veremos as novidades de 16 grifes nacionais para o alto verão na passarela do Claro Rio Summer. No entanto, algumas marcas já antecipam suas propostas. Este é o caso da Totem que está trabalhando em uma coleção que leva a alfaiataria para looks de praia e pós-praia.
A grife promete transformar a camisaria, dando origem a camisas sem mangas, blusões e maxicoletes usados como minivestidos. Os bodies de algodão também terão espaço na nova linha, assim como as pantalonas de cintura alta.

Pedras brasileiras, acessórios em tricô de ráfia e chapéus em palha complementam os looks.

O surfe dá o tom para as peças masculinas. Paletós desestruturados e coletes soltos do corpo serão combinados a bermudas com a barra virada.

Para dar forma aos modelos, a Totem usa fibras naturais como o algodão, tricoline, linho e sarja. Na cartela de cores, estão previstos tons crus, amarelos, azuis, verdes, laranjas e vermelhos.

As camisas são reestruturadas para o verão da grife

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Redação Terra

Maiô com recorte valoriza o corpo segundo proposta de grife

Maiôs com recortes são boas alternativas para quem quer valorizar o corpo na próxima temporada. Pensando nisso, a grife Aqua Di Lara apresentou seu modelo que deixa a barriga à mostra durante a Semana de Moda de Toronto.A grife acrescenta discreto brilho nos looks de beachwear com tecidos que trazem listras e xadrezes prateados. A sensualidade também marca as produções e é vista na saia transparente que acompanha o biquíni vinho.

Já David Dixon volta-se para a elegância em roupas para o dia-a-dia. O tomara-que-caia surge no vestido que se ajusta à silhueta, mas há ainda modelos mais afastados do corpo que recebem o toque fashion com o colete sobreposto à peça.

 

 

A Aqua Di Lara mostrou suas apostas para a primavera 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Redação Terra

‘Roupas éticas’ ganham espaço na Semana de Moda de Londres

Em sua quinta edição, a Esthetica, a feira de “moda ética” que acompanha a Semana de Moda de Londres, tenta ignorar o clima geral de pessimismo econômico causado pela crise nos mercados financeiros mundiais.

Expositores ouvidos pela BBC Brasil manifestaram otimismo quanto às oportunidades de negócios e garantiram que há grande interesse de compradores e da imprensa no setor.

A Esthetica, que até agora só é realizada em Londres, deverá passar a ser organizada também em outras semanas de moda.

Segundo o jornal The Daily, que circula durante o evento londrino, o Conselho de Moda Britânico está em negociações com Nova York e Milão para levar a feira para as duas cidades.

Tendência

Em Londres, a nova edição do evento foi a maior até hoje, com 15 novos expositores, que elevaram o número de marcas presentes para 35.

A moda considerada ética privilegia roupas feitas em condições dignas de trabalho, e com a utilização de tecidos e métodos de produção que respeitem o meio ambiente.

“A busca pela moda ética e ecologicamente correta está crescendo mesmo com a crise, à medida que os consumidores europeus decidem fazer escolhas mais informadas na hora de comprar”, diz a agente Zuleika Carier, que representa marcas com preocupação ética.

Os fabricantes apostam na tendência, apontada pela mídia especializada, de que com a crise econômica os consumidores estão preferindo comprar peças mais caras e bem produzidas, que duram mais, ao invés de adquirir roupas baratas, produzidas em condições duvidosas, com vida curta e que, por isso, acabam não sendo um bom negócio nem para o bolso nem para a consciência.

Carier garante que a moda ética vem atraindo cada vez mais público. “A moda ética definitivamente é mais popular hoje em dia, é a área da moda que cresce mesmo com a crise econômica mundial”, afirma.

Qualidade

Para a estilista Julia Smith, que apresentou suas peças na Esthetica, outra razão para o aumento do interesse em roupas éticas é a melhora da qualidade de tecidos e modelagens.

Smith, por exemplo, produz suas peças com delicado algodão orgânico e outras fibras naturais, e usa forros estampados feitos por uma cooperativa de mulheres em Gana, chamada Global Mammas.

“As pessoas querem comprar um vestido legal, não necessariamente só porque é ético, mas porque é bonito”, disse. “As marcas consideradas éticas estão começando a derrubar os estereótipos e a atender essa demanda.”

A empresa Amazon Life acompanhou esse pulo de qualidade nos materiais brasileiros que usa para produzir bolsas e acessórios, como borracha, lona de cânhamo, lona de caminhão e até uniformes reciclados do Exército brasileiro.

“Há alguns anos, os acessórios feitos de lona de caminhão reciclada, por exemplo, tinham uma consistência muito grosseira, que incomodava os consumidores”, diz Lígia Feichas, da empresa brasileira Suriana, que representa a Amazon Life.

Recentemente, no entanto, a tecnologia de tratamento deste tipo de material avançou muito, resultando em um produto mais delicado.

Brasileiros

As mudanças agradaram os consumidores europeus, e a empresa ampliou suas coleções para incluir novos materiais e produtos.

Mas, se a Europa está cada vez mais receptiva para a moda ética, o mercado no Brasil ainda está engatinhando, segundo Feichas.

“Os produtos feitos de forma ética e sustentável ainda são mais caros, e para o consumidor brasileiro muitas vezes o preço é crucial”, diz Lígia, lembrando que o ponto de venda que a Amazon Life tinha no Rio de Janeiro era freqüentado principalmente por turistas.

Segundo expositores ouvidos pela BBC Brasil na Esthetica, o caminho para que as preocupações éticas deixem de ocupar um nicho do mercado e passem a dominar a produção de moda é investir ainda mais em qualidade, pressionar governos para que endureçam suas legislações de combate a produtos cin substâncias que façam mal à saúde ou que agridam o meio ambiente e a continuidade da conscientização dos consumidores. 

 

Por:  

 

 

Como disfarçar as gordurinhas na praia e o que usar na moda-verão?

Conheça dicas práticas e baratas para se vestir no verão. E saiba também como disfarçar aqueles defeitinhos de que ninguém gosta.

Para eles o verão começa muito antes de dezembro. Na última edição do Fashion Rio, em junho, os estilistas apresentaram ao público as tendências para o verão 2009. Para muita gente, a chegada dessa estação traz velhas preocupações. Nem todos estão em forma.

Não tem jeito. No fundo, todo mundo quer mudar alguma coisa no corpo. Mas isso não é desculpa para fugir da praia no verão. Existem algumas técnicas que ajudam a disfarçar a gordura localizada, o quadril muito largo e seios muito grandes.

A consultora de moda Amália Piffero ensina algumas dicas para as mulheres se sentirem mais bonitas nas praias. “Dá para disfarçar a gordura localizada em um quadril mais avantajado usando uma calcinha do biquíni mais larga. Para as mulheres com busto avantajado, usar um sutiã do biquíni ‘tomara que caia’ pode deixa os seios com aspecto de salsicha. A alternativa é usar um sutiã do biquíni ‘tomara que caia’ com alça removível”, explica Amália.

Alguns modelos são básicos para quem tem muito busto ou para quem quer disfarça a barriga. “Um sutiã de biquíni com laço permite que os seios fiquem mais separados ou mais juntos”, ressalta Amália.

Para as senhoras, existe uma peça que nunca sai de moda: o maiô, que esconde todas as gordurinhas, segundo a consultora de moda. “Se o maior tiver sustentação para os seios, ele deixa o busto elegante e o colo bonito”, ressalta Amália.

Mas a preocupação com o verão não se restringe à boa forma, mas também com a moda: o que vestir na estação mais quente do ano? Uma simples arrumação no guarda-roupas pode ajudar a descobrir peças que vão estar em alta na estação. Às vezes, são roupas que você nem lembrava mais que existia.

A designer Cecilia resolveu dar uma geral no guarda-roupas. Com a ajuda da consultora de moda, descobriu que vai aproveitar muita coisa no verão. “A estampa vai continuar em alta no verão, assim como as listras em tons de terra e o crochê”, destaca Amália.

 Por: Reportagem/Globo.com

Biquíni é destaque na passarela paraguaia

Uma modelo cruzou a passarela com um biquíni amarelo nesta quinta-feira, na Assunção Fashion Week, no Paraguai. Dentre as apostas para o verão, a peça chamou a atenção por dosar a sensualidade do top tomara-que-caia com a tanga discreta, em formato um pouco maior.
Segundo as coleções exibidas, a próxima temporada pede roupas confortáveis já que a modelagem fica afastada do corpo nos vestidos. E para acentuar a cintura feminina, a saída é investir em peças com cós mais alto.

A semana de moda também tem espaço para as peças masculinas. Mas a sugestão não vai além da combinação básica do jeans e da camisa branca. A bolsa lateral garante diferencial ao look.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
O amarelo é a cor do verão para a moda praiaFonte: Redação Terra/Moda

 

 

 

 

 

 

 

Você usaria a calça-biquíni?

Já há algumas temporadas a calça feminina voltou a ter o cós alto. Muitas mulheres aderiram contentes à moda, por ser uma ótima oportunidade para modelar melhor o corpo. Mas há quem ainda resista à tendência e levante a bandeira da cintura cada vez mais baixa. Por isso, para atender às apaixonadas por esses modelos mais sensuais, a brasileira Sandra Tanimura foi além e, de tanto reduzir a medida do cós, acabou criando a calça-biquíni.
A novidade surgiu quando a empresária Sandra, de 31 anos, formada em corte e costura, decidiu ousar para diminuir ainda mais os 10cm de gancho frontal – a medida mínima até então vendida por sua loja virtual, a Sanna’s Brazil. “Vesti a calça para ver até onde poderia baixar a cintura. Foi quando percebi que, se fizesse a peça muito baixa na frente, a calcinha apareceria toda na parte de trás. Então, tive a idéia de fazer uma calcinha do mesmo tecido da calça, só para segurar a cintura”, conta Sandra, que desde os 16 vive no Japão. Ou seja, a cintura é tão baixa que deixa o bumbum de fora.

O primeiro modelo da calça-biquíni foi lançado em 2004, no tecido moletom com lycra. Só um ano mais tarde é que veio a calça na versão jeans, que, segundo Sandra, não fez tanto sucesso. “Ficamos com muitas peças no estoque”, relembra.

Em 2007, porém, a sorte da empresária mudou quando uma emissora de televisão japonesa “descobriu” a sua criação, que caiu no gosto de brasileiras e japonesas que vivem no arquipélago.

Hoje, Sandra conta que a calça é vendida para clientes dos EUA, Canadá, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Itália e França. “Tenho certeza que temos mais de mil calças-biquíni espalhadas pelo mundo”, garante a empresária.

E quando começaremos a ver esses modelos desfilando nos calçadões das praias brasileiras? A empresária disse que não há previsão para mandar o produto para o Brasil. Mas, por sua loja virtual, ela garante a entrega de pedidos feitos de qualquer parte do mundo.

Nesse caso, o preço pago para atravessar continentes pode ter feito possíveis clientes desistirem da importação. “Já tivemos muitos pedidos vindos do Brasil, mas quando transformamos o valor em real e incluímos o frete, o produto encaresse bastante e muitos desistem”, lamenta Sandra, que não concluiu uma única venda para o seu país natal.

Opinião de quem entende
É bem verdade que há gosto para tudo neste mundo e o que é lindo para alguns, não passa no critério de seleção de outros. Mas, para avaliar o “grau fashion” da calça-biquíni, ouvimos duas especialistas em estilo.

Segundo a consultora de imagem Milla Mathias, essa novidade não vai pegar entre as brasileiras. “É muito extravagante e vulgar, não dá para usar em lugar nenhum. Além disso, as calças de cós mais baixo já vêm perdendo espaço para as de cintura alta, tendo em vista a interferência dos anos 70 na moda”, explica.

Já a também consultora Sabina Donadelli acredita que a calça-biquíni pode aterrissar no Brasil, pois, de acordo com a especialista, o estilo combina com a brasileira, “que é uma mulher muito sexy”. Mas Sabina, assim como a responsável pela criação, indica o modelo para a noite.”A calça é muito agressiva para ser usada nas ruas e, principalmente, no dia-a-dia”, completa.

Para quem gostou da idéia e pretende testar o modelito, Milla também diz quem se sairá melhor em uma calça-biquíni. “Os biotipos que poderiam vestir bem essa peça seriam, claro, os retilíneos, ou seja, mulheres sem cintura e de quadril mais estreito.”

 

Se você estiver em forma, a dica é exibir o modelito à noite

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

Acessórios maxi continuam em alta na coleção primavera-verão

Bolsas, carteiras e óculos de sol em tamanho grande devem ter vida longa.
Investir em acessórios pode garantir sucesso no visual.

 A tendência dos maxi continua em alta para acessórios nas coleções primavera-verão. Bolsas, carteiras e óculos de sol em tamanhos nada singelos permanecem como alvo de desejo das mulheres.

A consultora de imagem Sabina Donadelli afirma que eles não devem sair de moda tão cedo. “As maxibolsas e as maxicarteiras vieram com tudo desde o ano passado e devem ter vida longa, assim como os óculos de sol”, diz. O minimalismo, por sua vez, perde espaço.

Sabina afirma ainda que estes acessórios são permitidos para mulheres de diferentes estaturas. “Há maxi para as mais altas e para as mais baixas. As mulheres têm que ter bom senso na hora da compra para não escolher uma que fique desproporcional ao corpo.”  

Diferencial

De acordo com a consultora de imagem, é aconselhado que as pessoas invistam em acessórios. “Para adquirir uma boa roupa, gasta-se mais do que para comprar bons complementos. Por isso, dou a dica: roupas neutras e acessórios diferenciados”, afirma. 

  Sabina afirma que é interessante investir em bolsas e sapatos. “Eles fazem a diferença. Possibilitam diferentes looks indo do mais clássico para um mais despojado.”

 

Fonte: G1/São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gucci leva requinte e flores à praia

Roupas leves e com estampas tropicais marcaram a coleção primavera-verão da grife Gucci, apresentada nesta quarta-feira, durante a Semana de Moda de Milão. O biquíni com top tomara-que-caia surge em versão branca com temáticas de coqueiros e folhas, combinado ao chapéu e à mochila esporte para a praia.O minivestido branco de tecido brilhante tem um ombro só e amarração na lateral. Dessa vez, são folhas estilizadas de cores fortes que dão vida e glamour à peça.
Mas os longos também estão presentes na nova linha da Gucci, em looks bastante elegantes. Há desde o liso roxo com abertura na frente, deixando a perna à mostra, até o longo com listras onduladas em tecido transparente.

Os conjuntos de blazer e calça aparecem em versões floridas e sem estampas, acompanhados de chapéu e bolsa. 
 

Fonte: Redação Terra

 

 
O biquíni florido é aposta da grife para a moda praia

 

 

 

 

 

 

Estilista transforma desfile de biquínis em “festa à fantasia”

Andrés Sardá inovou ao mostrar sua coleção de biquínis em clima de festa. As modelos cruzaram a passarela com arranjos de cabeça e máscaras de metal nesta quarta-feira, na Espanha, durante o Cibeles Madrid Fashion Week.

O estilista propõe elegância à beira da piscina com o conjunto bordado com paetês prateados. Já para o mergulho no mar, as mulheres podem investir nos modelos com estampas de borboletas.

O tomara-que-caia é ideal para quem gosta de se bronzear sem ficar com a marca das alças. Para acompanhar esse tipo de sutiã, a calcinha surge com as laterais mais largas.

Os collants também fazem parte da linha primavera-verão 2009. Além do chamativo tecido pink texturizado ainda há as opções de estampa animal ou os bordados. 

 

Plumas enfeitam as criações de Andrés Sardá

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Redação Terra

Biquíni com recorte é opção para as areias em 2009

Marious Schwab inova a modelagem da moda praia ao criar peças com recorte. A coleção primavera-verão 2009 foi apresentada nesta segunda-feira durante a Semana de Moda de Londres.Os detalhes geométricos mostram pequenas partes do corpo feminino, como no macacão com fendas nas pernas e barriga.

Outro elemento forte na linha é a corda que além de enfeitar com amarrações vestidos, macacões e bodies, ainda serve de matéria-prima ao tubinho cinza de gola alta.

Os sóbrios branco, preto e bege recebem o colorido de tecidos tye die com tons de rosa, laranja e verde.

 

 
Marious Schwab apresentou sua coleção de verão no 2º dia da Semana de Moda de Londres

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Fonte: Redação Terra

 

Rosa Chá em Nova York

Coleção inaugura participação brasileira na temporada Primavera 2009

Ao som de um mega-mix Bossa Nova puxado por “Chega de Saudade”, a Rosa Chá invadiu a passarela do New York Fahion Week inaugurando a participação brasileira na edição Pimavera 2009 do evento.

Com uma coleção mais comportada que a masculina apresentada no SPFW Primavera/Verão 2009 (nada de modelos pelados desta vez), Amir Slama mostrou que para ser sexy e chamar a atenção não é preciso apelar para biquínis minúsculos.

Com ares de anos 70, a nova coleção tem poucas peças estampadas, com uma paleta de cores que investe em tons de verde, laranja, marrom e off-white. Os maiôs engana-mamãe merecem destaque, com os cortes e recortes criativos, sofisticados e favoráveis às mulheres que possuem não o físico abençoado do casting de top models do desfile – Isabeli Fontana, Ana Claudia Michels, Bruna Tenório, Juliana Imai, Jessica Stam e Chanel Iman, entre outras.

O toque de sofisticação fica por conta dos micro vestidos de renda com aplicação de cristais Swarovski. Também se destacam os kaftans esvoaçantes, as argolas e as pedrarias aplicadas nas peças.

Looks engana-mamãe dominam passarela da Rosa Chá em Nova York (fotos: Divulgação)

 

Fonte: Redação-Msn/Estilo de Vida

Ecobags viram acessório para compor visual descolado

Bolsa deixou de ser usada apenas para compras de supermercado.
Mulheres já adotaram modelos para ir ao trabalho e às universidades

Criadas como alternativa às sacolinhas plásticas de supermercado, as ecobags têm conquistado as mulheres pelo país. Modelos diferenciados passam a ser item obrigatório para compor um visual descontraído. Dessa forma, as ecobags têm tudo para continuar em alta nas próximas estações. 

“Acho que esse produto já pegou e não vai ser um simples modismo. Acredito que o acessório deve virar um clássico”, afirma Paulo Raic, que integra a equipe de estilo da Patachou.

 De acordo com Raic, as ecobags não são usadas exclusivamente para fazer compras e já começam a ser inseridas no cotidiano, para ir ao trabalho ou mesmo para sair durante o dia.

Atenta à tendência, a marca Moleca, vinculada à Beira Rio Calçados, tem entre seus produtos sapatilhas que vêm acompanhadas de uma ecobag. “O produto foi bem aceito porque a consumidora está sempre atenta aos novos movimentos de moda e comportamento”, afirma Maribel Silva, gerente de marketing e vendas.

 A marca Ecobag.com.br, fabricante especializada na venda desse tipo de produto, iniciou a comercialização em julho do ano passado e nota que o mercado está aquecido. “Vendemos aproximadamente 5.000 unidades por mês”, afirma Renata Soares, sócia-proprietária da empresa.

De acordo com Renata, os modelos conquistam os jovens para ir às universidades e peças mais descoladas devem, em breve, chegar às baladas. 
                 

De acordo com Elaine Lopes Mota, coordenadora de produtos da Hering, a ecobag da marca foi lançada há três meses. “O produto tem base em algodão cru. No entanto, acho que as pessoas ainda não estão conscientes de que é importante usar bolsas com esse tipo de conceito ecologicamente correto”, afirma.

A marca deve lançar ainda um produto diferenciado para a coleção verão. “Será uma bolsa flex, que pode ser adaptada em três tamanhos. Será uma versão mais arrumadinha, que a pessoa vai gostar mais para usar no dia-a-dia”, diz Elaine.

 

Diferentes modelos conquistam mulheres pelo país (Foto: Divulgação/Ecobag.com.br)
Mulheres aderem às ecobags (Foto: Divulgação/ Ecobag.com.br)
Fonte: G1/São Paulo

Megacolares são tendência para primavera-verão

Especialistas acham mais fácil coordenar acessório com roupas lisas.
Mulheres podem dispensar o uso de brincos.

Uma das tendências para compor um visual descolado na primavera-verão são os megacolares. De acordo com Francisco Franco, gerente comercial da Acessórios Modernos, a peça começa a ser buscada pelo público.“Não existe minimalismo neste momento da moda. O mercado começa a absorver esta tendência, que deve permanecer, pelo menos, até o próximo verão. Toda mulher deve ter um colar de impacto em seu guarda-roupa”, diz Franco. 
 De acordo com o gerente comercial, as peças têm referência nos anos 50 e são mescladas com elementos de modernidade. “Há quem ache que é coisa de perua, mas não é”, afirma. 

Como coordenar

 Segundo Franco, o maior dos modelos de megacolares fica junto ao colo e, por ser um acessório arrojado, a pessoa não precisa se sentir na obrigação de usar um brinco combinando. “O brinco pode ser deixado de lado ou ser usado em um tamanho mínimo, mas dependendo há quem goste de usar um grande. Nada está proibido.”

 A estilista Paula Meinberg, da grife Theò Atelier, concorda que o acessório tenha tudo para ser uma coqueluche. “Eles dão uma sofisticação à parte, mas é preciso saber usar. Acho mais adequado usar com um brinquinho pequeno”, afirma.

Paula e Franco concordam que é mais fácil coordenar esse acessório com uma roupa lisa, porque nem toda estampa consegue ornar bem com o colar.

 

Megacolar pode ser usado dos dois lados (Foto: Divulgação/Acessórios Modernos)

Megacolar confere visual sofisticado (Foto: Divulgação/Costume)

 

Fonte: G1/São Paulo

 

  

 

 

 

 

 

 

Branco é o novo ‘pretinho básico’

Estilistas apostam forte na tendência para a primavera-verão 2009.
“Cor é o símbolo da elegância feminina na temporada”, diz designer

Deu branco na imaginação dos estilistas. A cor foi unanimidade nos vestidos fluidos, nos macacões e nos tailleurs moderninhos que apareceram nas passarelas das últimas semanas de moda. E, ao que tudo indica, no verão 2009 toda mulher vai querer ter um “branquinho básico” para chamar de seu.

“O branco é uma cor sempre bem-vinda no verão, mas nesta temporada ganha força o look total, aliado aos acessórios”, garante Tufi Duek, estilista da Forum. A grife apresentou os modelos em branco mais sofisticados da recente edição da São Paulo Fashion Week.

 “Todas as cores ficam boas quando combinadas ao branco”, aponta Tufi, que desenvolveu sua coleção feminina inspirada no universo dos motoqueiros. “Com dourado fica incrível”, recomenda.

Quem também defende o branco como o símbolo da elegância do próximo verão é o estilista Waldemar Iódice. Para o criador da marca Iódice, a cor deixará ser restrita aos vestidos de noiva e às festas de Reveillon.

“Quando iniciei o desenvolvimento da minha nova coleção pensei muito no branco e nas várias tonalidades que se aproximam dele”, explica Waldemar. “Assim, surgiram algumas cores como o sunset color, nude, off-white, nevoa, blanc casse… Todas derivadas do branco”.

 

 Tapete vermelho e branco

A cor já ultrapassou os limites das passarelas. Nos eventos hollywoodianos, algumas das estrelas preferidas dos fashionistas desfilaram com seus modelitos brancos de alta-costura pelo tapete vermelho.

“O preto se tornou artifício um pouco óbvio na busca pela elegância”, afirma o estilista mineiro Victor Dzenk. “O branco remete à praia, ao frescor, à celebração, sem deixar de ser uma cor clássica”.

 

 Misturas e limitações

Destaque da última edição do Fashion Rio, Dzenk apresentou uma série de vestidos brancos trabalhados com cristais e rendas delicadas. “O grande lance está em quebrar o branco total com detalhes metalizados, usando acessórios de cores fortes, como o rosa, o pink, uma faixa de cetim amarelo…”, indica o designer.

Apesar de ser a cor da vez, os estilistas reconhecem que o branco não é lá tão democrático quanto o “pretinho básico”. “O preto emagrece e o branco evidencia as curvas. Por isso há limitações”, esclarece Dzenk, revelando que alguns modelitos de sua coleção vão apenas até o número 44.

Tufi Duek também reconhece que a cor pode não favorecer as mulheres mais, digamos, cheinhas. Mas nem tudo está perdido. “O branco pode ser conciliado com volumes para ter as proporções corretas, respeitando as medidas de cada mulher”.

Tudo questão de bom senso e preto no branco na hora de encarar o espelho.

Fonte:Dolores Orosco / G1/São Paulo

 

Contos de fadas inspiram desfile de lingeries

Uma floresta estilizada com figurinos inspirados nos personagens dos contos de fadas infantis. O tema, além de decorar o espaço central de um dos corredores do Salão Lingerie Brasil 2008, foi ainda mote para grifes parceiras da Amni desfilarem peças exclusivas para a ocasião, nesta segunda-feira, em São Paulo. A Amni além de ser a grande patrocinadora da feira, é a empresa que concede às marcas de moda íntima uma etiqueta assegurando a qualidade dos artigos fabricados com o nylon Rhodia.Corpete branco, calcinha com detalhes em tule, meia 7/8 e uma fita vermelha nos cabelos. Assim desfilou o look que fazia menção à personagem Chapeuzinho Vermelho, criado pela marca Fruit de La Passion.

Um sutiã com detalhes em drapeado e renda (lembrando o molde de uma concha), combinado a calcinha de tiras finas nas laterais é a criação da marca Plié para representar a personagem de A Pequena Sereia.

Vestida de Rapunzel, uma modelo se apresentou usando calcinha de renda transparente e sutiã de bojo frente-única na cor rosa, pela marca Stile V. Uma tiara com brilho completava a longa trança enfeitada com fios dourados.

Estiveram representadas ainda personagens como A Bela Adormecida, Cinderela, Príncipe, Branca de Neve, Alice nos País das Maravilhas, Pocahontas e Gato de Botas. Entre as grifes participantes, estiveram também Bordado Jussara, Darling, Hope, Lupo, My Lady, Puket, Scala, TriFil, Uni/Uni Sleepwear e Up Man.

O mercado de lingeries
Segundo dados divulgados pela assessoria do Salão Lingerie Brasil 2008, o setor de moda íntima emprega cerca de 41 mil costureiras em todo o País. O mercado, que cresceu 13% em 2007 se comparado ao ano anterior, representa 9,5% da cadeia produtiva têxtil nacional.

Os dados batem os 835 milhões de peças consumidas no mercado interno. E esse número não pára de crescer. Para 2008, a estimativa é que se aumente de 11% a 15% o número de modelos fabricados.

Mas os bons ventos não são de agora, o setor vem crescendo já há algum tempo. Só em exportações, por exemplo, dados conferem um crescimento de 19,2% entre 2005 e 2006. As vendas para os países estrangeiros, que movimentaram cerca US$ 31 milhões em 2005, passaram a faturar mais de US$ 37 milhões no ano seguinte.


Serviço:
Evento: Salão Lingerie Brasil 2008
Data: de 11 a 13 de agosto, das 13h às 20h
Local: Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo
Site: www.salaolingeriebrasil.com.br

Fonte: Aretha Yarak/Terra-Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Com corpete e meia 7/8, Chapeuzinho Vermelho desfila pela Fruit de La Passion

 

 

 

 

 

 

 

O Rio Summer vem aí com as coleções de alto-verão

Hoje o mundo da moda brasileira está voltado para as coletivas do novo evento fashion que promete esquentar o mercado de alto-verão nacional e internacional

 

Para esclarecer tudo certinho, Nizan Guanaes,  presidente do Grupo ABC, que realiza o evento, convocou uma coletiva de imprensa para explicar como deve funcionar o Rio Summer, que acontece entre os dias 5 e 8 de novembro.

“O Rio Summer vem concorrer com o Mercedez-Benz Fashion Week Swim (Miami), mas não com o São Paulo Fashion Week ou com o Fashion Rio. Adoro o evento de Miami, mas o Brasil tem que lutar pelo lugar que é dele na moda. O nosso objetivo é colocar o Rio como a capital da moda praia e do beach lifestyle mundial”, diz Nizan antes de levantar qualquer suspeita a favor da competitividade com as outras semanas de moda brasileiras.

Quem participa
As marcas que participam da primeira edição do Rio Summer foram selecionadas de acordo com o que foi chamado de DNA Brasil, e exibem algo diferente em relação ao que o mercado internacional já está acostumado a ver nas principais semanas de moda. O que não quer dizer que é uma curadoria baseada somente na moda praia, mas sim no lifestyle brasileiro:

Adriana Degreas, Blue Man, Carlos Miele, Cia. Martítima, Cris Barros, 284, Iodice, Isabela Capeto, Jô de Mer, Lenny, Osklen, Patrícia Vieira, Raia de Goeye, Rosa Chá, Salinas, Totem e Triya.

As grifes que participarão do evento foram selecionadas pelo inglês Robert Forrest (que tem no portfólio de clientes marcas como Armani, Ungaro, Calvin Klein, Elizabeth Hurley e Gianbatista Vall), Donata Meirellles, head buyer de marcas importadas da Daslu junto com Carlos de Souza (braço-direito do estilista Valentino por mais de 20 anos) e a estilista Lenny Niemeyer.

Apesar de boa parte das marcas já fazerem parte do line-up de outras semanas de moda tanto nacionais como internacionais, os estilistas prometem uma coleção diferente das apresentadas na temporada de verão. “ As coleções vão ser inéditas. Como no Brasil o verão é longo, dura cerca de 8 meses, o que a gente costuma apresentar em junho é só parte da produção”, diz o estilista da Rosa Chá Amyr Slama.

O evento
“O Rio Summer tem a possibilidade de trazer investidores e compradores internacionais, ao mostrar o que o Rio tem de melhor: o estilo de vida carioca, nossao lifestyle, reconhecido internacionalmente” – comenta o governador do estado do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, no vídeo de apresentação do evento.

Os desfiles acontecerão em duas tendas com capacidade para 400 e 300 pessoas respectivamente, que ficarão concentradas no Forte de Copacabana. O Hotel Fasano em Ipanema e (claro) o Copacabana Palace também vão abrigar ações dentro do Rio Fashion.

O Fasano, aliás, foi exclusivamente fechado para o evento e deve abrigar o 100 convidados com figuras conhecidas do jet set internacional.

“Uma coisa que eu vou dizer para vocês é que eu não quero Big Brothers. As salas são menores (do que os outros eventos de moda brasileira) e eu vou favorecer o pessoal da moda e eventuais celebridades que possam agregar valor ao evento.”

Moda praia
Estima-se que só no Brasil em 2007, cerca de 83 milhões de peças foram produzidas por ano neste segmento de acordo com informações do mercado. Deste total, calcula-se que 78% seja feminino e 22% masculino. Estima-se ainda que 6% da produção nacional é destinada a exportação, sendo sua maioria peças femininas. Ou seja 4,9 milhões de peças de moda praia nacional ganham o mundo. (Fonte Invista)

Por: Mayara Geraldini/IGModa

Fernanda Motta durante o desfile da Cia. Marítima no São Paulo Fashion Week

Smoking é transformado em look de moda praia

Na passarela desta segunda-feira no Sun & Swim, evento que reúne coleções de moda praia em Londres, puderam ser vistos maiôs que remetem ao visual masculino. O smoking foi incorporado em algumas peças do verão 2009.
A gravata borboleta, longas luvas, cartolas e o fraque também estiveram presentes no desfile.
O preto e o branco são as cores de destaque. Elas aparecem em modelos bicolores, em listras e, ainda, na estampa de bolinhas.

Já o estilo que segue a tendência jovem surgiu acompanhado por meias e tênis.

Mais de 200 estilistas e marcas apresentam suas coleções de swimwear no evento que ocorre até o dia 29 de julho.

 

 

 

O evento de moda praia reúne as tendências para o verão 2009

 

 

Por: Redação Terra/Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Biquínis coloridos marcam desfile de moda praia

Biquínis coloridos foram os destaques deste domingo na feira de moda de Düsseldorf, na Alemanha. Cores vivas como amarelo, vermelho e verde compõem estampas que lembram folhagens, dando vida às roupas de banho e saídas de praia.

Os looks foram complementados por óculos de sol gigantes e muitas pulseiras grossas e igualmente coloridas. As opções de saídas de praia variam de cangas a capas e vestidos tomara-que-caia.

Para os homens, as grifes apresentaram sungas que aproveitaram as cores dos biquínis, mas de forma menos extravagante, com algumas estampas floridas. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
O desfile na Alemanha levou biquínis coloridos para a passarela 

Por: Redação Terra/Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

História do Surf no Brasil

No Brasil, as primeiras pranchas, então chamadas de “tábuas havainas”, foram trazidas por turistas. A história começa em 1938 com a, provavelmente, primeira prancha brasileira, feita pelos paulistas Osmar Gonçalves, João Roberto e Júlio Putz, a partir da matéria de uma revista americana, que dava medidas e o tipo de madeira a ser usada. Pesava 80 kg e media 3,6 m. Em 1950, os cariocas Jorge Grande, Bizão e Paulo Preguiça, construíram uma prancha de madeira, inspirados nas pranchas de balsa que um piloto comercial americano da rota Hawaii-Rio, trazia em suas viagens. Não tinham flutuação nem envergadura. Em 1962, enquanto no Rio o Sr. Moacir criou uma técnica para dar envergadura aos pranchões, em SP, Homero Naldinho, com 14 anos, fazia suas madeirites que mediam apenas 2,2m (o tamanho das Minimodels, que surgiram somente em 1967), pois as placas de madeirite tinham esse tamanho.

Em 1963, George Bally e Arduíno Colassanti, começaram a shapear as primeiras pranchas de isopor. Com uma lixa grossa presa a uma madeira, levavam dois dias para fazer uma prancha. A referência era uma foto de revista.
Em 1964, Mário Bração e Irencir, conheceram o australiano Peter Troy, que trouxe outlines (templates) e noções de shapear de seu país. Ainda usava o madeirão como lixa, o ralador de côco e a grosa. Mais tarde apareceu o “Suform” importado, mas o bloco ainda era de isopor. Enquanto isso, em SP, Homero fazia as primeiras pranchas de madeira oca. Inspirado em pranchões gringos.

Em 1965, o Cel Parreiras fundou a primeira fábrica de pranchas no Brasil: a São Conrado Surfboard, no RJ. Parreiras adaptou para o shape uma técnica usada no aeromodelismo: após colar a longarina com a curva desejada, usava fio quente para cortar o fundo e o deck acompanhando a curva da longarina. A seguir cortava o outline e dava o finish. Seus shapers Mário Bração e Ciro Beltrão. Mais tarde, Carlos Mudinho também passou a shapear na São Conrado.

Enquanto isso, em SP, além de Homero, Eduardo Faggiano, o Cocó, Nelsinho e Lagartixa, faziam pranchões de madeira envergados com calor. Mas logo aderiram ao isopor e a técnica do fio quente, a exemplo de pioneiro Parreiras.

Em 1967, Penho volta do Hawaii, trazendo a primeira plaina Skill e a técnica de shapear. Porém, as minimodels haviam acabado de surgir e ninguém sabia exatamente o que shapear. Faziam-se miniguns e minipranchões, mas nada com embasamento teórico. Nessa época surgiram os shapers Miçari, Rico, Wanderbilt, Tito Rosemberg, Marcelo “Caneca”, Otávio Pacheco, Maraca, Zeca Guaratiba, Isso Amsler, Paulo Aragão e Dentinho.

Em 1969, o Cel. Parreiras, lança o poliuretano branco com química importada Clark Foam. Paralelamente, Homero cria a primeira fábrica de pranchas de SP e passa a comprar blocos Clark Foam do Cel. Parreiras. Inovador, Homero alcançou popularidade em todo o Brasil. Além de ter criado, provavelmente, a primeira máquina de shape do mundo, dava garantia de 1 ano para suas pranchas modelo Homero Luxo e de 6 meses para o modelo “Superlight”.

Nessa mesma época, Tito Rosemberg voltava da Europa e EUA, com um Know-How bastante avançado para a época, passando a dividir o mercado brasileiro com Homero.

Em 1970, o surf explodiu, e a moda era shapear a própria prancha. Surgiram então muitos nomes: No Rio, Bocão e Betão, Pepê Lopes e Jorge Pritman, Lype Dylong, Daniel Friedman, Ricardo Bravo, e mais tarde Heinrich Reinhard, Heitor Fernandes, Italo Marcelo, Gustavo Kronig e Victor Vasconcelos. Entre outros. Em SP, Guto Navarro (Maui) Eduardo Argento (Twin), Brito (Moby), Flávio La Barre. Longarina, Paulo Rabello, Pascoal, Jorge Português, Jorge Limoeiro, e mais tarde Almir Salazar, entre outros.

 

 

 Fonte: 360graus/Terra

 

Cia. Marítima exibe biquínis nos EUA

A grife brasileira de moda praia Cia. Marítima mostrou sua nova coleção de verão durante um desfile na semana de moda Mercedes-Benz, neste domingo, em Miami.

A linha é a mesma que recentemente foi apresentada no São Paulo Fashion Week e traz modelos de biquínis sofisticados, com acabamentos feitos com laços, fivelas e argolas.

Os maiôs e saídas de praia com muitas estampas são opções ainda mais elegantes para quem quer curtir o sol com conforto e estilo. 

 

A Cia. Marítima exibiu em Miami a coleção apresentada no São Paulo Fashion Week deste ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por: Redação Terra

 

 

Vestidas de anjo, modelos desfilam em praia libanesa

Algumas modelos usaram asas, de fantasia de anjo, para exibirem as lingeries da grife K-Lynn. O desfile, também composto por biquínis e maiôs, ocorreu neste domingo na praia de Byblos, em Beirute, Líbano.

Além dos clássicos branco, preto, vermelho e rosa, a marca propõe cintas-liga e corpetes em estampas que remetem a pele de animais, como a onça.

Já na linha de moda praia, os recortes dão forma aos maiôs. Aplicações de pedrarias e brilhos foram usados nos acabamento de algumas peças.

A apresentação reuniu banhistas e curiosos, principalmente homens, em torno do palco montado nas areias da praia libanesa.

Fonte: redação Terra/Moda

 

 

O desfile da K-Lynn ocorreu na praia de Byblo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Calçadistas lançam novidades para enfrentar concorrência externa

A Feira Internacional de Calçados, Acessórios de Moda, Máquinas e Componentes (Francal), em São Paulo, mostra que os fabricantes brasileiros estão se preparando para enfrentar a concorrência estrangeira com coleções que apostam no conforto e na consciência ecológica. 

Fósseis de 100 milhões de anos descobertos no interior do Ceará inspiraram o desenho da coleção de sandálias feitas de pneu reciclado. Ainda na linha do apelo ecológico, um tênis de garrafas pet, com forro de bambu e detalhes de fibra de bananeira.

“Para cada pneu reciclado nós conseguimos produzir e colocar de volta para uso pessoal em torno de seis pares de calçados”, diz Ariano Novaes, gerente de produto.

Apostando no conforto, uma empresa desenvolveu um “truque” para as crianças não andarem mais de sapato apertado: a palmilha indica para os pais a hora de trocar o sapato por um maior.

 Leveza

Na primavera e no verão, a indústria propõe aos homens sapatos claros e leves, inclusive um que pesa apenas 160 gramas.

Já os calçados femininos vêm com detalhes mais delicados. “A gente sai de uma coleção de saltos muito grossos, tiras muito largas. Então esse ano a gente quer uma coisa mais feminina”, afirma a estilista Luíza Barcelos.

Para vender mais, o investimento é pesado. Para quatro dias de feira, um estande que imita uma floresta custou a uma das empresas participantes R$ 300 mil.

De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), a expectativa é que o setor fature 8% a mais entre julho e dezembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. “É um fetiche. E naquilo que se gosta com certeza o consumidor consome e gasta”, afirma Abdala Jamil, presidente da Francal.

O setor espera também aumentar o faturamento com as exportações este ano, uma vez que os compradores admitem que o calçado brasileiro é melhor do que o chinês, por exemplo. Para ganhar mercado no exterior, uma empresa gaúcha patrocina times de handebol na Croácia e de hóquei na Finlândia. 

 

Fonte: globo.com/noticias

Movimento Verão 2009

Grife de moda praia mostra boa coleção com ênfase no biquini e muita inovação na modelagem

A Movimento mostrou uma coleção bastante colorida e vibrante, com muitas propostas de acessórios e novos estilos de biquini. Poucos maiôs fazem parte desta série, criada pela estilista Tininha da Fonte. A inspiração desta vez foi o universo selvagem personificado por mulheres fortes e guerreiras. E foi bem assim o desfile, principalmente a abertura com quatro modelos negras e o cenário, criado por Clésio Régis. Ecologicamente correta a ambientação foi feita com troncos de árvore recobertos artesanalmente com casca de madeira sustentável, formando um belo mosaico.

Estampas étnicas ou orgânicas, com folhas, camuflados e a animais. Na questão cores a paleta usada foi de verde folha, roxo açaí, vermelho fogo e amarelo ouro em contraste com tons neutros como preto, marrom, branco e bege.

A estilista tentou invovar no exíguo biquini com drapeados, bordados, apliques e cortes diferentes no sutiâ com faixas, triângulos e alças largas. A parte de baixo vem reta em tamanhos e modelagens diversas ou seja, há uma quantidade de modelos enorme.

Como complemento a estilista apresentou vestidos amplos e longos e também os curtinhos, além de shorts, macaquinhos, bermudas e calças em looks que uniram o urbano ao “off road”.

Os tecidos utilizados são da mais nova tecnologia para conferir conforto. São tecidos como stretch com elastano, algodão de fio egípcio, seda pura e jersey com elastano.

 

Por Beth Ferreira

 

 

 

 

 

 

Como se tornar mais ecológico em 30 dias

 Na teoria, a gente até topa fazer tudo pelo planeta. A prática é que são elas. Então, como desafio a repórter Carolina Costa, topou passar um mês cumprindo à risca dez hábitos verdes. Os sabores e dissabores da moça foram registrados a cada manhã no site da BONS FLUIDOS. E aqui você confere quanta coisa ela aprendeu até com os internautas.

1) Evitar sacolas plásticas

Quem tem família grande costuma rejeitar qualquer tentativa de se livrar definitivamente das sacolas plásticas e ir ao supermercado com uma retornável. Comigo, que tenho quatro gatos abastecendo a caixa de areia todos os dias, não foi diferente. Como iria jogar a sujeira deles fora? A solução foi colocar uma lixeirona bem tampada na área de serviço, revestida de um saco preto grosso, que agüenta até 100 litros. Sacolinha, só no cesto do banheiro.
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio. Requer uma pregação junto a balconistas e empacotadores.
• O QUE APRENDI | Contei 108 sacolinhas plásticas antes de parar de pegá- las em padarias, locadoras e supermercados.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Não teria juntado 108 sacolinhas. Uma por semana é mais que suficiente.
 

 

2) Utilizar os dois lados do papel
Fim de expediente, uma colega de trabalho resolveu desentulhar a mesa e fazer uma limpeza em seus documentos. No dia seguinte, a lixeira estava abarrotada de papel. Peguei o maço e resolvi contá-lo: 376 folhas, o equivalente a quase quatro blocos de papel sulfite. Algumas nem tinham sido usadas. Eram tantas folhas que serviram para abastecer a impressora por oito dias.
• GRAU DE DIFICULDADE | Fácil.
• O QUE APRENDI | De fato, as folhas que já foram usadas de um lado enroscam mais na impressora – contei uma média de duas para cada 100. Mas não é nada que desestimule a reutilização.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Juntaria maços de vários tamanhos, colocaria espiral e faria bloquinhos de anotação. Distribuiria entre meus colegas de trabalho.
 

 

3)Tirar os aparelhos do stand-by
Sabe aqueles olhinhos vermelhos que brilham na escuridão quando você se levanta à noite para ir ao banheiro? À espreita na sala, na cozinha e até mesmo no criado-mudo, ao lado da cama, eles são a marca mais visível do desperdício de energia elétrica. Pesquisas mostram que os aparelhos em stand-by encarecem em até 20% a conta de luz. Ou seja, senti no bolso quanto vale a pena ser fiscal dos aparelhos ligados.
• GRAU DE DIFICULDADE | Mamão com açúcar.
• O QUE APRENDI | Meu consumo, que no mesmo período do ano passado foi de 171 kWh mensais, passou para 154 kWh – uma queda de quase 10%.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Nos primeiros dias, me esquecia de puxar os fios da tomada. É bom colocar lembretes pela casa.
 

 

4) Deixar o carro em casa
A proposta era não tirar o carro de casa, mas eu inventei moda e fui logo me atirando na rua em cima de uma mountain bike emprestada. A cada esquina tive que enfrentar subidas íngremes, carros que davam fechadas bruscas, ônibus que buzinavam, cachorros que latiam.
• GRAU DE DIFICULDADE | Difícil se seu bairro é cheio de ladeiras.
• O QUE APRENDI | São Paulo é cruel com os ciclistas: os motoristas não nos respeitam, os pedestres olham feio quando subimos na calçada. Andar a pé, de ônibus ou de carona é uma boa saída para quem não quer pedalar. E, às vezes, é preciso apelar mesmo para o táxi.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Usaria uma bike com pneus maiores, mais finos e lisos, que rendem melhor no asfalto. E faria um condicionamento físico antes porque empurrar a magrela na ladeira é vexame.
Quando você começa a reciclar, se dá conta do volume de lixo que produz e memoriza o que pode e o que não pode ser reaproveitado

 

 

5) Usar produtos de limpeza biodegradáveis
A maioria dos produtos de limpeza tem algum tipo de solvente na composição: do benzeno ao tricloroetileno, todos contaminam o solo e os lençóis freáticos.
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio. Exige um bom garimpo de produtos.
• O QUE APRENDI | Já existem no mercado opções de sabão em pedra e em pó que são biodegradáveis. Para encerar o chão e lustrar os móveis, basta misturar óleo vegetal com suco de limão. O resto fica por conta do vinagre branco: ele serve para desinfetar pisos, tirar limo e lustrar inox.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Muitas marcas divulgam que são “ecológicas” ou “respeitam o meio ambiente” quando continuam fabricando produtos tóxicos. É bom investigar antes. Liguei para o SAC de uma dessas empresas e me disseram que era ecológico porque se decompunha em dez dias. Os outros demoram até dois anos para sumir.
 

 

6) Separar e reciclar o lixo
O país que se gaba de ser o maior reciclador de latas de alumínio é pródigo em sujar o planeta. Cada brasileiro produz 1 kg de lixo por dia, contra a média mundial de 685 g por habitante. Com isso, garrafas PET vão parar nos córregos, sacolas plásticas entopem bueiros…
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio no começo. Fica fácil com o tempo.
• O QUE APRENDI | Me dei conta do volume de lixo que produzo e memorizei o que pode e o que não pode ser reciclado.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Consumiria menos e reutilizaria mais. Etapas anteriores à reciclagem que raramente são colocadas em uso.
 

 

7) Fazer uma composteira
A internet está coalhada de sites ensinando a montar uma composteira – onde restos de materiais orgânicos são transformados em adubo. Não há quase nada sobre seu uso em apartamentos. Descobri por quê: as composteiras precisam ficar ao ar livre. Só assim para as mosquinhas darem sossego e o mau cheiro não se alastrar.
• GRAU DE DIFICULDADE | Difícil.
• O QUE APRENDI | Esse lance de adubo orgânico é para quintal.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Usaria caixa plástica como recipiente.
 

 

8 ) Consumir menos
Vitrines são mesmo uma tentação. Muitas vezes, saí de casa sem a menor intenção de consumir e acabei com o nariz grudado no vidro de uma loja. Consumir menos significa desperdiçar menos e produzir uma quantidade menor de lixo.
• GRAU DE DIFICULDADE | Mais fácil para quem está numa fase duranga.
• O QUE APRENDI | Os marqueteiros são mesmo feras nesse negócio de despertar desejos…
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Deixaria o cartão de crédito em casa.
 

 

9) Reutilizar água da máquina de lavar
Só num ciclo normal da máquina de lavar, vão 145 litros de água. Trata-se de um volume descomunal se levarmos em consideração que a água doce, que abastece da torneira ao vaso sanitário, representa cerca de 2,5% de toda a água do planeta.
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio. É preciso ficar pajeando a máquina.
• O QUE APRENDI | O primeiro enxágue, com sabão, serve para lavar o chão e o banheiro. Para aproveitar o segundo enxágüe nas plantas, é preciso abolir o amaciante. Fora o cheirinho, não senti diferença.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Preciso de mais baldes.
 

 

10) Não comer carne vermelha
Maiores responsáveis pelo desmatamento de florestas e regiões de mata nativa, as áreas de pasto vêm crescendo no mundo todo.
• GRAU DE DIFICULDADE | Difícil para carnívoros assumidos, como eu.
• O QUE APRENDI | Descobri que a culinária indiana é rica em pratos com legumes e vegetais e mesmo os restaurantes que não são vegetarianos fazem bons pratos sem carne. Você vai se dar bem com as múltiplas possibilidades de salada.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Uma mudança gradativa e tomaria vitamina B12, que impede a anemia.
 

 

Comentários dos internautas

Cada mudança de hábito da Carol gerou muitos comentários. O que os internautas mais debateram foi o consumo de carne vermelha. Alguém que não quis se identificar começou a provocação: “Quero ver uma pessoa deixar de comer carne e pedalar”. Em defesa do hábito verde, um professor de educação física disse que não só pedalou 200 km como também é vegetariano. Ou seja, dizer que os vegetarianos não podem fazer esforço físico é pura falácia. Sem contar outras pessoas que postaram receitas sem carne para estimular o apetite de nossa repórter. No capítulo das sacolas plásticas, uma das internautas, Suzana, falou que gostaria de uma sacola retornável em forma de mochila (olha aí a dica, pessoal!). A Nine disse que carrega sempre uma dobrável dentro da bolsa e a utiliza até na livraria. E choveram posts com dicas de como usar o vinagre na limpeza da casa. “Com bicarbonato, ele deixa o mármore limpinho”, escreveu Anny.

 

Por: Carolina Costa/Revista Bons Fluidos

Moda Praia – Verão 2008/2009

A moda praia para o Verão 2009, traz o clima de romantismo misturado ao étnico, além de uma modelagem retrô influenciada pelos anos 50,60 e 70.

Maiôs, biquines, frente-única, cortininha e tomara-que-caia nas mais variadas versões – listrados,”pois” ( bolinhas), florais, tribais, efeitos marmorizados, tie-dye, desenhos abstratos e geométricos, bichos e até mesmo em retilínea.

Cores fortes, babadinhos, argolas e bordados em paetês.

Cores: amarelo, vermelho, azul, verde, roxo, coral, laranja, pink, tons terrosos, pastel e a dupla P?B ( preto e branco), principalmente no pois (bolinhas) e listrado.
praia para o Verão 2009, traz o clima de romantismo misturado ao étnico, além de uma modelagem retrô influenciada pelos anos 50,60 e 70.

Maiôs, biquines, frente-única, cortininha e tomara-que-caia nas mais variadas versões – listrados,”pois” ( bolinhas), florais, tribais, efeitos marmorizados, tie-dye, desenhos abstratos e geométricos, bichos e até mesmo em retilínea.

Cores fortes, babadinhos, argolas e bordados em paetês.

Cores: amarelo, vermelho, azul, verde, roxo, coral, laranja, pink, tons terrosos, pastel e a dupla P?B ( preto e branco), principalmente no pois (bolinhas) e listrado.

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Por :Leonize Maurílio

 

 

Biquíni cortininha ainda é hit, mas agora na parte de baixo

SÃO PAULO (Reuters) – Passam os anos, passam as modas e o biquíni cortininha continua hit absoluto das grifes de moda praia brasileiras.


Segundo estilistas, a cortininha está agora também na parte debaixo do biquíni, um sucesso de vendas do verão passado que deverá permanecer no próximo.


O biquíni cortininha, que remonta inovações da moda praia dos anos 1980, funciona como o próprio nome diz — é regulável como uma cortina, podendo deixar mais pele à mostra, ou não.


A Cia Marítima, a Blue Man e Movimento, que exibiram suas novas coleções esta semana no São Paulo Fashion Week, não deixaram o modelo de fora de seus desfiles, com uma profusão de cores e estampas que mal lembram a monotonia cromática dos cortininhas do século passado.


“Para quem quer ir para a praia ficar queimada é o cortininha, não tem jeito”, disse a estilista da Cia Marítima, Patrizia Simonelli, no meio de diversos biquínis sofisticados, com alças grossas e detalhes de resina.


Ela afirmou que o modelo cortininha na parte de baixo foi um “estouro de vendas no ano passado” devido ao conforto. “Você pode franzir um pouco na parte de trás, regulando se quer deixar menorzinho ou maiorzinho.”


A Cia Marítima fez seu desfile na noite de quarta-feira sob a marquise do parque do Ibirapuera, com aquecedores espalhados pela sala improvisada para espantar o frio. O desfile contou com a top tcheca Karolina Kurkova e criações inspiradas no movimento hippie e na swingin’ London.


Entre estampas manchadas de tie-dye, oncinhas e flores, a marca aposta no colete como uma variável da saída-de-banho. Um deles era mais comprido e de seda, e outro era curtinho e todo bordado de vidrilhos.


A Blue Man terá oito modelagens diferentes para o biquíni cortininha. Para a passarela levou um modelo que imitava renda preta aplicada sobre um fundo rosa, e outro com fundo branco e estampas de cajus.


“Em time que está ganhando não se mexe”, disse David Azulay, estilista da Blue Man, justificando a “aposta” do próximo verão no sucesso do verão passado. A grife também levou para a passarela uma série de biquínis esportivos, listrados de cores sóbrias como vermelho e branco.


A Blue Man, que trocou o Fashion Rio pelo SPFW, desfilou na quinta-feira em uma sala do pavilhão da Bienal, com uma banda ao vivo e o ator Cauã Reymond na passarela. Uma das inovações da marca foi uma tecnologia para fazer um patchwork em lycra com crochê e lurex, usada para um maiô engana-mamãe e um biquíni.


A Movimento levou apenas um biquíni cortininha na parte de baixo, com um tecido bem colorido por volta da cintura e o tapa-sexo de uma cor só, em azul. Na parte de cima, o biquíni parecia mais um top, com alça frente-única.


A grife investiu forte na tendência de alças elaboradas para a moda praia, um efeito que dá um ar de sofisticação aos desfiles, mas que geralmente não chega inteiro nas araras das lojas.


Tininha da Fonte, estilista da grife, acredita que nem todas as mulheres estão atrás da cor do verão. “As mulheres hoje em dia não estão se preocupando tanto com o bronzeado, o que importa é estar bonita na praia”, disse.

Por Fernanda Ezabella

 

Saídas de Praia valorizam visual de verão

Todas as coleções de moda praia oferecem agora uma série de roupinhas leves e soltas, em geral em estampas iguais as dos maiôs e biquínis. É previsível, já que ninguém mais vai para a praia de roupa velha ou com um camisetão qualquer. Para as grifes do setor, esta extensão de estilo aumenta as vendas e faz vitrines mais tentadoras, mais completas. E quais são as propostas?Primeiro, os macaquinhos, presentes em praticamente todas as marcas, seja de moda praia ou não. São versáteis para quem mora distante das areias ou do clube e tem que pegar ônibus ou dirigir o carro até chegar às ondas. Ficam bonitinhos, joviais e circularão dia e noite nas cidades de praia.

Depois, o vestido longo. Bonito, faz uma entrada triunfal nos lugares. Assim, em um resort de celebridades, por exemplo. Tem que saber tirar, para não virar uma barraca cheia de panos voando. Há modelos leves da Cia. Marítima prontos para ondularem aos ventos. Claro que uma performance é importante, para valorizar o vestidão.

E as novas batinhas, que se transformaram em túnicas, com a cintura franzida. São boas aquisições porque fora das piscinas e das praias podem complementar jeans, shorts e bermudas. Os tecidos finos cobrem um body ou mesmo o sutiã do biquíni. Seco, por favor.

Se o caso é um almoço em casa de amigos, entre um mergulho e outro, que tal uma pantalona? Chiquérrima, de seda, com cores fortes, com uma rasteira dourada, um luxo. Para todas as idades, com contra-indicação apenas para bustos grandes, em biquínis pequenos. Melhor com maiôs ou corpos magros.

Nos cruzeiros, atual mania dos turistas brasileiros, a roupa de sair da cabine e chegar às cadeiras do deck pode ser um minivestido solto liso ou estampado. Aceita sandálias rasteiras altas ou tênis de lona como acessórios. Da Cia. Marítima, por exemplo.

 

 

Por: Iesa Rodrigues / Terra Moda

 

Marcio Madeira/Especial para o Terra

As sa�das de praia viraram as queridinhas das grifes de beachwear

 

 

Vide Bula usa garrafas pet como matéria prima para sua coleção de verão

Tudo começou assim: no mês passado (08/05) a Vide Bula fez um mega bazar eco-social em sua fábrica cuja entrada era paga com uma garrafa pet. Na ocasião, 28.534 pessoas passaram pela fábrica reunindo um total de 50 mil garrafas, que foram todas doada à ASMARE – Associação dos catadores de papel, Papelão e Material Reaproveitável.

Agora todas essas garrafas serão transformadas, dando trabalho a moradores de rua de Belo Horizonte, em fibras de poliéster que serão utilizadas na nova coleção da marca. Com isso a Vide Buleadá continuidade ao trabalho ambiental desenvolvido pela marca há mais de 20 anos.

Vale lembrar que hoje o Brasil é um dos maiores recicladores de garrafa pet do mundo, sendo que 57% dessas embalagens são transformadas em fibra de poliéster.

Para quem não sabe o poliéster, também conhecido como tergal, é uma fibra química – derivada do petróleo – que pode ser usada em malharia como tecido plano ou combinada à outras fibras, tanto químicas como naturais. É também um tecido super versátil sendo usado no vestuário, decoração, revestimento… sem contar também que é uma das fibras mais baratas que se pode encontrar. Ou seja, vide bula para mais instruções sobre como ajudar a salvar o planeta!

Por: Luigi Sawaya Torre

Fashion Rio começa e acaba em clima de deserto em seu quarto dia de desfiles

Saara foi inspiração da Tessuti e da Cavendish para o Verão 2009. Outras marcas levaram flores e muitos babados para a passarela.

O deserto abriu e encerrou esta terça-feira, 10, no Fashion Rio . Foi das dunas e dos povos do Saara que vieram as referências para as coleções de verão que a Tessuti e a Cavendish apresentaram no quarto dia da semana de moda. Apesar da inspiração em comum, as duas marcas apresentaram desfiles completamente distintos – no estilo e no tamanho da platéia. 

 Em sua primeira coleção desde o desligamento de Clara Vasconcelos, a Tessuti apostou pesado nas ondas (ou babados) e nos tons de areia, que dominaram a coleção. Primeira do dia a desfilar, às 10h, a marca reuniu menos gente do que o previsto no Museu de Arte Moderna.

Já a Cavendish entrou na passarela quando já se passava das 22h e ninguém mais podia entrar na sala. A razão? Lotação esgotada. Os muito que conseguiram entrar viram de perto um desfile capitaneado por Isabeli Fontana fazendo estilo tuareg, com lenço na cabeça. Entre tons terrosos e outros não tanto, a marca deixou surgir o romantismo em estampas de flores.

As flores também marcaram presença nesta terça no desfile de Victor Dzenk e da Maria Bonita Extra . Enquanto o estilista mineiro trouxe para a passarela o estilo barroco das naves das igrejas históricas de Tirandentes e Ouro Preto, a marca carioca trabalhou em cima da suavidade oriental, a partir do romance “O Amante”, de Marguerite Duras. O desfile brincou com masculino e feminino em formas e cores tão delicadas quanto a voz da cantora Malu Magalhães, que se apresentou ao vivo na passarela.

Delicadeza também foi a chave do desfile da Apoena . Num sonho de futuro perfeito e feliz, a estilista Kátia Ferreira levou para a passarela um rico colorido em flores, estrelas, casinhas e patchwork em bordados. Outra que se apropriou da rica trama entre fios foi Eliza Conde, cuja coleção de verão tem como base as tranças, que aparecem entremeadas por dourado nas finalizações de vestidos e blusas, nas tiras das sandálias e nos cintos.

Mas o dia não foi só dos veteranos no Fashion Rio. Sob a alcunha ‘Novos Talentos’, Homem de Barro e Filhas de Gaia desfilaram pela primeira vez uma coleção de verão no evento. A Homem de Barro , que já tinha participado da semana de moda na edição de janeiro, propôs estampas supercoloridas de corujas, pássaros e flores a partir da brincadeira de caça ao tesouro. Já a estreante Filhas de Gaia usou a rosa que desabrocha do concreto como referência numa coleção em que as formas são predominantemente secas e os volumes surgem intensos nos quadris.

Por:  Flávia Motta Do EGO, no Rio

 

Fashion Rio traz a preocupação com a responsabilidade ambiental

Já faz um tempo que os eventos brasileiros de moda andam preocupados com a responsabilidade ambiental. Para essa edição primavera-verão 2009 não poderia ser diferente, principalmente quando o evento em questão é o Fashion Rio

 

 

Em uma cidade com praia, mar e natureza na paisagem o tema Repensar, reciclar, renovar é perfeito para ilustrar 13ª edição da semana de moda carioca.“O Fashion Rio repercute lá fora e faz a moda brasileira acontecer. Aproveitando o tema do evento, vamos propor uma reflexão sobre a necessidade de transformação e renovação, não apenas das matérias-primas utilizadas na indústria da moda, mas também das nossas atitudes, em benefício de uma sociedade sustentável – diz o presidente do Sistema FIRJAN (realizador do evento), Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira.

Eloysa Simão, idealizadora e coordenadora do Fashion Rio, reforça a importância de a sustentabilidade ser uma preocupação de todos. “A moda pode ser uma questão de atitude e também de mudança de atitude.  E estamos em um momento em que as pessoas têm que buscar a renovação, com fórmulas que saiam do previsível. Buscar uma tecnologia viável e eficiente de reciclagem é fundamental para a sobrevivência de todos nós”, salienta.

A programação visual desta edição traz peças da série Retalhos, do artista plástico André Andrade. Para a montagem do evento, será utilizada uma madeira ecologicamente responsável, composta por materiais inusitados, como fibra de coco, borra de café, notas de dinheiro descartadas pela Casa da Moeda e resíduos da indústria têxtil. As tendas serão decoradas com luminárias feitas de carretéis de linha de máquinas industriais, em trabalho da artista plástica Ivana Curi.

Para o line-up principal, esta edição traz a estréia da grife Espaço Fashion, além da volta de Carlos Tufvesson, que não desfilava em passarelas cariocas há quatro anos. Entre os novos talentos, as novidades são a Koolture e a Filhas de Gaia. Elas se juntam a Giulia Borges e Homem de Barro, que entraram para a programação do evento na última edição.

 

Por: Mayara Geraldini

A atriz Taís Araújo no desfile de inverno da TNG

Coven faz coleção de verão a partir de elementos orientais

Para comemorar seus 15 anos, a grife Coven levou o universo oriental para a coleção do verão 2009. Estão presentes nas peças a cultura e símbolos de alguns países, como Japão, China, Tibet, Mianmar, Índia, Indonésia, Malásia e Tailândia.
O ponto forte da marca são os tricôs que surgem com cara artesanal. Também foram utilizados na confecção das roupas algodão, seda e tricoline. Já a aposta para a estamparia são os motivos florais.Como referência à inspiração oriental, a modelagem assemelha-se a quimonos. Mas a alfaiataria faz o contraponto Ocidente-Oriente. 

Coven comemora 15 anos da marca com a coleção verão 2009

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Terra/Moda

Francal 2008

Maior feira de moda e negócios do setor em toda América Latina, a FRANCAL é o evento mais importante do ano para os fabricantes brasileiros junto ao mercado interno e o melhor cenário para as relações comerciais com o mercado internacional.

Consolidada como a mais internacional feira do continente americano, destes segmentos, pelo grande volume de compradores internacionais que vem ao Brasil em busca de qualidade e do design brasileiro.

ONDE E QUANDO?
FRANCAL 2008
1 a 4 de Julho de 2008
Horário:
01 a 03: das 10 às 20 h
04: das 10 às 17 h


Parque de Exposições Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1209
Santana – CEP: 02012-021
São Paulo – SP – Brasil

 

http://www.feirafrancal.com.br/2008

Estilista cria biquíni feito com pele de peixe

O salmão é um peixe bastante consumido em todo o mundo. Para aproveitar o que é descartado no preparo de diversos pratos, a estilista chilena Claudia Escobar criou um biquíni feito com a pele do animal.
A estilista afirma que o tecido confeccionado com a pele do peixe é confortável, bastante elástico e durável. “É muito legal pegar uma matéria-prima comum e transformá-la em um produto que agrega valor”, disse a designer.Os biquínis são feitos em cores variadas e cada peça custa, em média, US$ 500.

 

Redação Terra/Moda

 

Modelo exibe biquíni feito com pele de salmão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TEXFAIR – Feira Internacional da Indústria Têxtil-Os primeiros lançamentos para a primavera-verão 2008/2009

De 27 a 30 de maio de 2008, Blumenau se transformará no maior centro lançador de moda e de artigos para decoração do país, apresentando os lançamentos de cerca de 220 expositores.

Consolidada como o mais importante evento da América Latina em tendências e referências de moda, a Texfair do Brasil – Feira Internacional da Indústria Têxtil terá sua nona edição acontecendo entre 27 e 30 de maio de 2008, no Parque Vila Germânica, em Blumenau, Santa Catarina.

O evento reúne as mais expressivas marcas do setor e as maiores indústrias têxteis e de confecções do País para apresentar seus lançamentos e coleções primavera-verão 2008/2009, nos segmentos de cama, mesa, banho, vestuário e tecidos para decoração. Direcionada a lojistas, nacionais e internacionais, a Texfair 2008 estima receber um público visitante estimado 30.000 mil pessoas. A feira reunirá aproximadamente 220 expositores, representando mais de 500 marcas, para apresentar os primeiros lançamentos das coleções primavera–verão 2008/2009.

O evento é promovido pelo SINTEX – Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau, e organizado pela Vale Feiras & Eventos.

Texfashion

 
A programação da Texfair 2008 destaca a terceira edição do Texfashion, desfile/show que apresenta os grandes lançamentos dos principais expositores do evento. Ulrich Khun, presidente do SINTEX, declara: “O Texfashion traz o glamour da moda para a feira de negócios mais importante do setor da América Latina; é um espaço para o público interagir e conhecer os lançamentos, tendências e novidades das coleções primavera-verão 2008/2009 nos segmentos de cama, mesa e banho e de vestuário infantil e adulto”. Nas duas edições já realizadas, o Texfashion reuniu cerca de 15 marcas e atraiu um público de mais de duas mil pessoas, inserindo o desfile da Texfair no calendário fashion nacional.

Os desfiles do Texfashion 2008 vão acontecer nos dias 27 e 28 de maio, com a presença das seguintes marcas: BGO Têxtil, Brandili, Cativa, Círculo, Döhler, Hering, Lepper, Lepper Dreaming, Pakalolo, Rovitex, Teka, The Philippines e Trick Nick, simultaneamente a uma programação de eventos alternativos.

Rodadas de Negócios

A exemplo da performance obtida nas edições anteriores, a Texfair 2008 criará um excelente ambiente para ações de intercâmbios comerciais e tecnológicos entre expositores e compradores de vários países: as Rodadas de Negócios.

Os encontros serão promovidos pela ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil, com apoio da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, órgão do governo federal. Para o presidente do SINTEX, “a presença de compradores de organizações estrangeiras durante a feira otimiza as expectativas quanto à solidez e à qualidade das ações comerciais a serem iniciadas na Texfair”.

Parque Vila Germânica

A Texfair é realizada no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC), um dos mais modernos pavilhões de eventos do País.  E foi justamente o crescimento contínuo da Texfair que viabilizou a construção do pavilhão, projetado para acomodar a maior feira nacional do setor: em uma área de exposições de 25 mil m², totalmente climatizado e com a infra-estrutura necessária para atender a expositores e visitantes, do Brasil e do exterior. A edição 2008 vai trazer mais uma comodidade: a Texfair contará com internet sem fio gratuita (wireless). Blumenau dispõe de rápido acesso pelos aeroportos de Navegantes, Joinville e Florianópolis, além de excelentes vias terrestres.

Serviço:

Texfair do Brasil – Feira Internacional da Indústria Têxtil – 9ª Edição
(lançamentos primavera-verão 2008/2009  cama, mesa, banho, vestuário e tecidos para decoração)
Data: 27 a 30 de maio de 2008
Horário: das 10 às 19 horas
Visitação: evento exclusivo para profissionais do setor – proibido o ingresso para menores de 16 anos
Local: Parque Vila Germânica – Rua Alberto Stein, 199 – Bairro da Velha
Blumenau (SC)

www.texfair.com.br

Como usar calçado aberto nos dedos no inverno?

O escarpin aberto nos dedos na verdade é um sapato do tipo ‘peep toe’, que deixa só as pontinhas dos dedos à mostra. Como a abertura é bem pequena, dá pra continuar usando no inverno com meias opacas.Nesse caso, para o visual ficar proporcional, se o sapato tiver salto mais fino e for delicado, evite usá-lo com meias muito grossas – prefira as de fio 40. Sapatos mais pesados e com saltos grossos ficam bem com as de fio 60 e 80. As meias de nylon transparentes não devem ser usadas.

Na hora de coordenar as cores, lembre que meias e sapatos da mesma cor ou em tonalidades bem próximas criam um look mais discreto e também ajudam a dar a impressão de alongar e afinar visualmente as pernas.

Se isso não for uma preocupação, combine as cores à vontade. Vale até apostar em meias coloridas ou nos sapatos metalizados usados com meias escuras.

 

 

Por: Roberta Bourguignon

 

 

 

 

O verão acabou e a proximidade dos dias frios exige cuidados redobrados com a pele e o cabelo

Cabelos
Durante o inverno o uso do secador é mais freqüente, o que colabora ainda mais para o ressecamento dos fios. A dica é não utilizá-lo em uma temperatura muito quente e mantê-lo a uma distância de pelo menos 15 cm para não agredir os fios.

Hidratar os cabelos durante essa estação é muito importante. Segundo o cabelereiro Alysson Moraes, as madeixas devem ser submetidas a uma hidratação profunda, ao menos uma vez por semana, para manter o brilho e a maciez.

“Uma queixa muito comum nesta época do ano é a queda de cabelo. A queda não tem a ver diretamente com a estação do ano. Nos invernos secos, o organismo costuma perder mais água e os fios ficam mais secos, logo se não tomar alguns cuidados, como ingerir muito líquido e fazer hidratação capilar, a desidratação piora e resulta na quebra e queda dos fios”, explica Moraes.

Além disso, água quente não é adequada para lavar os cabelos. Shampoo e condicionador devem ser especiais para o tipo de cabelo e de boa qualidade. Aproveitar o banho para massagear o couro cabeludo é muito importante, uma vez que ajuda estimular a circulação sanguínea e a oxigenação.

“Lembre-se: depois do banho seque o cabelo. Nunca durma com os cabelos molhados, isso favorece o aparecimento de fungos e bactérias que danificam os fios; além disso, pode resultar num forte resfriado”, finaliza Moraes.

Pele
A maior preocupação no inverno é com a hidratação. A pele fica muito ressecada e com rachaduras. É importante não esquecer do hidratante após o banho, vale também usar um óleo nas partes mais ressecadas.

“O uso da bucha é permitido para o corpo, pois ajuda a eliminar as células mortas e ajuda a intensificar a hidratação. A procura por produtos adequados a cada tipo de pele é importante, pois ao contrário do que muita gente pensa, a pele oleosa também precisa ser hidratada”, explica a esteticista Andréia Safon.

O banho não pode ser muito demorado e a água deve ser morna, para que a pele não se desidrate e perca a proteção natural. Além disso, dê preferência aos sabonetes mais emolientes e suaves aos muito coloridos e perfumados.

Para lavar o rosto, a água deve ser sempre fria e o uso de bucha não é indicado. O ideal é usar uma loção ou gel de limpeza, em seguida, um adstringente para fechar os poros e finalizar com um hidratante com filtro solar. Nos lábios use hidratantes com filtro solar e manteiga de cacau para hidratar e proteger, a pele dos lábios é muito fina e está sempre exposta aos agressores como sol, vento, frio e água.

Aproveitar os dias ensolarados também é importante, uma vez que a exposição ao sol estimula a hidratação natural da pele, mas sempre com filtro solar, pois os raios ultravioletas agem mesmo em dias de chuva.

Ambos os profissionais lembram que beber água é essencial no inverno para manter tanto a pele quanto os cabelos sempre hidratados. “Não se esqueça que hidratar por dentro é fundamental. Beber dois litros de água é uma regra que deve ser praticada diariamente, faça frio ou calor”, finaliza Andréia.

Por: Redação Beleza/IG

A fraude das fibras têxteis de bambu

Todos os tipos de “tecido de bambu” são uma fraude, pois não podem ser feitos de uma fibra natural de bambu, conforme será explicado mais adiante.

As 1.300 espécies de bambu existentes no mundo são constituídas de fibras de celulose (como qualquer planta), além de lignina, hemiceluloses, amido e sílica. As fibras de celulose são minúsculas e tem tamanhos diferentes e o seu formato lembra uma pequena mangueira, pois são ocas e tem em média um comprimento de 2 a 3 milímetros e a largura destas fibras é ainda 100 vezes menor. Só dá para ver em microscópio.

Qualquer fio têxtil, seja ele natural ou artificial, precisa ter um comprimento mínimo de 30 milímetros. Os fios fabricados, por exemplo, pela TENBRO têm comprimentos de 38 mm, 51 mm, 76 mm e 86 mm, conforme indicado no site deles (www.tenbro.com). Ou seja, estes fios têm comprimento de 10 a 30 vezes maior do que uma fibra natural de celulose de bambu. Não existe maneira de emendar as fibras de bambu para elas adquirirem o tamanho necessário para um fio têxtil.

Todos os tipos de “tecido de bambu” usam um fio têxtil chamado de viscose. Também a TENBRO menciona este nome, assim como a Malharia Marles, a Döhler, a Zorba e tantas outras empresas e marcas. Ninguém esconde o fato de que se trata de fios de viscose.

Mas, no que consiste então a fraude? Acontece que a fibra de viscose é uma fibra artificial, obtida por um processo químico inventado há mais de 100 anos e que usa um produto altamente tóxico chamado de dissulfeto de carbono. Este produto reage com qualquer fibra natural de celulose e desmancha estas fibras, transformando as mesmas em uma massa plástica, parecida com o nylon. Depois ela é processada numa máquina extrusora, que transforma a massa plástica em fios contínuos, que depois são cortados nos tamanhos adequados para fios têxteis. Qualquer fibra de celulose pode ser usada para fabricar a viscose, portanto podem ser fibras de árvores, ou de arbustos, ou de resíduos agrícolas (como palha de trigo, de milho, ou de arroz), mas também pode ser qualquer fibra de celulose de bambu.

Um fio de viscose tem sempre as mesmas características físicas e químicas, independente do tipo de fibra natural de celulose que lhe deu origem. Portanto um fio de viscose de eucalipto é exatamente igual a um fio de viscose de palha de trigo e também é igual a um fio de viscose de bambu.

Então a fraude consiste no seguinte: na China a viscose em geral é feita de bambu, que para eles é uma matéria-prima abundante e barata. Como o processo de fabricação da viscose é poluidor, nos últimos 50 anos diminuiu muito a produção mundial e hoje o setor de viscose é dominado pelos países asiáticos, que pagam salários baixos e não se importam com poluição industrial.

Como no mundo inteiro o bambu goza de uma reputação de produto natural e ecológico (com toda razão, por sinal), algum comerciante inescrupuloso teve a infeliz idéia de divulgar os tecidos feitos de viscose como sendo feitos de fibra de bambu, escondendo a informação de que depois de transformada em viscose a fibra nada mais tem a ver com bambu. Na verdade, ao comprar um tecido de viscose, é impossível saber qual foi a fibra de celulose usada em sua fabricação. E também, mesmo que pudéssemos descobrir a fibra de origem, isto em nada mudaria as características da viscose, que é artificial e poluidora e não natural e ecológica.

Hans-Jürgen Kleine tem experiência de mais de 30 anos em fábricas de celulose e papel, nas áreas de controle de qualidade, segurança e meio ambiente, bem como em fábrica de viscose. Atualmente dedica-se ao desenvolvimento da cadeia produtiva do bambu, através da Associação Catarinense do Bambu, conhecida como BambuSC e com sede em Florianópolis, no estado de Santa Catarina. Fui o fundador desta entidade em 2005.

Hans-Jürgen Kleine
BambuSC – Florianópolis

Grife italiana cria tecido repelente de insetos para golfistas

ROMA - A grife de roupas italiana Annapurna está desenvolvendo uma substância que permite aos tecidos atuarem como repelentes de mosquitos. O novo material deverá ser usado em uma linha completa de roupas para jogadores de golfe, uma das categorias esportivas que mais sofre com os insetos.

 Em parceria com a empresa italiana Tecnotessile, especializada em pesquisas tecnológicas aplicadas a fibras têxteis, a Annapurna criou uma fórmula sem cheiro e não tóxica para roupas que têm contato direto com a pele. Aplicada à roupa, os cientistas deram origem a uma malha com propriedades repelentes.

 A grife garante que, graças a um processo de manipulação molecular, o tecido mantém suas propriedades mesmo após diversas lavagens.

Texto: estadão.com.br

Feira do Circuito das Malhas

Feira do Circuito das Malhas
Coleção Outono/Inverno 2008

Edição de Lançamento / Dia das Mães
de 01 a 11 de Maio

• Local:
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
São Paulo – SP
próximo ao terminal Jabaquara do Metrô e Aeroporto Congonhas.

• Horário de Funcionamento
Segunda a Sexta: das 14h às 21h.
Sáb, Dom e Feriados: das 10h às 21h.

• Valor
Entrada: R$ 4,00
Parte da bilheteria destinada ao Graacc

• Transporte Gratuito:
Será disponibilizado, aos visitantes, transporte gratuito –
Estação Jabaquara do Metrô/Centro de Exposições Imigrantes/Metrô.

• Estacionamento amplo

• Formas de Pagamento:
À vista dinheiro ou cheque
Parcelamento no cheque
Parcelamento nos cartões de crédito: Visa e Mastercard

Grife apresenta biquíni de cós alto

 A grife Illionaire apresentou nesta quinta-feira sua nova coleção na passarela da Semana de Moda da Austrália. Entre as novidades estava o biquíni que destaca a cintura feminina por meio do cós alto.Biquínis em tecido bicolor também fazem parte da linha, assim como os maiôs na modelagem tomara-que-caia.

Os vestidos aparecem na versão mini. Os shorts e calças seguem o padrão da cintura alta.

O dourado aparece com força nas botas e cintos. Laços dão o acabamento em algumas peças.


A Illionaire propõe marcar a cintura da mulher em peças de moda praia

 

 

Mercado Mundo Mix

[MERCADO MUNDO MIX]

Depois de três anos de viagem, o Mercado Mundo Mix volta para a cidade maravilhosa e deve fazer sucesso entre os cariocas. A volta acontece entre os dias 3 e 4 de maio no clube Monte Libano e reunirá os expoentes da nova safra de estilistas nacionais, designers e tudo que se relacione à cultura underground e street style. Depois do Rio, o Mercado Mundo Mix continua sua turnê, partindo para Portugal, onde estará pela segunda vez, com expectativa de atingir o mesmo sucesso alcançado na primeira passagem pelo velho mundo.
São mais de 90 expositores vindos de Florianópolis, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba, divididos entre moda, arte e design.

QUANDO: dias 3 e 4 de maio (das 14 as 22h)
ONDE: Av. Borges de Medeiros, 701 – Leblon / RJ
QUANTO: R$ 5,00 sem flyer e R$ 3,00 com flyer

Moda, arte e tecnologia

Já ouviu falar no Exploratotium? Um museu de ciências, artes, tecnologia e percepção humana, em São Franciso, EUA.

É lá que acontece a exposição “Skin: Imaginative Designs in Digital & Analog Clothing”, aberta até 7 de setembro.

Unindo várias áreas de conhecimento, o projeto visa dar espaço para artistas, estilistas e cientistas que buscam inovação no modo como o ser humano lida com a moda e como a roupa se relaciona com o meio ambiente. Os resultados são bem interessantes: vão desde zíperes que conduzem energia elétrica até sensores que permitem que a roupa interaja com tudo que está ao seu redor.

Veja aqui algumas das criações mais interessantes (e tecnológicas):



Jaqueta feita de sacolas plásticas, por Karen Wilkinson



Vestido de embalagens de Snickers, por Anna Rochester



Vestido que gera energia elétrica através do movimento do corpo humano, graças a sensores localizados na área do ombro e quadril, que geram eletricidade quando recebem atrito ou ficam em movimento. A energia gerada é armazenada em pequenas baterias que podem ser usadas posteriormente.



Vestido que mede a qualidade do ar, por Stephanie Sandstrom. Sensores incorporados no vestido analisam a qualidade do ar. Quando a poluição está pesada, o vestido se contrai e enruga.



Vestido em homenagem à Norma Desmond, com várias imagens estáticas e em movimento, do filme “Sunset Boulevard”, por Scott Tallenger

Texto: http://spfw.com.br/noticia

MODA E ECOLOGIA JUNTOS, LANÇANDO ROUPAS CONSCIENTES

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Look Original Truck – a grife produz, desde 1997, roupas e acessórios com materiais reutilizados, como lona de caminhão.

 

Tendência lá fora, principalmente nos países da Europa, agora a moda e o meio ambiente caminham de mãos dadas -e muito felizes, por sinal – também na América Latina. Cada vez mais o respeito pelo meio ambiente torna-se algo essencial para qualquer ser humano que se julga “bom”. E, mais do que na hora, antes mesmo de evitar o caos e um impacto ecológico de força maior – visto que a ação do homem até agora apenas acelerou o processo de destruição do meio ambiente – a moda resolveu agir para combater essa situação.

Na Itália, por exemplo, roupas feitas com fibras naturais e materiais reciclados ganham terreno na grife Giorgio Armani e ajudam a propagar essa tendência “ecofashion”. A estilista Stella MacCartney é outra que tem na consciência ecológica um dos pontos fortes de suas coleções. Tecidos naturais e orgânicos, linhas totalmente ecológicas e por aí vai.

A utilização de fibras e tintas naturais e a reciclagem de roupas e objetos usados constituem, portanto, a base da moda ecológica, que agora tem como hit a confecção de roupas orgânicas, ou seja, aquelas que não levam tecidos em cuja produção são usados produtos químicos, nem fertilizantes, nem pesticidas.

Apesar de tudo, a moda em alguns países como os Estados Unidos e a Alemanha ainda enfrenta obstáculos para se tornar, digamos, mais consciente e preocupada com as questões ambientais. Isso porque é difícil e um tanto quanto arriscado mexer em um mercado que gera quase US$ 70 milhões ao ano.

Na Itália, onde tudo já está mais avançado, podemos ver a produção de jeans “ecologicamente corretos”, feitos com algodão orgânico. Outras grifes famosas internacionais vendidas na Itália, com Levi Strauss, Gap, Nike ou Marks & Spencer, também ajudam a construir um guarda roupa ecológico com peças especiais como ponchos feitos com fibra de soja, trajes elaborados com embalagens de ovos ou calças fabricadas a partir de algas. Alternativo, não?

Alguns estudiosos da moda afirmam que essa tendência ecológica já esteve em alta nos anos 80, mas fazia um estilo mais “pobre” ou “hippie”. Hoje em dia, esse conceito cai por água abaixo e, a “ecomoda” ressurge como algo totalmente repaginado, moderno, cult, correto e fashion, acima de tudo, com exibições nas maiores capitais da moda -Londres, Nova York e Milão, além de Brasil.

Por que a necessidade de conscientizar a moda?

Parece brincadeira ou invenção maluca dos fashionistas, mas não é. Pare e pense um pouco. Do que são feitas a maioria das nossas roupas? Sim, de algodão. Ele é o carro-chefe dos materiais usados na indústria têxtil. Porém, segundo a Organização Mundial da Saúde, atualmente existem no mundo entre 500 mil e dois milhões de vítimas de intoxicações agroquímicas, sendo que um terço delas é de cultivadores de algodão.

A moda ecológica, portanto, repudia os tecidos que levaram em sua produção algum tipo de material ou produto químico, o que evitaria, portanto, essas intoxicações agroquímicas.

Outro ponto em questão é sobre a reciclagem, vista pela “ecomoda” como proteção ao meio ambiente e também como promoção da economia nas grandes empresas e recuperação dos materiais nos países em desenvolvimento. Em Milão, por exemplo, o Instituto Europeu de Desenho reutiliza materiais e consegue inovar e criar saias de peças de aço, vestidos de fio elétrico ou de papel de embalagem, e calças de metal de bicicleta.

Aqui no Brasil…

Recentemente, a moda ecológica aqui no Brasil invadiu as passarelas desse São Paulo Fashion Week. No desfile do ilustre Alexandre Herchcovitch, o látex extraído por seringueiros na Amazônia foi o destaque. O material foi desenvolvido pela Universidade de Brasília com o apoio do Ibama. O projeto envolve a extração responsável do látex, ou seja, sem danos árvore e à natureza e estimulando o trabalho em família, preocupando-se também com a questão social. Fause Haten, Reinaldo Lourenço e Glória Coelho também seguiram a linha “ecofashion” e, em parcerias do bem, também criaram tecidos ambientalmente responsáveis.

O que já existe por aí?

A moda ecológica, além de criativa, também é muito rápida. Se procurar direito, você já vai poder encontrar calçados e artigos de vestuário, bolsas, malas e mochilas e até bijuterias e acessórios confeccionados com “consciência”.

Vale a pena ressaltar que o preço das peças não costuma ser barato, visto que a linha de produção passa, então, a ser mais artesanal, cuidadosa e também mais estudada. As peças ecológicas, portanto, possuem um valor agregado, que é justamente a valorização do conceito ambiental.

É aquela história: o preço é alto, mas pelo menos você não está pagando o dono da agência de publicidade, nem o diretor de criação da marca e muito menos o cachê da celebridade que aparece na campanha. Desse jeito dá até orgulho estar na moda, não?

O meio ambiente agradece seu gosto pelo fashion!

Fonte: http://cristianaarcangeli.terra.com.br/site/moda.

 

Existe regra para combinar bolsa e sapato?

A antiga regra de que a bolsa deveria combinar com o sapato não precisa mais ser seguida. Esses acessórios podem – e às vezes até devem – ser de cores diferentes.Uma maneira fácil de combinar cores nos acessórios é usar um deles em tom neutro – como marrom, preto, bege, cinza – e o outro colorido. Tons metalizados discretos também podem funcionar como neutros na hora de combinar as peças.

É interessante testar novas possibilidades e misturar as cores sem medo: azul e vermelho, amarelo e roxo, verde e azul são apenas algumas das muitas opções.

Não existem regras tão rígidas para isso, vale ir experimentando, tomando apenas o cuidado para que o visual fique harmônico e coerente com o seu estilo. 
 

 

Por: Roberta Bourguignon/Terra Moda

Modelos desfilam com roupas feitas de cristais Swarovski

A Swarovski, líder na produção mundial de cristais para joalheria, apresentou em Mumbai, na Índia, peças produzidas a partir de pedras preciosas.Até mesmo looks de moda praia ganharam uma versão sofisticada com cristais e pedrarias douradas. Outro destaque foi o sutiã com correntes em ouro apresentado junto com uma saia de penas.

Já os vestidos surgem com aplicações que formam o desenho de animais, a exemplo do pavão “construído” no busto de um longo azul.

 
O biquíni de cristais Swarovski foi
apresentado na passarela indiana

Elizabeth Hurley lança coleção de moda praia

A atriz Elizabeth Hurley lançou hoje sua coleção de moda praia para a grife MNG. As peças foram apresentadas no Urban Hotel, em Madri, na Espanha.

A linha, que recebe o nome de Elizabeth Hurley for MNG, possui maiôs com recortes nas laterais. Há também looks na modelagem tomara-que-caia.Os biquínis surgem com detalhes em metal, como fivelas. A cartela de cores privilegia os tons básicos, a exemplo do branco, preto e marrom.

 

Fonte: Redação Terra

Feira Internacional de Negócios do Artesanato começa nesta sexta-feira (18)

Será realizada em Brasília, entre os dias 18 e 27 de abril, a Feira Internacional de Negócios do Artesanato (FINNAR). Participarão do evento mais de trezentos expositores de 28 países dos cinco continentes, entre os quais Austrália, Chile, Itália, Marrocos e Japão – os cem anos de início da imigração japonesa serão celebrados no evento com a apresentação de danças tradicionais. As cinco regiões do Brasil também estarão representadas na Feira, por expositores de 22 estados.

Diariamente serão realizadas no espaço da Feira performances itinerantes de maracatu, frevo, mamulengo e outras danças e manifestações culturais típicas. Além disso, no palco haverá exibições de danças diversas, tais como zouk e danças de origem indígena.

O público poderá participar gratuitamente, ao longo dos dez dias de evento, de oficinas do SEBRAE, 100 Dimensão, SENAC – Entre outras, Oficinas de produtos artesanais: velas, bijouterias com jornal, origami, arte em pedras, papel, brinquedos etc. Haverá ainda um mini-curso de culinária sustentável e desfiles com roupas recicladas.

Ingressos a R$ 10,00, com 50% de desconto para quem levar duas garrafas pet de dois litros. As emissões de carbono relativas à realização do evento estão sendo neutralizadas pelo plantio de árvores nativas do cerrado.

SERVIÇO
Período: 18 a 27 de abril
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Horários: De terça a quinta-feira, das 15h00 às 22h00. Sábados, domingos e no feriado de 21 de abril, das 11h00 às 22h00. Somente no 1º. Dia, sexta (18), abertura às 18h.
Ingressos a R$ 10, com 50% de desconto para quem levar duas garrafas pet de dois litros.
Endereço na internet:
http://www.finnar.com.br

Marca japonesa exibe biquínis da próxima temporada

Modelos apresentaram a moda praia da marca Sunplay, em Tóquio. A top model Mariko Sano exibiu o biquíni azul com babados.

Os tops em modelo cortininha são destaques da linha de verão. As tangas variam desde os shortinhos até as mais cavadas, com cós e cinto de tecido.

Cores vivas são as apostas da grife. O laranja é combinado com o amarelo, assim como o vermelho aparece junto com o branco.

A coleção é formada por quatro linhas: Sunplay ECO, Sunplay Sokai, Sunplay UV e Sunplay iR.

As peças da Sunplay ECO são feitas por um tecido tecnológico que reduz em 40% a emissão de gás carbônico durante sua fabricação.

A Sunplay Sokai, por sua vez, traz um tecido de secagem rápida. Os trajes de banho da Sunplay UV bloqueiam os raios UVA.

Já a linha Sunplay iR é composta por tecidos que recebem um tratamento em forno especial de cerâmica para bloquear os raios infravermelhos de câmeras fotográficas.

Fonte: Redação Terra

 
 

Babados e laços dão acabamento a

tangas e tops da coleção

Grife cria calcinha ecologicamente correta

A marca de lingerie Hope lançou uma linha que segue o conceito do “ecologicamente correto”. A Hope Green apresenta calcinhas feitas a partir de algodão originado do plantio sustentável.

A calcinha ‘verde’ contribui para a preservação do ambiente

As peças surgem em dois modelos: fio dental e tanga. Ambos recebem acabamento em renda e podem ser encontrados em sete cores como preto, branco, vinho e verde.O material, além de não irritar a pele, é de secagem rápida e facilita a transpiração.

Serviço:
Hope Green
Preços: Fio dental, R$ 24,90. Tanga, R$ 26,90
www.hopelingerie.com.br 

 

 

Associação espanhola quer praias sem topless e fio dental

Uma associação defensora de direitos morais está fazendo um abaixo-assinado para a criação de “praias familiares”, em que sejam proibidos o topless e os biquínis e sungas fio-dental.

A chamada “Plataforma Praias: a liberdade sem renúncia moral” anunciou que já recolheu mais de 30 mil assinaturas que serão entregues aos governos das províncias de Valencia, Alicante, Andaluzia, País Basco e Catalunha (costa mediterrânea espanhola).

A prática de topless é permitida e comum nas praias espanholas – principalmente entre os turistas europeus.

O grupo disse em um comunicado à imprensa que não está contra o nudismo, mas defende o seu direito de que as crianças não vejam seios e glúteos nus ao vivo e tão perto.

“Algumas pessoas dirão que somos caretas, porque não é politicamente correto dizer certas coisas. Mas isso não nos importa, não estamos contra ninguém. Só queremos um espaço onde estar tranqüilos com as nossas famílias”, disse a presidenta da Plataforma, Maribel Palácios.

‘Praia para todos’

A organização foi criada em 2006 durante o IV Encontro das Famílias, evento promovido pela Igreja Católica espanhola.

Uma das conclusões da reunião foi a criação de uma campanha nacional chamada “Praia para todos” para defender valores morais, principalmente os das crianças, segundo o comunicado da Plataforma.

O secretário-geral do Fórum Andaluz da Família, Juan Jurado, descreveu as praias familiares em um comunicado como “espaço de liberdade onde as famílias possam levar seus filhos e todos estejam cômodos”.

Ele disse ainda que “muitas associações européias de famílias pedem informações de onde poder ir com seus menores protegidos de situações desagradáveis, o que significa que as praias familiares têm interesse internacional e são realmente necessárias”.

Com o verão europeu se aproximando (começa em junho), a organização pretende voltar às ruas para pedir apoios para o abaixo-assinado.


Nos próximos finais de semana haverá tendas nas praias para quem quiser assinar, jogos infantis e concursos de pintura com o lema “praias familiares”.

Pedofilia

Além de proibir topless, biquínis e sungas pequenos, o grupo reivindica um sistema de vigilância das crianças.

Sem detalhar o projeto, pedem que vigias ou cuidadores impeçam que os menores se percam e que as praias estejam limpas de objetos que possam provocar ferimentos.

Outra reivindicação é vigiar quem esteja fotografando as crianças com os celulares, para prevenir a ação de pedófilos. A associação calcula que pode haver em torno de 10 mil fotos circulando na internet, feitas nas praias espanholas sem o consentimento dos banhistas.

A presidente da Plataforma explicou que as reivindicações são simples, legais e “normais” porque a legislação espanhola “já proíbe colocar imagens em lugares públicos que possam afetar aos menores, mas às vezes em praias não nudistas se vêem situações mais comprometidas”, disse.

Fonte: globo.com

 

Dicas de moda

Em primeiro lugar: estar na moda não é vestir-se com as últimas tendências. Ao contrário, estar na moda é adaptar seu estilo, corpo, modo de vida ao que está em voga. A pessoa que usa tudo o que vê nas vitrines, corre o sério risco de ficar ridícula ou, pelo menos, chamativa demais. Então vamos lá.

Algumas dicas de moda para você se sair bem no seu ambiente social.

Dica de Moda nº1

Barriga de fora: ótimo, não? Com este calor do Brasil, então, nem se fala! Mas, cuidado! Ela só é permitida para poucas. É preciso ter barriga (ou melhor, não ter!) de tanquinho, ser reta como tábua e, além disso, magra. Quem pode?

Dica de Moda nº2

Combinar bolsa com sapato: deve? Hoje isso não é mais necessário. Até fica mais chique pôr sapato de cor diferente da bolsa. Esta deve combinar com o vestido, camisa, blusa, blazer

Dica de Moda nº3

Bolsa da moda: grande, super-grande! Para caber de tudo que a mulher tem para carregar.

Dica de Moda nº4

Jeans. Qual é o mais? Agora, os jeans estão com as bocas retas e cinturas baixas, mas não tanto. Aliás, cintura baixa é proibida para gordinhas e quem têm pneuzinhos. Fica tudo para fora da calça jeans. Não dá.

Dica de Moda nº5

Casamento: pode ir de preto ou branco? De preto, sim, desde que não seja madrinha. De branco, nunca. Esta cor é da noiva, a estrela da festa. Respeite!

Dica de Moda nº6

Para os homens: devem estar de paletós fechados quando estiverem de pé. Essa história de andar para lá e para cá de paletó aberto, ai, que horror! Não há charme masculino que resista a um paletó aberto e gravata frouxa.

Dica de Moda nº7

flores, muitas flores e geométricos. Tudo bem colorido: amarelo cor de ouro, azulão, verde limão, laranja…

Dica de Moda nº8

Uma última dica de moda de glória Kalil, uma “expert” em moda e elegância: “ninguém é chique sem ser civilizado”. Por isso, nada de jogar papéis e objetos no chão, furar filas, desrespeitar idosos, enfim, querer levar vantagem de qualquer modo…

Fonte: Dicas de moda

Moda Brasil – Historia Brasileira

A moda Brasil é a moda que as brasileiras e os brasileiros elegeram para usar em determinada estação. E, como em todas as estações, desde que o mundo é mundo e a moda é moda, quem decide o que vai ser moda aqui no Brasil são os grandes estilistas e criadores de moda lá da Europa, em especial os franceses e italianos.

Ainda não existe uma moda Brasil, com identidade e DNA próprios. O que ocorre é que os estilistas brasileiros assistem aos desfiles no estrangeiro, observam as tendências da moda para aquela temporada e carregam tudo isso para a moda Brasil. Aqui, eles vão adaptar esses modelos e estilos ao gosto brasileiro. É verdade que os coloridos da moda atual, as cores cítricas, os estampados vibrantes e os tecidos florais caem como luva para o gosto e a cor de pele da mulher brasileira, mas já vimos verões onde o preto imperava, e isso era ditado pelos estilistas de fora.

O Brasil possui uma moda típica, como o traje de baiana, mas quando se pensa em moda para todos os dias ainda se usa aqui o que é ditado lá fora. Na verdade, o que ocorre na moda Brasil é mais ou menos assim: os estilistas famosos copiam, de tudo um pouco, e lançam isso em seus desfiles grandiosos e badalados. No dia seguinte, essa moda está nas revistas e jornais. As brasileiras decidem o que vai e o que não vai se adequar a elas. E faz a sua opção. Portanto, é a própria consumidora quem vai decidir o que será a moda Brasil para a nova estação. A equação seria assim: o estilista estrangeiro cria, o estilista brasileiro segue no rastro e a consumidora brasileira escolhe o que melhor se adapta a ela.

Nisso tudo que foi dito, façamos uma honrosa exceção à moda Brasil para a praia, onde realmente o Brasil tem um destaque, principalmente na criação dos minúsculos biquínis. No entanto, é fato que alguns países que compram a moda Brasil praia exigem que os seus biquínis e maiôs sejam mais bem comportados, e feitos com mais tecido do que aqueles que são vendidos para a brasileira.

Fonte: Dicas de Moda

Goóc lança projeto Ler Goóc e incentiva a conscientização ambiental e cultural por meio dos livros

COUROMODA 2008: Comemorando reciclagem de 2 milhões de pneus, Goóc, lança produtos para um inverno quente, com temperaturas elevadas, como também para o verão internacional, recebendo compradores de outros países. Empresa lança na Couromoda 2008 Projeto LER GOÓC, que incentiva à conscientização ambiental e cultural por meio dos livros

A Góoc, empresa que está desde 2004 no mercado brasileiro e é pioneira na fabricação de calçados fabricados a partir de borracha reciclada de pneu, câmera reaproveitada e lona reaproveitável, aproveita a Couromoda para apresentar ao mercado e a imprensa o Projeto LER GOÓC de incentivo à leitura.

A primeira etapa do Projeto LER GOÓC consiste na estruturação de biblioteca interna para colaboradores e seus familiares, biblioteca ambulante em bairros de São Paulo menos favorecidos e também em Feira de Santana, na Bahia, onde está a fábrica de chinelos reciclados com borracha de pneu.

“Esta é a nossa missão em 2008: incentivar a reflexão e a busca de conhecimento não somente por meio de nossos produtos, mas também por meio dos livros, da leitura. Esta é o objetivo Góoc para este Ano Novo”, conta Thai Q. Nhgia, presidente-fundador da marca.

Não é de hoje que a Goóc cria e participa de ações sócio educacionais. Desde o início de sua fundação, a marca é responsável por reformar igrajas na capital paulista, atuar junto com a população carente do Piauí, manter duas creches ativas, além de oferecer a seus funcionários apoio odontológico interno, informações pré e pós parto para mães, entre outras atividades.

A própria Goóc traz em seu histórico a utilização de materiais reciclados e reaproveitados.

“Nossos produtos são um meio, que levam uma mensagem. Mais que calçados e acessórios, cada criação Góoc traz a história de resistência, harmonia, irreverência, originalidade, quebra de paradigmas”, conta Thai.

Desde sua fundação, a Góoc já reciclou o equivalente a mais de 2 milhões de pneus. Incluiu à sociedade o que era considerado lixo e não reaproveitável – e dele, criou algo que oferece conforto, bem estar e beleza dos pés à cabeça: sandálias, papetes, bolsas e acessórios.

“Queremos levar esta atitude para o mundo e fazer com que as pessoas sintam prazer em incluir e reaproveitar desde coisas materiais, como o lixo urbarno, até o cidadão esquecido e excluído que existe nas ruas de todo o planeta, que poderia contribuir, junto conosco, para um mundo melhor”, explica o fundador da Góoc.

Fiel a este conceito, a Góoc já cresceu 500% desde sua fundação, em 2004. Possui 3,5 mil pontos de vendas em todo o território nacional, emprega 960 pessoas, direta e indiretamente em duas unidades industriais – em Feira de Santana, na Bahia e outra em São Mateus, na cidade de São Paulo. Em 2007, a empresa produziu cinco milhões de pares e deste número, 5% foi comercializado em território internacional.

Sobre a Goóc – A fórmula “criatividade + sustentabilidade ambiental” presentes no conceito Ecocultural da Goóc tem conquistado o mundo. Atualmente a marca exporta para França, Itália, Espanha, Portugal, Japão, Estados Unidos, Caribe, Austrália, Arábia Saudita e países da América Latina. No Brasil, existem 10 Espaços Goóc e mais três mil pontos de vendas.

Elas amam o Brasil-Veja quem são as celebridades apaixonadas pela moda brasileira

De uns tempos pra cá a moda brasileira tem caido no gosto de celebridades bem conhecidas do cenário internacional. Os biquinis brasileiros já viraram produto de exportação e hoje desfilam a “la brasileira” no corpo de personalidades como Naomi Campbell, Julianne Moore, Paris Hilton e a roqueira Juliette Lewis. Na última semana foi a vez da cantora Avril Lavigne encomendar um par de botas de Fernando Pires, enquanto Cameron Diaz recebeu uma bolsa de presente do estilista Flávio Oliveira. E sem contar artistas como Britney Spears e Beyoncé, que se renderam as baixissímas calças da marca “Gang”, hoje peças indispensáveis em seus guarda-roupas. “As celebridades buscam novidades o tempo todo e o mercado brasileiro de moda é uma novidade para elas”, contou a estilista da grife “Jo de Mer”, Amália Spinardi.

Confira abaixo quem são as celebridadades internacionais que amam a moda brasileira: 

 

A jovem Avril Lavigne se rendeu aos sapatos do estilista brasileiro Fernando Pires e encomendou um par de botas de cano alto. O modelo será de couro, tamanho 37, com listras brancas e pretas, bico fino e um salto de 9,5 cm

 

Em sua passagem pelo Brasil, Paris Hilton comprou seis biquinis da grife Jo de Mer, na loja Daslu. Um dos modelos, o “Hamptons”, é a cara da patricinha. “No caso dela a opção foi feita pela estampa e não pelo modelo em si. Acho que estampa de bicho tem tudo haver com o estilo “Paris” de ser”, contou Amália Spinardi, criadora da marca

 

Durante sua passagem pelo Brasil no ano passado, a cantora Juliette Lewis se apresentou no palco do Tim Festival com maiôs da grife carioca “Blue Man”. O primeiro, com estampa de pantera, fez parte da coleção passada da grife, enquanto o segundo modelito foi exibido apenas em desfiles da coleção


Em sua passagem pelo Brasil no ano passado, para as filmagens da versão cinematográfica de “Ensaio sobre a Cegueira”, Julianne Moore voltou para casa com um biquíni estampado da grife Jo de Mer. “O Bahamas comprado pela Julianne Moore tem calcinha que cobre o bumbum todo e é larga dos lados, tipo sunquine mesmo. Ela optou por uma modelagem bem discreta, porém numa estampa divertida como a de leopardo branca e lilás”, contou a estilista Amália Spinardi

A atriz Cameron Diaz é fã das bolsas do estilista paulistano Flávio Oliveira, que mora há mais de 20 anos nos Estados Unidos. A loira foi a inspiração para a criação de uma bolsa em formato de meia lua, feita em couro italiano. Apenas 50 unidades da peça serão comercializadas no Brasil no mês de julho. As bolsas do estilista, famoso por seu estilo vintage, também caíram no gosto de famosas como Demi Moore, Charlize Theron e Cher

Apaixonada pelo Brasil, a modelo Naomi Campbell também é compradora assídua dos biquinis brasileiros e fez questão de adquirir uma peça, modelo “Hamptons”, da grife Jo de Mer.
“Ele tem uma estampa colorida, bem viva e a cara da supermodelo. A modelagem é básica: um top triângulo com calcinha de lacinho”, contou a estilista Amália Spinardi. Além disso beldades como Carolina Adriana Herrera e Paris Hilton, também se renderam a moda praia brasileira. “Elas buscam o “estilo” do biquíni brasileiro, porém a grande maioria das celebridades não está preparada para modelagens ousadas. Ou elas buscam modelos de calcinhas maiores ou procuram pelo molde “export” que cobre mais o corpo”, concluiu a estilista. 

A calça justa e de cintura baixa da marca Gang, muito usada pelos amantes do funk carioca, caiu no gosto de celebridades como Britney Spears e Beyoncé, que fizeram do modelito peça indispensável no guarda roupa. Spears descobriu a calça, durante sua vinda ao Brasil para participar do Rock in Rio 3, em 2001, e tem hoje 12 peças no armário.

Por: MARIANA LUCHESI

Tecnologia e sustentabilidade marcam a presença brasileira na Itália

•  Dezesseis empresas do setor cosmético, apoiados pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), apresentam seus lançamentos no maior evento da beleza mundial, localizadas no pavilhão 21

•  Com um crescimento acumulado de 165% em exportações nos últimos cinco anos, os produtos brasileiros já podem ser encontrados em 135 países de todo o mundo

Em sua oitava participação consecutiva na Cosmoprof, que acontece de 10 a 14 de abril, em Bologna, na Itália, a indústria brasileira da beleza apresenta produtos que aliam inovações tecnológicas a práticas sustentáveis. Com um investimento cada vez maior em pesquisa e desenvolvimento, a ABIHPEC estima que 30% do faturamento do setor provém de produtos colocados à venda nos últimos dois anos.

Cerca de 70 mil novos cosméticos são lançados por ano no mercado brasileiro, atendendo aos mais variados tipos de pele e cabelo, levando em conta a grande diversidade étnica existente no Brasil. As empresas utilizam as propriedades especiais de ativos encontrados na rica flora do país, em especial na região da Amazônia, como fonte de inspiração e matéria-prima para a fabricação de cosméticos. Além de possibilitarem a criação de fórmulas exclusivas, os ingredientes da biodiversidade brasileira são obtidos através de processos de extração renovável, gerando trabalho e renda para as comunidades locais.

O cupuaçu, por exemplo, tem um poder de hidratação 240% maior que a lanolina, ajudando também na proteção da fibra capilar. Já a castanha-do-brasil é rica em ácido oléico, vitaminas e proteínas, dando origem a produtos ideais para evitar o envelhecimento. O açaí possui princípios energéticos e sua alta concentração de antocianina (pigmento que previne contra a degeneração celular) atua como hidratante e suavizante para a pele.

Nesta edição da Cosmoprof, o Brasil será representado por 16 empresas: Amazônia Natural, Amazônia Viva, Armazém Amazônico, Bonyplus, Brazilian Fruit, Cless Cosméticos, GUF, Kanechomn, Mua Loa, Never, Nunaat, Phytophilo, Self Cosméticos, Sther Cosméticos, Surya Brasil e Vita Derm. Sob coordenação da ABIHPEC e apoio da APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos), elas estarão localizadas no pavilhão 21, ao lado de expositores especializados em produtos com componentes naturais.

“Os cosméticos brasileiros têm um importante compromisso com o tripé da sustentabilidade. Nossa indústria se preocupa em ser ecologicamente correta, economicamente viável e socialmente justa. A resposta positiva do mercado internacional é uma prova de que estamos caminhando na direção certa”, afirma João Carlos Basilio da Silva, presidente da ABIHPEC.

Dados de mercado – Embora o projeto de exportações da ABIHPEC seja relativamente recente (foi iniciado em 2001), ele já atinge 135 países em todo o mundo. Algumas das mais importantes cadeias de varejo e lojas de departamento européias já comercializam os cosméticos brasileiros, entre elas o Groupe Auchan SA, El Corte Inglés, Carrefour, Groupe Casino, Liberty, Printemps, Farmácia Findor, Biocosme e Grupo Monoprix. Os produtos também estão à disposição do público em redes de menor porte, franquias e lojas próprias.

De 2003 a 2007, as exportações do setor tiveram um crescimento acumulado de 165%, atingindo US$ 537,5 milhões. Neste último ano, a valorização do real em relação ao dólar provocou alta nas importações do setor, que subiram 26,8%, se comparadas ao ano anterior, chegando a US$ 373,4 milhões. Mesmo com o câmbio desfavorável, a balança comercial continua positiva em US$ 164 milhões.

No mercado interno, a indústria também registrou bons resultados, com um aumento médio de 7,4% em volume e 15,1% em faturamento nos últimos cinco anos. Em 2008, Basilio estima que o setor cresça aproximadamente 11%. A previsão é de que os investimentos se mantenham em US$ 100 milhões ao ano até 2010 e sejam direcionados prioritariamente ao aumento da capacidade produtiva das fábricas já instaladas.

Atualmente, o Brasil é o terceiro maior consumidor de cosméticos do mundo, tendo superado mercado tradicionais como Inglaterra e França e ficando apenas atrás dos EUA e do Japão. De acordo com o Instituto de Pesquisas Euromonitor, o Brasil é o segundo maior consumidor de produtos de perfumaria, cuidados dos cabelos, higiene oral, produtos infantis, desodorantes e produtos masculinos; o terceiro mercado em produtos para o banho e protetores solares; o sétimo em cuidados da pele e o oitavo em depilatórios.
 
Fonte: ABIHPEC

EXPOSITORES DA ABRIL FASHION ANTECIPAM EXPORTAÇÕES

Uma das principais propostas da Abril Fashion, feira de pronta entrega com lançamentos de jóias folheadas,prata,aço inox e acessórios de moda, que acontece em Limeira, é o desenvolvimento sustentável do setor, já que a cidade carrega o título de Capital Nacional da Jóia Folheada.

A Núcleo 2 Eventos Empresariais, que realiza o evento, sabe que a geração de novos negócios e a abertura de diferentes mercados no Brasil e exterior são a principal maneira de atingir esse objetivo. Por isso, antes mesmo da chegada da feira já intermediou uma série de encontros entre os expositores e clientes estratégicos.

No último dia 12 de março, expositores da feira puderam mostrar a produção para a investidora Alejandra Dias Gonzales, distribuidora do México.

Entre os expositores que fecharam negócios com a compradora internacional, estão I9 e Luíza Bijuterias.

A gerente comercial da Luíza Bijuterias, Eliane Olandin, conta que Alejandra se encantou pelo banho de prata envelhecida dos produtos da marca e que, já foi despachada para o México, uma remessa de mercadorias com 6 modelos diferentes. ” Eu achei ótima essa oportunidade que nos abriu novos caminhos na América Central. Esta negociação também nos deixou animados para os futuros negócios que iremos fazer durante a Abril FAshion, que se aproxima. Apesar de estarmos há 12 anos instalados em Limeira, é a nossa primeira participação na feira mas já estamos certos de que o evento passou definitivamente para o nosso calendário de feiras”.

Gustavo Danelon também aproveitou a chance para ganhar um novo e interessante contato, diz. ” Nossa venda nem foi tão significante mas o importante é que abrimos caminho para um comprador potencial. A negociação antes mesmo da feira, nos dá tranquilidade em saber que a organização está investindo num público selecionado e estratégico”, completa.

A Organização do evento, responsável pela intermediação das negociações  na Abril Fashion confirmou a presença de compradores da América do Sul, da Nigéria e Suiça.

Marque na agenda:
Abril FAshion, de 16 a 18 de abril, no Pavilhão de Eventos de Limeira!


Informações: (19)  3444-4902

www.abrilfashion.com.br

A Moda Verde

Por: Almira Martins
Especialista em Cultura de Moda – Universidade Anhembi Morumbi/SP

O Verde é a cor da moda. Assim como ele, também estão na ordem do dia, os azuis dos mares e rios, os marrons e beges dos sítios arqueológicos e a cartela multicolorida encontrada apenas na natureza preservada.

Para reafirmar a importância da “moda verde”, Nova York acolheu o Fórum de Desenvolvimento Sustentável 2007, promovido por um grupo de empresários brasileiros, em final de abril. O desafio continua em encontrar soluções que alinhem as expectativas humanas à preservação ambiental. O discurso é antigo, porém requer atitudes concretas para surtir efeitos positivos. Como não poderia deixar de ser, o Brasil e sobretudo a Amazônia, são pontos chaves para tais avanços. A exploração racional da floresta, a implantação de programas que privilegiem os eco-combustíveis e geração de energia limpa, são questões complexas, porém primordiais a um futuro seguro.

“Eco-qualquer-coisa”, desenvolvimento sustentável, cotas de carbono e afins, serve de mote para muitos encontros, palestras e discursos em prol de um planeta saudável e, sobretudo, viável. O importante é entender, no entanto, que apenas ações efetivas serão capazes de mudar paradigmas já estabelecidos. Não adianta se dizer adepto da ecologia e desperdiçar água e energia elétrica, jogar lixo na via pública, ou utilizar meios de transporte de forma irracional. Ser “verde” é uma questão de atitude.

É notório que a Moda é uma das molas propulsoras de desenvolvimento e gera mudanças de comportamento no sujeito. Questões relativas ao consumo, porém, são bastante complexas, pois passam por estudos de mercados, identidades culturais e tantos outros pontos-chave próprios da contemporaneidade. No entanto é evidente que uma tendência de comportamento vem se firmando neste século: a Moda Verde. A indústria mostra sérias preocupações em desenvolver produtos sustentáveis que respeitem o homem e o planeta. As empresas de tecido e cosmético, prioritariamente, focam seu objetivo em um mercado consciente que tende a crescer e dominar as preferências do “consumidor XXI”, por uma simples questão de sobrevivência. É claro que utilizam o eco-marketing de forma eficientíssima em busca de expansão de seus lucros, porém são atores importantes para a construção de uma nova cultura material.

Os tecidos em fibras de bambu, são um claro exemplo de produto eco-sustentável. Espalham-se pelo mundo como uma alternativa aos sintéticos. Confortáveis, versáteis e ambientalmente corretos, fazem a festa de fashion designers e consumidores “verdes”. Lançado em fevereiro de 2006, no evento mais importante para a indústria da moda, o Première Vision/ Paris, o Tessu Bamboo, é proveniente de matéria prima renovável, que não carece de pesticidas e, conseqüentemente, não danifica a natureza. Leve, confortável, versátil e com custos fabris equivalentes aos do algodão, é uma alternativa aos que querem abandonar os sintéticos derivados de petróleo em favor  de opções que valorizam e protegem o planeta. Não apenas o bambu, mas uma gama de matérias primas orgânicas já fazem parte do cenário fashion desfilando em bolsas, calçados, acessórios, decoração e indústria automobilística. Os consumidores mais bem informados e realmente comprometidos com as causas ambientais, preferem lonas aos plásticos, gemas orgânicas a metais, salvar o planeta a destruí-lo.

A Amazônia, celeiro de tantos bens materiais e imaterias. Fonte de inspiração e prospecção para os mundos da arte e da ciência, urge tornar-se partícipe deste movimento que está nas questões centrais dos interesses da humanidade. No entanto, a efetivação da sustentabilidade ambiental passa necessariamente por investimentos em educação e pesquisas, que venham ao encontro às aspirações do amazônida.

Por fim, a idéia de consumo-consciente pode até demorar um pouco a “virar moda” e dominar todas as classes sociais, porém a tendência é irreversível, uma vez que mercados importantes como China e Europa já movimentam muitos bilhões de dólares e euros com as fibras bio-degradáveis.

Enquanto a Superterra ainda estiver a 20 anos-luz daqui, é melhor cuidarmos desta Terra que nos foi dada de presente, mas que no entanto, não estamos sabendo valorizar.

Dragão Fashion Brasil inicia 9ª edição

Hair Brasil 2008: feira líder na América Latina deve atrair para São Paulo 65 mil profissionais da área de beleza

A 7ª edição da Hair Brasil – Feira Internacional de Beleza, Cabelos e Estética, que ocorre de 29 de março a 01 de abril, deve atrair para São Paulo profissionais da área de beleza de todo o Brasil e de vários países latino-americanos.

Nos quatro dias de feira, os organizadores esperam receber mais de 65 mil visitas de cabeleireiros, esteticistas, dirigentes de salões e demais profissionais do setor, com 6% de crescimento sobre a edição anterior.

Aberta exclusivamente para profissionais do setor, a Hair Brasil recebe cabeleireiros e empresários de todo Brasil e também do exterior. Na edição de 2007, a feira recebeu profissionais de 15 países entre os quais Chile, Peru, Argentina, Venezuela, Bolívia, Uruguai, Paraguai, Equador, Colômbia e Estados Unidos.

Mais importante evento para lançamento de novidades e desenvolvimento de negócios no mercado de beleza, a Hair Brasil 2008 vai reunir nos Pavilhões do Expo Center Norte, na capital paulista, cerca de 530 marcas de produtos profissionais utilizados em salões de beleza, clínicas de estética e spas.

Terceiro maior mercado mundial para produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, o Brasil movimenta mais de R$ 18 bilhões anuais neste setor. Trata-se de um mercado em acelerado processo de expansão, movimento identificado também pelo crescimento no número de salões de beleza em atividade e sua gradativa sofisticação. Só na cidade de São Paulo estima-se que existam mais de 50 mil salões de beleza e clínicas de estética. E no país inteiro, dados extra-oficiais apontam 1 milhão de cabeleireiros, esteticistas, manicures e demais profissionais da área em atividade.

Jeferson Santos, diretor geral da Hair Brasil, destaca que o aumento de público nos salões e clínicas tem sido um fator determinante para os crescentes investimentos em mais serviços e sofisticação de instalações nos estabelecimentos já existentes, bem como a abertura de novas unidades. “A tendência de qualificação desses salões e clinicas não acontece somente em termos de instalações, equipamentos e serviços oferecidos, mas também é evidente a preocupação com a atualização e aperfeiçoamento técnico das equipes de profissionais”, completa ele.

Atenta ao comportamento do mercado, a feira Hair Brasil investe na diversificação de expositores, visando oferecer aos profissionais de beleza o máximo em alternativas de produtos, equipamentos e serviços. Todas as grandes marcas nacionais e internacionais participam da feira, que já se tornou referência para o setor em toda a América Latina. “A Hair Brasil 2008 será um fiel retrato do que existe de mais atual hoje no mercado mundial e também uma antecipação desse ‘Salão do Futuro’, que se desenvolve a partir das novas demandas de consumo. Além de apresentar os melhores e mais sofisticados produtos e equipamentos, o evento oferece conhecimento para enfrentar os novos desafios que os empreendedores e profissionais terão pela frente”, completa Santos, fazendo referência aos muitos workshops, shows e congressos que ocorrem simultaneamente à feira.

Texto: maismoda.net/news

Nesta edição, a Hair Brasil oferece um programa de atualização para cabeleireiros, esteticistas, manicures e maquiadores, formado por mais de 60 eventos que abrangem desde novas técnicas aplicadas a salões de beleza e clínicas de estética, até noções de gestão de negócios e desenvolvimento de carreira.

Moda Praia Masculina

Quando o assunto é moda praia para os homens, tudo se torna mais simples, afinal, moda masculina sempre pareceu menos elaborada e mais prática. Dos culotes usados para o banho de mar na época do descobrimento do Brasil, às bermudas atualmente preferidas pelos surfistas, mais do que a modelagem, o que mudou foi a tecnologia utilizada na fabricação.
O primeiro calção surgiu em 1846, numa época em que roupas de banho ainda eram feitas de lã para proteger de alguma possível friagem causada por águas geladas. E a ousadia era usada somente por nadadores, pela maior liberdade de movimentos. Desde então, o material utilizado foi o que mais evoluiu.
Na década de 1950, quando o biquíni ameaçava surgir em paisagens brasileiras, o que os homens usavam era uma espécie de shorts de tecido sintético parecido com o modelo que se usa para jogar futebol. O conforto sempre prevaleceu ao estilo.
Pelos idos de 1970, as populares sungas “speedo” – que em outros países eram usadas somente para a natação – ganharam as praias em modelagens de laterais largas e cores escuras, incorporando a versão masculina do biquíni.
Na mesma época, Fernando Gabeira estreava com ousadia a tanga de crochê. A moda não pegou, mas apontou tendências e causou severa diminuição na modelagem lateral das sungas, dando um ar mais moderno que permaneceu até meados da década de 1990 aos poucos que ainda a preferiam.
Os calções do estilo bermuda sempre permaneceram em harmônica convivência com as sungas. Preferidos pelo conforto e discrição, eles ganham pelo corte moderno, tecido que seca fácil e a praticidade de ir do mar ao boteco em poucos minutos sem precisar trocar de roupa.

Texto: Curitiba/DeLuxe

GOÓC FAZ “TOUR CONTRA A PIRATARIA” NO NORDESTE DO BRASIL

Representantes da empresa calçadista fazem tour pelas principais cidades da região nordeste e centro oeste para informar lojistas e consumidor sobre malefícios da utilização de calçados pirateados.

A Goóc, que é uma das principais fabricantes de chinelos e calçados de borracha reciclada de pneu do Brasil, é também hoje um dos principais alvos dos “piratas do mercado”. Em Feira de Santana, na Bahia, a Goóc produz 300 mil pares/mês e emprega mais 200 colaboradores, beneficiando indiretamente mais de 600 pessoas.


“Fábricas piratas” localizadas na região nordeste chegam a produzir cerca de 1 milhão pares/mês de cópias pirateadas Goóc, com material inferior e fora dos padrões de qualidade: feito de PVC, escorrega e é quebradiço, além de ser fabricado com cloro, o que polui o meio ambiente. Existem ainda os malefícios físicos, pois tais produtos não passam por um padrão de qualidade, o que pode trazer problemas nas articulações e coluna. No mercado o chinelo pirata é comercializado entre 2 e 3 reais – valor que provavelmente não paga taxas e contribuições ao governo, salários e benefícios aos colaboradores.

“É preciso combater empresas que prejudicam o mercado, o desenvolvimento industrial das empresas e até mercadológico, do Brasil. Queremos crescer e fazer com que o Brasil cresça, que nossos colaboradores fiquem satisfeitos e evoluam, que o consumidor sinta-se bem e confortável. Para isso, é necessário combater a pirataria” conta Thai Nhgia, diretor da Goóc, que participa deste tour contra a pirataria Goóc que já passou pela Bahia e Recife e caminha para o Ceará na próxima semana.

O objetivo é informar os lojistas e incentivá-los a não comercializar produtos pirateados, além de esclarecer ao consumidor final sobre os fatores negativos do uso destes chinelos.

Sobre a Goóc
Desde 2004 inserida no mercado, a Goóc destaca-se no Brasil pela originalidade de seus produtos, que conciliam a criatividade atrelada a sustentabilidade ambiental. Seu fundador Thai Nighia, é o grande mentor da marca, que em 2004 agarrou a causa ambiental para conscientizar seus consumidores.

A fórmula “criatividade + sustentabilidade ambiental Goóc” tem conquistado o mundo: atualmente países como França, Itália, Espanha, Portugal, Japão, Estados Unidos, Caribe, Austrália, Arábia Saudita e países da América Latina demonstram grande interesse pelos produtos desenvolvidos com borracha reciclada de pneu, fabricados em Feira de Santana (BA), responsáveis também por gerar emprego e benefícios na região.

Desde sua fundação, a Góoc já reciclou o equivalente a mais de 2 milhões de pneus. Incluiu à sociedade o que era considerado lixo e não reaproveitável – e dele, criou algo que oferece conforto, bem estar e beleza dos pés à cabeça: sandálias, papetes, bolsas e acessórios.

Em Hollywood, famosos do cinema e da televisão já aderiram à marca, que investe pesadamente em marketing internacional neste processo de internacionalização: personalidades como Al Gore, Cameron Diaz, Gwen Stefani, Drew Barrymore e Leonardo di Caprio já tem em seu guarda-roupas, chinelos Góoc desenvolvidos com borracha reciclada de pneu e camisetas fabricadas a base de fibras de pet e de bambu.

Texto: Maxpress/notícia

VOCÊ SABE COMO ESCOLHER O BIQUÍNI CERTO PARA SEU CORPO?

Qual a melhor forma de valorizar seu corpo ao comprar seu biquíni? Aqui vão as dicas para achar o modelo ideal. 

Pernas curtas
O segredo está em escolher a calcinha certa. Prefira as mais cavadas e com laterais finas.
Isso ajudará a alongar as pernas.

Seios pequenosO seu top precisa ter estampas, babados ou drapeados para aumentar o volume. O top com alça fina é, sem dúvida, o mais indicado, porque cria várias linhas na parte do seu corpo onde você tem pouco volume.

Pernas compridas
O melhor é usar uma calcinha baixa para dar a sensação de que as pernas estão menores, proporcionais ao seu corpo.
 
Seios grandes
Sutiã com alças mais largas e um reforço na parte inferior do bojo é ideal para você. O melhor é que ele seja de cor escura e liso. Nada de enfeites ou estampas, que só aumentam o volume.

Sem cintura
Investir em calcinha com laços nas laterais para aumentar os quadris e criar falsa cintura. O top deve ter alças finas que dá volume aos seios.

Muita barriga
Prefira os maiôs inteiriços. Escolha um com decote em “U” ou em “V”, e cavas altas para deixar as pernas mais livres. Prefira tons escuros e listras verticais, que dão uma afinada na silhueta. Se quiser biquíni, aposte nas calcinha mais altas.

Quadris estreitos
Você deve escolher uma calcinha de cor clara com laços nas laterais. Isso vai dar a impressão de que os quadris cresceram – ou ficaram mais proporcionais ao resto do corpo. Mas, para isso funcionar mesmo, invista em um sutiã com alças finas, de preferência em tom escuro que combine com a parte de baixo. Na parte de cima, evite babados e estampas, que aumentam o volume.

Quadris largos
Eles ficam bem em biquínis com calcinha asa-delta e as laterais mais largas. Essa calcinha deve ser lisa e em tom escuro, o que ajuda a disfarçar os quadris. E, como os ombros costumam ser bem menores, fuja do modelo frente-única. A solução é usar um sutiã tipo camiseta, que fica com as alças sobre os ossinhos dos ombros, para alargar a parte de cima. Se você é magra, pode usar um top tomara-que caia com barbatana.
 

Texto: Vitória Romana/Modas

Cada vez mais norte-americanas aderem ao biquíni brasileiro

WASHINGTON (Reuters) – Quando o estilista brasileiro Amir Slama começou a exportar biquínis para os EUA, nos anos 1990, teve que adaptar suas criações e acrescentar mais pano, para agradar ao gosto mais conservador das norte-americanas.

Mas as coisas estão mudando, e mais norte-americanas passaram a procurar os biquínis minúsculos que fazem tanto sucesso nas praias do Rio de Janeiro.

“Quando começamos a vender no exterior, tivemos que criar dois formatos diferentes –um para a Europa e outro para os Estados Unidos, sendo o americano o maior”, contou Slama, 41 anos, diretor criativo da Rosa Chá, uma das grifes mais famosas do Brasil em termos de moda praia.

“Mas hoje, nos grandes centros como Los Angeles, Nova York ou Miami, a predominância já é do tamanho brasileiro”, disse Slama em entrevista.

O estilista, que exibe suas coleções na Semana de Moda de Nova York desde 2000, acha que o estilo mais enxuto está ganhando popularidade porque a percepção que as mulheres têm de seu corpo mudou.

Enquanto as norte-americanas estão ficando mais ousadas, as brasileiras, segundo o estilista, começaram a prestar mais atenção a seus seios que ao bumbum.

“No Brasil as mulheres não prestavam atenção aos seios. Todo o foco era sobre a parte inferior do corpo”, explicou.

“Hoje, mesmo que não tenham implantes, elas querem destacar a parte superior do corpo, enquanto a parte inferior (do biquíni) aumentou para proporcionar mais conforto na praia.”

O Brasil é célebre por sua moda praia. Gisele Bundchen teve uma participação importante na promoção do estilo brasileiro nos EUA nos anos 1990, como teve a atriz de Hollywood Carmen Miranda na década de 1940, disse Slama.

A paulista Rosa Chá exporta cerca de 18 mil biquínis aos EUA por ano, de uma linha de produção total de 500 mil. Amir Slama disse acreditar que o mercado vai continuar a crescer.

Ele deixou de apresentar suas coleções no Brasil, e, em vez disso, se concentra em promover suas criações na Semana de Moda de Nova York todos os anos.

“Desde o início os norte-americanos se mostraram mais abertos a nós que os europeus. Eles nos viram como alguém que produz algo moderno e sofisticado”, disse Slama.

Texto: Adriana Garcia / uol

‘Biquíni muçulmano’ deve chegar a Portugal no meio do ano

Lisboa, 20 mar (Lusa) – A versão fashion do traje de banho utilizado pelas mulheres muçulmanas por questões culturais e religiosas pode chegar a Portugal já no próximo verão.

Em declarações à Agência Lusa, Dorelies Woortman, proprietária da empresa holandesa responsável pela distribuição na Europa do chamado “burquíni” – associação entre as palavras “burca” e “biquíni” – disse esperar que, até o meio do ano, muçulmanas e eventuais apreciadoras da peça possam adquiri-la nas lojas portuguesas.

Confortáveis, impermeáveis, feitos 100% de poliéster, resistentes ao cloro, fáceis de usar e coloridos, os maiôs comportados possuem uma túnica com capuz e calças, deixando descobertos apenas pés, mãos e rosto.

Os fabricantes informam que o capuz serve como hijab (véu usado pelas muçulmanas para cobrir a cabeça), que pode ser retirado, deixando face e parte da cabeça exposta, de acordo com o gosto da freguesa.

O “burquíni” foi criado pela australiana de origem libanesa Aheda Zanetti, que pensou nas muçulmanas mais ativas, que gostam de praticar esportes e ir a praia e piscina, sem que, para isso, tenham que desrespeitar seus valores religiosos e culturais.

A Ahiida, nome da empresa de Zanetti, exporta a peça da Austrália para o mundo. Na Europa, o direito de venda é da holandesa Woortman Sportswear.

Dorelies Woortman, dona da empresa que possui a patente do produto em território europeu, prevê que, em breve, os “burquínis” também chegarão a Portugal.

“Estamos ansiosos por começar o negócio em Portugal”, afirmou Woortman, assegurando que, ainda este mês, começará a divulgação no velho continente para distribuir o produto nas lojas.

Atualmente, quem quiser adquirir um exemplar na Europa só pode fazê-lo no site da empresa – www.woortmansportswear.com.

Os “burquínis” estão disponíveis em três modelos (Modest-Fit, Active-Fit e Slim-Fit) e em diversas cores, com um preço que oscila entre 137,50 e 150 euros (R$ 365 e R$ 400), informou Woortman.

Considerado uma verdadeira revolução para muitas muçulmanas, os trajes de banho caíram no gosto também de outras mulheres. Nos Estados Unidos, cristãs conservadoras, vítimas de queimaduras e senhoras com mais idade estão aderindo à moda, segundo o site norte-americano Times Magazine.

O mesmo aconteceu na Austrália, onde várias barreiras culturais foram quebradas para permitir o uso de “burquínis” por salva-vidas muçulmanas.

Texto:uol.com.br/estilo

Design Ecológico – Lixo para todos

A expansão da sociedade de consumo e do uso de produtos descartáveis associaram o progresso material à geração de lixo.
Na contramão dessa tendência, designers de todo o mundo têm se empenhado na valorização de produtos naturais, na reciclagem de materiais e no reaproveitamento de bens industriais.
No Brasil, alguns designers engrossam esse movimento. Exemplos dessa produção estiveram reunidos na exposição Novos Alquimistas, organizada pela jornalista Adélia Borges.

Muito antes da intervenção dos designers, a população carente do país já praticava a reciclagem do lixo na forma de utensílios domésticos, brinquedos e mobiliários. No catálogo da exposição montada no Itaú Cultural, em São Paulo, entre novembro de 1999 e fevereiro de 2000, explica-se que essa criatividade era movida pela dificuldade de acesso aos bens da sociedade de consumo. Parece óbvio, mas a explicação é certamente necessária para estrangeiros e alguns extraterrestres que vivem no Brasil.

Mãos engenhosas transformam latas velhas e sucatas variadas em bules, bacias, canecas, floreiras, lamparinas. Os designers brasileiros reunidos nesta exposição exercem outro tipo de transformação. “Eles são capazes de extrair a qualidade poética de materiais banais para compor com eles objetos úteis e expressivos”, afirma Adélia.

Os materiais utilizados nesse processo de transformação integram três grupos. O primeiro inclui coisas da natureza, como gravetos e cascas de árvores, palha de milho e sementes. No segundo estão materiais já usados, como tampinhas de refrigerantes e embalagens variadas (garrafas de vidro ou de plástico, latas de cerveja, papelão tetrapack do leite longa vida).

No terceiro, produtos industriais baratos, fabricados em larga escala: ralos de esgoto, canudinhos de refrigerante, bolinhas de borracha, barbantes, papéis e papelões, plásticos, pratos de vidro, coadores de plástico, utensílios de cozinha.

A carioca Tereza Xavier faz sucesso no mercado internacional com jóias que combinam sementes brasileiras com pedras e metais preciosos. Em 1998, venceu o Diamonds International Award com um fio de palha trançada salpicado de diamantes brancos.

Outro carioca formado em São Paulo é Renato Imbroisi, que trabalha com tecidos e cestos produzidos artesanalmente. Imbroisi eleva o grau de sofisticação de seus produtos ao utilizar, em seus teares manuais, cascas e galhos de árvores ao lado de fios naturais e sintéticos.

Daniela Moreau, formada em São Paulo, também nasceu no Rio de Janeiro e também trabalha com teares manuais. Há alguns anos montou uma oficina de tecelagem em Santo Antônio do Pinhal, interior paulista. Ali, produz mantas, colchas e xales com algodão orgânico. Na exposição do Itaú Cultural, exibe belos tecidos, macios e agradáveis ao toque, produzidos com um fio sintético obtido a partir da reciclagem de garrafas plásticas de refrigerante.

Outros exemplos de reciclagem podem ser encontrados nas luminárias Eletra e Babel, de Júlio Sannazzaro, produzidas com garrafas azuis de vinhos alemães baratos. Ou no aglomerado de tetrapack, feito com embalagens longa vida usadas e aplicado na tampa do Criado-Lata, desenhado por Flávio Verdini, Júlio Sannazzaro e Sandro Verdini. Ou ainda, nos sofisticados objetos de vidro feitos por Eduardo e Beth Prado a partir de um aglomerado de cacos.

No terceiro grupo dos novos alquimistas estão os designers que subvertem a função original de materiais e componentes industriais. Os irmãos Humberto e Fernando Campana produziram uma mesa de refeição com tampo formado por ralos de esgoto. O pernambucano Maurício Castro, o paulista Eduardo Alves Jorge e o espanhol Imanol Ossa criaram luminárias utilizando pratos de vidro ou utensílios de cozinha.

O designer Valter Bahcivanji também recorreu a um banal utensílio de cozinha, de plástico branco, para obter uma curiosa luminária. Além deles, participaram da mostra o estilista paraense Lino Villaventura (vestidos e adornos com escamas de peixe, palha e barbante) e o designer paulista Nido Campolongo (bolsas de papel feitas com canudinhos coloridos de folhas de revistas e papelão reciclado).

Texto: Arcoweb/design

Faça sucesso na praia e termine o verão em boa companhia

Os trajes, os acessórios e as brincadeiras que garantem a farra

Elas correm para a academia, fazem massagens, preparam a pele com cremes bronzeadores… o ritual de beleza feminino, antes de encarar a praia e exibir o corpo num biquíni minúsculo, é cheio de etapas. As mais prevenidas começam a pensar no verão quando o inverno ainda nem começou , revela a personal trainer Liliana Gonçalves, de São Paulo.

E, se você acha que para se dar bem basta colecionar os melhores elogios e ir soltando um por um, esqueça. Além de lábia, alguns códigos são essenciais a quem pretende passar a estação mais sexy do ano acompanhado. As sungas, o protetor solar e até os exercícios certos (na hora certa!) são seus aliados nessa conquista. Confira a seguir os segredos que conseguimos espremer de uma turma caprichada de especialistas em beleza.

1. Bermuda com cintura baixa.
Se você caprichou nos exercícios durante o ano e tem um tanquinho para mostrar, a bermuda é a melhor pedida. Ao esconder as pernas, chama a atenção para o abdômen, uma das partes do corpo masculino mais admirada pelas mulheres , diz Liliana. A mesma peça também é indicada para quem está com a barriga fora de forma. Mas quem dá a dica é a consultora de moda Tereza Spinnkis. Larguinha, ela não aperta a barriga e deixa o homem à vontade, sem mais dobras do que as já existentes . Se você se identificou com este segundo caso, fuja das sungas. Elas são uma ameaça a qualquer tentativa de virilidade quando os quilos extras já se instalaram.

2. Rapidinha antes de pôr os pés na areia.
A dica é da personal trainer: se você conseguir acordar mais cedo e fazer algumas séries de exercícios antes de ir à praia, vai se espantar com os resultados. Os músculos ficam com a aparência mais tonificada assim que terminamos de treinar . As garotas certamente vão notar e ficar impressionadas.

3. Protetor solar bem espalhado.
Se tem um assunto que as mulheres dominam é beleza, e elas garantem: não tem nada pior do que creme mal espalhado. (Aprenda a escolher o filtro solar). Então nada de ficar economizando e, com preguiça, largar placas brancas pelo corpo. Espalhe direito e proteja sua pele (além da sua reputação).

4. Perfume.
A questão é polêmica, mas prefira sair sem ele. Primeiro porque o álcool contido em muitas fragrâncias pode manchar sua pele. Segundo porque o cheiro vai sumir, mesmo. E terceiro porque, enquanto não entra na água, a mistura dos cheiros do suor, do perfume e do protetor solar tendem a enjoar qualquer nariz minimamente sensível. Um bom desodorante está na medida para fazer
bonito sem risco de passar vergonha. (Homem que é homem cheira bem).

5. Boné.
Ele é seu companheiro fiel na maior parte do ano, portanto nada de abrir mão bem quando a necessidade é praticamente absoluta. As mulheres acham um charme os bonés ainda protegem seu rosto contra os raios solares. Só não esqueça de dar uma lavadinha no acessório de vez em quando, porque o odor que fica após dias de suor acumulado pode acabar afastando suas eventuais pretendentes.

6. Óculos de sol.
Além de ajudar você a escolher e analisar melhor o alvo, os óculos escuros rendem proteção indispensável à claridade. Modelos grandes são os favoritos das mulheres. Mas preste atenção na escolha: aquele modelo que fica perfeito com o terno pode não será melhor pedida com sua bermuda de praia. Ah, e cuidado com as lentes: se elas forem escuras, você tem passaporte livre para zapear o olhar á vontade, enquanto lança uma investida. Do contrário, é melhor segurar a onda (sob o risco de acabar na mão).

7. Pegue leve na brincadeira.
Ir para a praia com a galera é ótimo. Uma cerveja aqui, outra ali e, quando percebe, você já está mais animado. (Um manual completo para catapultar a ressaca). Apesar do clima descontraído, entretanto, é melhor ir devagar na sedução. Tem muito cara que já chega pondo a mão na sua perna, parece que é íntimo , reclama a relações públicas carioca Letícia Faria. O ambiente é mais à vontade mesmo, mas tem que ter calma se quiser conseguir alguma coisa.

Fonte: minhavida.com.br

 

Moda praia ganha toque comportado dos anos 70

O verão está mais comportado e a moda propõe mais pano no bumbum e cintura baixa, estilo anos 70. A temporada valoriza a silhueta elegante sem deixar o corpo muito à mostra. 

Asa delta e fio dental
Os velhos asa delta e fio dental podem ser usados para tomar sol, porque a marca de biquíni fica mais discreta. Mas na hora de desfilar pela areia, os modelos amplos no bumbum são os mais indicados. “O modelo amplo no bumbum e com cintura baixa só não fica bem em mulheres que têm muita barriga, porque podem acentuá-la. A alternativa é escolher peças com cintura mais alta, que vão diminuir a barriga e deixar o look de praia mais confortável”, diz a estilista da Cia. Marítima, Mariana Adans.

Lacinho e cortininha
Os biquínis de lacinho e cortininha são clássicos do verão e nunca saem de moda, mas são indicados para mulheres bem jovens e que conseguem manter o corpo magro. As peças com pedrarias ou crochê são as mais encontradas nas passarelas.

Tomara-que-caia
No corte dos maiôs, aposte no tomara-que-caia e na frente única. “Eles deixam a silhueta decotada e ficam bem em qualquer tipo de corpo, além de deixarem a mulher mais elegante”, diz a estilista.

Colo volumoso
Para os tops, tudo o que valorize os seios, como meia-taça com bojo e tomara-que-caia. A nova moda das brasileiras é colo volumoso e bem cuidado, então, aposte em modelos que tenham enchimento e que levantam os seios. Quem tem seios fartos deve optar pelo meia-taça com bojo, assim como quem quer aumentar o volume.

Cores
Como o verão aceita todas as cores, ainda mais na moda praia, escolha a que tem mais a ver com você e tome cuidado apenas com os modelos muito claros, que costumam ficar transparentes depois de cair na água. Os modelos escuros, principalmente em maiôs, disfarçam as gordurinhas extras. “O verde bandeira e o vinho estão em alta, mas a coleção admite qualquer tom vibrante”, diz.

Estampas
Para quem quer seguir a onda dos anos 70, estampas são de cashmere ou indianas, combinadas com bordados, brilhos e pedrarias. A alternativa para a onda setentista é a aposta no vintage, que veio para ficar. Frutinhas, lacinhos, vichys e qualquer elemento infantil seguem como tendência para o verão.

Complementos
A roupa de praia fica ainda mais charmosa se for usada com complementos, como batas e saias indianas longas, já que as cangas perderam espaço, apesar da praticidade. Colares longos e enfeites no cabelo também deixam a mulher mais bonita e podem ser usados até para cair na água.

Como conservar a roupa de praia
A primeira regra é evitar o contato do tecido com o protetor solar para não ter manchas na roupa de praia. O ideal é aplicá-la antes de colocar o biquíni, sunga ou maiô.

As superfícies ásperas podem desfiar a roupa, então, na hora de sentar na areia ou pedra, proteja-se com uma canga ou toalha. Na hora de lavar, prefira a água fria e o sabão neutro. Lave bem depois de usar a piscina, já que o cloro costuma desgastar a peça.

Por último, nada de secar atrás da geladeira, com o ferro ou sob o sol. Prefira deixar na sombra com vento.
 

Por: Reinaldo Marques / Terra

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