Arquivo para Março, 2008
A Moda Verde
Por: Almira Martins
Especialista em Cultura de Moda – Universidade Anhembi Morumbi/SP
O Verde é a cor da moda. Assim como ele, também estão na ordem do dia, os azuis dos mares e rios, os marrons e beges dos sítios arqueológicos e a cartela multicolorida encontrada apenas na natureza preservada.
Para reafirmar a importância da “moda verde”, Nova York acolheu o Fórum de Desenvolvimento Sustentável 2007, promovido por um grupo de empresários brasileiros, em final de abril. O desafio continua em encontrar soluções que alinhem as expectativas humanas à preservação ambiental. O discurso é antigo, porém requer atitudes concretas para surtir efeitos positivos. Como não poderia deixar de ser, o Brasil e sobretudo a Amazônia, são pontos chaves para tais avanços. A exploração racional da floresta, a implantação de programas que privilegiem os eco-combustíveis e geração de energia limpa, são questões complexas, porém primordiais a um futuro seguro.
“Eco-qualquer-coisa”, desenvolvimento sustentável, cotas de carbono e afins, serve de mote para muitos encontros, palestras e discursos em prol de um planeta saudável e, sobretudo, viável. O importante é entender, no entanto, que apenas ações efetivas serão capazes de mudar paradigmas já estabelecidos. Não adianta se dizer adepto da ecologia e desperdiçar água e energia elétrica, jogar lixo na via pública, ou utilizar meios de transporte de forma irracional. Ser “verde” é uma questão de atitude.
É notório que a Moda é uma das molas propulsoras de desenvolvimento e gera mudanças de comportamento no sujeito. Questões relativas ao consumo, porém, são bastante complexas, pois passam por estudos de mercados, identidades culturais e tantos outros pontos-chave próprios da contemporaneidade. No entanto é evidente que uma tendência de comportamento vem se firmando neste século: a Moda Verde. A indústria mostra sérias preocupações em desenvolver produtos sustentáveis que respeitem o homem e o planeta. As empresas de tecido e cosmético, prioritariamente, focam seu objetivo em um mercado consciente que tende a crescer e dominar as preferências do “consumidor XXI”, por uma simples questão de sobrevivência. É claro que utilizam o eco-marketing de forma eficientíssima em busca de expansão de seus lucros, porém são atores importantes para a construção de uma nova cultura material.
Os tecidos em fibras de bambu, são um claro exemplo de produto eco-sustentável. Espalham-se pelo mundo como uma alternativa aos sintéticos. Confortáveis, versáteis e ambientalmente corretos, fazem a festa de fashion designers e consumidores “verdes”. Lançado em fevereiro de 2006, no evento mais importante para a indústria da moda, o Première Vision/ Paris, o Tessu Bamboo, é proveniente de matéria prima renovável, que não carece de pesticidas e, conseqüentemente, não danifica a natureza. Leve, confortável, versátil e com custos fabris equivalentes aos do algodão, é uma alternativa aos que querem abandonar os sintéticos derivados de petróleo em favor de opções que valorizam e protegem o planeta. Não apenas o bambu, mas uma gama de matérias primas orgânicas já fazem parte do cenário fashion desfilando em bolsas, calçados, acessórios, decoração e indústria automobilística. Os consumidores mais bem informados e realmente comprometidos com as causas ambientais, preferem lonas aos plásticos, gemas orgânicas a metais, salvar o planeta a destruí-lo.
A Amazônia, celeiro de tantos bens materiais e imaterias. Fonte de inspiração e prospecção para os mundos da arte e da ciência, urge tornar-se partícipe deste movimento que está nas questões centrais dos interesses da humanidade. No entanto, a efetivação da sustentabilidade ambiental passa necessariamente por investimentos em educação e pesquisas, que venham ao encontro às aspirações do amazônida.
Por fim, a idéia de consumo-consciente pode até demorar um pouco a “virar moda” e dominar todas as classes sociais, porém a tendência é irreversível, uma vez que mercados importantes como China e Europa já movimentam muitos bilhões de dólares e euros com as fibras bio-degradáveis.
Enquanto a Superterra ainda estiver a 20 anos-luz daqui, é melhor cuidarmos desta Terra que nos foi dada de presente, mas que no entanto, não estamos sabendo valorizar.
Dragão Fashion Brasil inicia 9ª edição
O maior evento de moda autoral do Brasil acontece de 31 de março a 5 de abril, com extensa agenda de atividades em Fortaleza (CE). Dragão de Todas as Artes. Este é o conceito do Dragão Fashion Brasil deste ano, que marca o aprofundamento das relações do maior evento de moda autoral do Brasil com cinema, artesanato e outras manifestações culturais. O evento chega à 9ª edição reformulado e com conceito ampliado. A ABIT, através do Programa Texbrasil, criado em parceria com a Apex-Brasil, apóia o evento com a vinda de jornalistas internacionais.
O diálogo da moda com a arte joga foco no Ceará como centro promotor cultural. Dois grandes eventos do calendário do Estado do Ceará são parceiros do DFB em 2008: o Salão de Abril e o Cine Ceará, que contam com mostras desenvolvidas especialmente para o período.
O ano de 2008 marca o retorno do evento às suas origens, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, onde foram realizadas suas primeiras edições. Lá acontece o encerramento do evento. A programação diária acontece no Centro de Convenções Edson Queiroz, com três salas de desfiles, lounges de veículos de comunicação, estandes de empresas participantes, galeria de arte, Casa do Dragão e praça completa de alimentação com sete ambientes. O “Dragão Pensando Moda” promove três dias de encontros entre profissionais das áreas envolvidas e convidados.
Com nove anos de história, o DFB está inserido no calendário de moda nacional, sendo prestigiado pela imprensa brasileira e estrangeira. Destino certo para quem trabalha com moda e entende do assunto, cada edição atrai diariamente cerca de 10 mil pessoas. O evento conta com patrocínio master da Santana Textiles e da C&A.
Confira, a seguir, algumas novidades do DFB 2008:
Salão de Abril no Dragão
O Salão de Abril, principal evento de artes plásticas do Ceará, ganha uma mostra coletiva dos principais artistas premiados ao longo de seus 65 anos de história. A exposição acontece na área interna do próprio Dragão Fashion Brasil e transforma o Centro de Convenções em uma grande galeria das artes, consolidando assim a parceria entre os dois eventos.
Cine Ceará no Dragão
O Cine Ceará, hoje consagrado como um dos maiores eventos do cinema nacional e ibero-americano, estará diretamente ligado ao DFB, curtas serão exibidos antes dos desfiles.
Arte Solidária no Dragão – Casa do Dragão
Seguindo a tradição de ressaltar o valor da produção artesanal brasileira, o DFB, através da Casa do Dragão, dedica às comunidades e artesãos do nordeste local para exposição e comercialização dos seus produtos.
DPM – Dragão Pensando Moda – 1º a 3 de abril
Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e informação serão convidados profissionais de todo o Brasil e das diversas áreas envolvidas para integrar a 3ª edição do DPM. O evento ocupa a Sala do Barro, onde, a cada dia, mesas redondas com novos profissionais que se revezarão no bate-papo com o público.
Novo Concurso de Novos
Assumindo perfil democrático, o DFB propõe às instituições de ensino superior de Moda de todo Nordeste, parceria através de suas oficinas de criação. Isto possibilitará aos alunos uma experiência profissional de trabalho em grupo transformando o concurso individual em uma ação de coletivos. Sob a orientação de seu corpo docente, cada instituição convidada desfilará coleção no Centro de Convenções integrando o line-up do evento e concorrendo ao prêmio definido pela comissão organizadora.
Encerramento – 05 de abril
Marcando o retorno do DFB ao Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, sede de suas primeiras edições, o encerramento oficial do Dragão Fashion Brasil 2008 acontece com desfile da C&A seguido de show do Capital Inicial, na Praça Verde.
Em paralelo acontece a abertura da exposição sobre os 30 anos da obra do estilista radicado no Ceará Lino Villaventura, no Sesc Iracema, às 19h. A mostra fica em cartaz até dia 20 de abril e reúne fotos do arquivo de Cláudio Pedroso, que retrata, em imagens feitas ao longo desses 30 anos, a trajetória de sucesso e traços marcantes de Lino.
Anote:
Dragão Fashion Brasil 2008
Dragão Fashion Brasil 2008
Data: 31 de março a 05 de abril
Local: Centro de Convenções de Fortaleza
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Informações: + 55 (85) 3261.3656
Hair Brasil 2008: feira líder na América Latina deve atrair para São Paulo 65 mil profissionais da área de beleza
A 7ª edição da Hair Brasil – Feira Internacional de Beleza, Cabelos e Estética, que ocorre de 29 de março a 01 de abril, deve atrair para São Paulo profissionais da área de beleza de todo o Brasil e de vários países latino-americanos.
Nos quatro dias de feira, os organizadores esperam receber mais de 65 mil visitas de cabeleireiros, esteticistas, dirigentes de salões e demais profissionais do setor, com 6% de crescimento sobre a edição anterior.
Aberta exclusivamente para profissionais do setor, a Hair Brasil recebe cabeleireiros e empresários de todo Brasil e também do exterior. Na edição de 2007, a feira recebeu profissionais de 15 países entre os quais Chile, Peru, Argentina, Venezuela, Bolívia, Uruguai, Paraguai, Equador, Colômbia e Estados Unidos.
Mais importante evento para lançamento de novidades e desenvolvimento de negócios no mercado de beleza, a Hair Brasil 2008 vai reunir nos Pavilhões do Expo Center Norte, na capital paulista, cerca de 530 marcas de produtos profissionais utilizados em salões de beleza, clínicas de estética e spas.
Terceiro maior mercado mundial para produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, o Brasil movimenta mais de R$ 18 bilhões anuais neste setor. Trata-se de um mercado em acelerado processo de expansão, movimento identificado também pelo crescimento no número de salões de beleza em atividade e sua gradativa sofisticação. Só na cidade de São Paulo estima-se que existam mais de 50 mil salões de beleza e clínicas de estética. E no país inteiro, dados extra-oficiais apontam 1 milhão de cabeleireiros, esteticistas, manicures e demais profissionais da área em atividade.
Jeferson Santos, diretor geral da Hair Brasil, destaca que o aumento de público nos salões e clínicas tem sido um fator determinante para os crescentes investimentos em mais serviços e sofisticação de instalações nos estabelecimentos já existentes, bem como a abertura de novas unidades. “A tendência de qualificação desses salões e clinicas não acontece somente em termos de instalações, equipamentos e serviços oferecidos, mas também é evidente a preocupação com a atualização e aperfeiçoamento técnico das equipes de profissionais”, completa ele.
Atenta ao comportamento do mercado, a feira Hair Brasil investe na diversificação de expositores, visando oferecer aos profissionais de beleza o máximo em alternativas de produtos, equipamentos e serviços. Todas as grandes marcas nacionais e internacionais participam da feira, que já se tornou referência para o setor em toda a América Latina. “A Hair Brasil 2008 será um fiel retrato do que existe de mais atual hoje no mercado mundial e também uma antecipação desse ‘Salão do Futuro’, que se desenvolve a partir das novas demandas de consumo. Além de apresentar os melhores e mais sofisticados produtos e equipamentos, o evento oferece conhecimento para enfrentar os novos desafios que os empreendedores e profissionais terão pela frente”, completa Santos, fazendo referência aos muitos workshops, shows e congressos que ocorrem simultaneamente à feira.
Texto: maismoda.net/news
Nesta edição, a Hair Brasil oferece um programa de atualização para cabeleireiros, esteticistas, manicures e maquiadores, formado por mais de 60 eventos que abrangem desde novas técnicas aplicadas a salões de beleza e clínicas de estética, até noções de gestão de negócios e desenvolvimento de carreira.
Moda Praia Masculina
Quando o assunto é moda praia para os homens, tudo se torna mais simples, afinal, moda masculina sempre pareceu menos elaborada e mais prática. Dos culotes usados para o banho de mar na época do descobrimento do Brasil, às bermudas atualmente preferidas pelos surfistas, mais do que a modelagem, o que mudou foi a tecnologia utilizada na fabricação.
O primeiro calção surgiu em 1846, numa época em que roupas de banho ainda eram feitas de lã para proteger de alguma possível friagem causada por águas geladas. E a ousadia era usada somente por nadadores, pela maior liberdade de movimentos. Desde então, o material utilizado foi o que mais evoluiu.
Na década de 1950, quando o biquíni ameaçava surgir em paisagens brasileiras, o que os homens usavam era uma espécie de shorts de tecido sintético parecido com o modelo que se usa para jogar futebol. O conforto sempre prevaleceu ao estilo.
Pelos idos de 1970, as populares sungas “speedo” – que em outros países eram usadas somente para a natação – ganharam as praias em modelagens de laterais largas e cores escuras, incorporando a versão masculina do biquíni.
Na mesma época, Fernando Gabeira estreava com ousadia a tanga de crochê. A moda não pegou, mas apontou tendências e causou severa diminuição na modelagem lateral das sungas, dando um ar mais moderno que permaneceu até meados da década de 1990 aos poucos que ainda a preferiam.
Os calções do estilo bermuda sempre permaneceram em harmônica convivência com as sungas. Preferidos pelo conforto e discrição, eles ganham pelo corte moderno, tecido que seca fácil e a praticidade de ir do mar ao boteco em poucos minutos sem precisar trocar de roupa.
Texto: Curitiba/DeLuxe
GOÓC FAZ “TOUR CONTRA A PIRATARIA” NO NORDESTE DO BRASIL
Representantes da empresa calçadista fazem tour pelas principais cidades da região nordeste e centro oeste para informar lojistas e consumidor sobre malefícios da utilização de calçados pirateados.
A Goóc, que é uma das principais fabricantes de chinelos e calçados de borracha reciclada de pneu do Brasil, é também hoje um dos principais alvos dos “piratas do mercado”. Em Feira de Santana, na Bahia, a Goóc produz 300 mil pares/mês e emprega mais 200 colaboradores, beneficiando indiretamente mais de 600 pessoas.
“Fábricas piratas” localizadas na região nordeste chegam a produzir cerca de 1 milhão pares/mês de cópias pirateadas Goóc, com material inferior e fora dos padrões de qualidade: feito de PVC, escorrega e é quebradiço, além de ser fabricado com cloro, o que polui o meio ambiente. Existem ainda os malefícios físicos, pois tais produtos não passam por um padrão de qualidade, o que pode trazer problemas nas articulações e coluna. No mercado o chinelo pirata é comercializado entre 2 e 3 reais – valor que provavelmente não paga taxas e contribuições ao governo, salários e benefícios aos colaboradores.
“É preciso combater empresas que prejudicam o mercado, o desenvolvimento industrial das empresas e até mercadológico, do Brasil. Queremos crescer e fazer com que o Brasil cresça, que nossos colaboradores fiquem satisfeitos e evoluam, que o consumidor sinta-se bem e confortável. Para isso, é necessário combater a pirataria” conta Thai Nhgia, diretor da Goóc, que participa deste tour contra a pirataria Goóc que já passou pela Bahia e Recife e caminha para o Ceará na próxima semana.
O objetivo é informar os lojistas e incentivá-los a não comercializar produtos pirateados, além de esclarecer ao consumidor final sobre os fatores negativos do uso destes chinelos.
Sobre a Goóc
Desde 2004 inserida no mercado, a Goóc destaca-se no Brasil pela originalidade de seus produtos, que conciliam a criatividade atrelada a sustentabilidade ambiental. Seu fundador Thai Nighia, é o grande mentor da marca, que em 2004 agarrou a causa ambiental para conscientizar seus consumidores.
A fórmula “criatividade + sustentabilidade ambiental Goóc” tem conquistado o mundo: atualmente países como França, Itália, Espanha, Portugal, Japão, Estados Unidos, Caribe, Austrália, Arábia Saudita e países da América Latina demonstram grande interesse pelos produtos desenvolvidos com borracha reciclada de pneu, fabricados em Feira de Santana (BA), responsáveis também por gerar emprego e benefícios na região.
Desde sua fundação, a Góoc já reciclou o equivalente a mais de 2 milhões de pneus. Incluiu à sociedade o que era considerado lixo e não reaproveitável – e dele, criou algo que oferece conforto, bem estar e beleza dos pés à cabeça: sandálias, papetes, bolsas e acessórios.
Em Hollywood, famosos do cinema e da televisão já aderiram à marca, que investe pesadamente em marketing internacional neste processo de internacionalização: personalidades como Al Gore, Cameron Diaz, Gwen Stefani, Drew Barrymore e Leonardo di Caprio já tem em seu guarda-roupas, chinelos Góoc desenvolvidos com borracha reciclada de pneu e camisetas fabricadas a base de fibras de pet e de bambu.
Texto: Maxpress/notícia
VOCÊ SABE COMO ESCOLHER O BIQUÍNI CERTO PARA SEU CORPO?
Qual a melhor forma de valorizar seu corpo ao comprar seu biquíni? Aqui vão as dicas para achar o modelo ideal.
Pernas curtas
O segredo está em escolher a calcinha certa. Prefira as mais cavadas e com laterais finas.
Isso ajudará a alongar as pernas.
Seios pequenosO seu top precisa ter estampas, babados ou drapeados para aumentar o volume. O top com alça fina é, sem dúvida, o mais indicado, porque cria várias linhas na parte do seu corpo onde você tem pouco volume.
Pernas compridas
O melhor é usar uma calcinha baixa para dar a sensação de que as pernas estão menores, proporcionais ao seu corpo.
Seios grandes
Sutiã com alças mais largas e um reforço na parte inferior do bojo é ideal para você. O melhor é que ele seja de cor escura e liso. Nada de enfeites ou estampas, que só aumentam o volume.
Sem cintura
Investir em calcinha com laços nas laterais para aumentar os quadris e criar falsa cintura. O top deve ter alças finas que dá volume aos seios.
Muita barriga
Prefira os maiôs inteiriços. Escolha um com decote em “U” ou em “V”, e cavas altas para deixar as pernas mais livres. Prefira tons escuros e listras verticais, que dão uma afinada na silhueta. Se quiser biquíni, aposte nas calcinha mais altas.
Quadris estreitos
Você deve escolher uma calcinha de cor clara com laços nas laterais. Isso vai dar a impressão de que os quadris cresceram – ou ficaram mais proporcionais ao resto do corpo. Mas, para isso funcionar mesmo, invista em um sutiã com alças finas, de preferência em tom escuro que combine com a parte de baixo. Na parte de cima, evite babados e estampas, que aumentam o volume.
Quadris largos
Eles ficam bem em biquínis com calcinha asa-delta e as laterais mais largas. Essa calcinha deve ser lisa e em tom escuro, o que ajuda a disfarçar os quadris. E, como os ombros costumam ser bem menores, fuja do modelo frente-única. A solução é usar um sutiã tipo camiseta, que fica com as alças sobre os ossinhos dos ombros, para alargar a parte de cima. Se você é magra, pode usar um top tomara-que caia com barbatana.
Texto: Vitória Romana/Modas
Cada vez mais norte-americanas aderem ao biquíni brasileiro
WASHINGTON (Reuters) – Quando o estilista brasileiro Amir Slama começou a exportar biquínis para os EUA, nos anos 1990, teve que adaptar suas criações e acrescentar mais pano, para agradar ao gosto mais conservador das norte-americanas.
Mas as coisas estão mudando, e mais norte-americanas passaram a procurar os biquínis minúsculos que fazem tanto sucesso nas praias do Rio de Janeiro.
“Quando começamos a vender no exterior, tivemos que criar dois formatos diferentes –um para a Europa e outro para os Estados Unidos, sendo o americano o maior”, contou Slama, 41 anos, diretor criativo da Rosa Chá, uma das grifes mais famosas do Brasil em termos de moda praia.
“Mas hoje, nos grandes centros como Los Angeles, Nova York ou Miami, a predominância já é do tamanho brasileiro”, disse Slama em entrevista.
O estilista, que exibe suas coleções na Semana de Moda de Nova York desde 2000, acha que o estilo mais enxuto está ganhando popularidade porque a percepção que as mulheres têm de seu corpo mudou.
Enquanto as norte-americanas estão ficando mais ousadas, as brasileiras, segundo o estilista, começaram a prestar mais atenção a seus seios que ao bumbum.
“No Brasil as mulheres não prestavam atenção aos seios. Todo o foco era sobre a parte inferior do corpo”, explicou.
“Hoje, mesmo que não tenham implantes, elas querem destacar a parte superior do corpo, enquanto a parte inferior (do biquíni) aumentou para proporcionar mais conforto na praia.”
O Brasil é célebre por sua moda praia. Gisele Bundchen teve uma participação importante na promoção do estilo brasileiro nos EUA nos anos 1990, como teve a atriz de Hollywood Carmen Miranda na década de 1940, disse Slama.
A paulista Rosa Chá exporta cerca de 18 mil biquínis aos EUA por ano, de uma linha de produção total de 500 mil. Amir Slama disse acreditar que o mercado vai continuar a crescer.
Ele deixou de apresentar suas coleções no Brasil, e, em vez disso, se concentra em promover suas criações na Semana de Moda de Nova York todos os anos.
“Desde o início os norte-americanos se mostraram mais abertos a nós que os europeus. Eles nos viram como alguém que produz algo moderno e sofisticado”, disse Slama.
Texto: Adriana Garcia / uol
‘Biquíni muçulmano’ deve chegar a Portugal no meio do ano
Lisboa, 20 mar (Lusa) – A versão fashion do traje de banho utilizado pelas mulheres muçulmanas por questões culturais e religiosas pode chegar a Portugal já no próximo verão.
Em declarações à Agência Lusa, Dorelies Woortman, proprietária da empresa holandesa responsável pela distribuição na Europa do chamado “burquíni” – associação entre as palavras “burca” e “biquíni” – disse esperar que, até o meio do ano, muçulmanas e eventuais apreciadoras da peça possam adquiri-la nas lojas portuguesas.
Confortáveis, impermeáveis, feitos 100% de poliéster, resistentes ao cloro, fáceis de usar e coloridos, os maiôs comportados possuem uma túnica com capuz e calças, deixando descobertos apenas pés, mãos e rosto.
Os fabricantes informam que o capuz serve como hijab (véu usado pelas muçulmanas para cobrir a cabeça), que pode ser retirado, deixando face e parte da cabeça exposta, de acordo com o gosto da freguesa.
O “burquíni” foi criado pela australiana de origem libanesa Aheda Zanetti, que pensou nas muçulmanas mais ativas, que gostam de praticar esportes e ir a praia e piscina, sem que, para isso, tenham que desrespeitar seus valores religiosos e culturais.
A Ahiida, nome da empresa de Zanetti, exporta a peça da Austrália para o mundo. Na Europa, o direito de venda é da holandesa Woortman Sportswear.
Dorelies Woortman, dona da empresa que possui a patente do produto em território europeu, prevê que, em breve, os “burquínis” também chegarão a Portugal.
“Estamos ansiosos por começar o negócio em Portugal”, afirmou Woortman, assegurando que, ainda este mês, começará a divulgação no velho continente para distribuir o produto nas lojas.
Atualmente, quem quiser adquirir um exemplar na Europa só pode fazê-lo no site da empresa – www.woortmansportswear.com.
Os “burquínis” estão disponíveis em três modelos (Modest-Fit, Active-Fit e Slim-Fit) e em diversas cores, com um preço que oscila entre 137,50 e 150 euros (R$ 365 e R$ 400), informou Woortman.
Considerado uma verdadeira revolução para muitas muçulmanas, os trajes de banho caíram no gosto também de outras mulheres. Nos Estados Unidos, cristãs conservadoras, vítimas de queimaduras e senhoras com mais idade estão aderindo à moda, segundo o site norte-americano Times Magazine.
O mesmo aconteceu na Austrália, onde várias barreiras culturais foram quebradas para permitir o uso de “burquínis” por salva-vidas muçulmanas.
Texto:uol.com.br/estilo
Design Ecológico – Lixo para todos
A expansão da sociedade de consumo e do uso de produtos descartáveis associaram o progresso material à geração de lixo.
Na contramão dessa tendência, designers de todo o mundo têm se empenhado na valorização de produtos naturais, na reciclagem de materiais e no reaproveitamento de bens industriais.No Brasil, alguns designers engrossam esse movimento. Exemplos dessa produção estiveram reunidos na exposição Novos Alquimistas, organizada pela jornalista Adélia Borges.
Muito antes da intervenção dos designers, a população carente do país já praticava a reciclagem do lixo na forma de utensílios domésticos, brinquedos e mobiliários. No catálogo da exposição montada no Itaú Cultural, em São Paulo, entre novembro de 1999 e fevereiro de 2000, explica-se que essa criatividade era movida pela dificuldade de acesso aos bens da sociedade de consumo. Parece óbvio, mas a explicação é certamente necessária para estrangeiros e alguns extraterrestres que vivem no Brasil.
Mãos engenhosas transformam latas velhas e sucatas variadas em bules, bacias, canecas, floreiras, lamparinas. Os designers brasileiros reunidos nesta exposição exercem outro tipo de transformação. “Eles são capazes de extrair a qualidade poética de materiais banais para compor com eles objetos úteis e expressivos”, afirma Adélia.
Os materiais utilizados nesse processo de transformação integram três grupos. O primeiro inclui coisas da natureza, como gravetos e cascas de árvores, palha de milho e sementes. No segundo estão materiais já usados, como tampinhas de refrigerantes e embalagens variadas (garrafas de vidro ou de plástico, latas de cerveja, papelão tetrapack do leite longa vida).
No terceiro, produtos industriais baratos, fabricados em larga escala: ralos de esgoto, canudinhos de refrigerante, bolinhas de borracha, barbantes, papéis e papelões, plásticos, pratos de vidro, coadores de plástico, utensílios de cozinha.
A carioca Tereza Xavier faz sucesso no mercado internacional com jóias que combinam sementes brasileiras com pedras e metais preciosos. Em 1998, venceu o Diamonds International Award com um fio de palha trançada salpicado de diamantes brancos.
Outro carioca formado em São Paulo é Renato Imbroisi, que trabalha com tecidos e cestos produzidos artesanalmente. Imbroisi eleva o grau de sofisticação de seus produtos ao utilizar, em seus teares manuais, cascas e galhos de árvores ao lado de fios naturais e sintéticos.
Daniela Moreau, formada em São Paulo, também nasceu no Rio de Janeiro e também trabalha com teares manuais. Há alguns anos montou uma oficina de tecelagem em Santo Antônio do Pinhal, interior paulista. Ali, produz mantas, colchas e xales com algodão orgânico. Na exposição do Itaú Cultural, exibe belos tecidos, macios e agradáveis ao toque, produzidos com um fio sintético obtido a partir da reciclagem de garrafas plásticas de refrigerante.
Outros exemplos de reciclagem podem ser encontrados nas luminárias Eletra e Babel, de Júlio Sannazzaro, produzidas com garrafas azuis de vinhos alemães baratos. Ou no aglomerado de tetrapack, feito com embalagens longa vida usadas e aplicado na tampa do Criado-Lata, desenhado por Flávio Verdini, Júlio Sannazzaro e Sandro Verdini. Ou ainda, nos sofisticados objetos de vidro feitos por Eduardo e Beth Prado a partir de um aglomerado de cacos.
No terceiro grupo dos novos alquimistas estão os designers que subvertem a função original de materiais e componentes industriais. Os irmãos Humberto e Fernando Campana produziram uma mesa de refeição com tampo formado por ralos de esgoto. O pernambucano Maurício Castro, o paulista Eduardo Alves Jorge e o espanhol Imanol Ossa criaram luminárias utilizando pratos de vidro ou utensílios de cozinha.
O designer Valter Bahcivanji também recorreu a um banal utensílio de cozinha, de plástico branco, para obter uma curiosa luminária. Além deles, participaram da mostra o estilista paraense Lino Villaventura (vestidos e adornos com escamas de peixe, palha e barbante) e o designer paulista Nido Campolongo (bolsas de papel feitas com canudinhos coloridos de folhas de revistas e papelão reciclado).
Texto: Arcoweb/design
Faça sucesso na praia e termine o verão em boa companhia
Os trajes, os acessórios e as brincadeiras que garantem a farra
Elas correm para a academia, fazem massagens, preparam a pele com cremes bronzeadores… o ritual de beleza feminino, antes de encarar a praia e exibir o corpo num biquíni minúsculo, é cheio de etapas. As mais prevenidas começam a pensar no verão quando o inverno ainda nem começou , revela a personal trainer Liliana Gonçalves, de São Paulo.
E, se você acha que para se dar bem basta colecionar os melhores elogios e ir soltando um por um, esqueça. Além de lábia, alguns códigos são essenciais a quem pretende passar a estação mais sexy do ano acompanhado. As sungas, o protetor solar e até os exercícios certos (na hora certa!) são seus aliados nessa conquista. Confira a seguir os segredos que conseguimos espremer de uma turma caprichada de especialistas em beleza.
1. Bermuda com cintura baixa.
Se você caprichou nos exercícios durante o ano e tem um tanquinho para mostrar, a bermuda é a melhor pedida. Ao esconder as pernas, chama a atenção para o abdômen, uma das partes do corpo masculino mais admirada pelas mulheres , diz Liliana. A mesma peça também é indicada para quem está com a barriga fora de forma. Mas quem dá a dica é a consultora de moda Tereza Spinnkis. Larguinha, ela não aperta a barriga e deixa o homem à vontade, sem mais dobras do que as já existentes . Se você se identificou com este segundo caso, fuja das sungas. Elas são uma ameaça a qualquer tentativa de virilidade quando os quilos extras já se instalaram.
2. Rapidinha antes de pôr os pés na areia.
A dica é da personal trainer: se você conseguir acordar mais cedo e fazer algumas séries de exercícios antes de ir à praia, vai se espantar com os resultados. Os músculos ficam com a aparência mais tonificada assim que terminamos de treinar . As garotas certamente vão notar e ficar impressionadas.
3. Protetor solar bem espalhado.
Se tem um assunto que as mulheres dominam é beleza, e elas garantem: não tem nada pior do que creme mal espalhado. (Aprenda a escolher o filtro solar). Então nada de ficar economizando e, com preguiça, largar placas brancas pelo corpo. Espalhe direito e proteja sua pele (além da sua reputação).
4. Perfume.
A questão é polêmica, mas prefira sair sem ele. Primeiro porque o álcool contido em muitas fragrâncias pode manchar sua pele. Segundo porque o cheiro vai sumir, mesmo. E terceiro porque, enquanto não entra na água, a mistura dos cheiros do suor, do perfume e do protetor solar tendem a enjoar qualquer nariz minimamente sensível. Um bom desodorante está na medida para fazer bonito sem risco de passar vergonha. (Homem que é homem cheira bem).
5. Boné.
Ele é seu companheiro fiel na maior parte do ano, portanto nada de abrir mão bem quando a necessidade é praticamente absoluta. As mulheres acham um charme os bonés ainda protegem seu rosto contra os raios solares. Só não esqueça de dar uma lavadinha no acessório de vez em quando, porque o odor que fica após dias de suor acumulado pode acabar afastando suas eventuais pretendentes.
6. Óculos de sol.
Além de ajudar você a escolher e analisar melhor o alvo, os óculos escuros rendem proteção indispensável à claridade. Modelos grandes são os favoritos das mulheres. Mas preste atenção na escolha: aquele modelo que fica perfeito com o terno pode não será melhor pedida com sua bermuda de praia. Ah, e cuidado com as lentes: se elas forem escuras, você tem passaporte livre para zapear o olhar á vontade, enquanto lança uma investida. Do contrário, é melhor segurar a onda (sob o risco de acabar na mão).
7. Pegue leve na brincadeira.
Ir para a praia com a galera é ótimo. Uma cerveja aqui, outra ali e, quando percebe, você já está mais animado. (Um manual completo para catapultar a ressaca). Apesar do clima descontraído, entretanto, é melhor ir devagar na sedução. Tem muito cara que já chega pondo a mão na sua perna, parece que é íntimo , reclama a relações públicas carioca Letícia Faria. O ambiente é mais à vontade mesmo, mas tem que ter calma se quiser conseguir alguma coisa.
Fonte: minhavida.com.br
Moda praia ganha toque comportado dos anos 70
O verão está mais comportado e a moda propõe mais pano no bumbum e cintura baixa, estilo anos 70. A temporada valoriza a silhueta elegante sem deixar o corpo muito à mostra.
Asa delta e fio dental
Os velhos asa delta e fio dental podem ser usados para tomar sol, porque a marca de biquíni fica mais discreta. Mas na hora de desfilar pela areia, os modelos amplos no bumbum são os mais indicados. “O modelo amplo no bumbum e com cintura baixa só não fica bem em mulheres que têm muita barriga, porque podem acentuá-la. A alternativa é escolher peças com cintura mais alta, que vão diminuir a barriga e deixar o look de praia mais confortável”, diz a estilista da Cia. Marítima, Mariana Adans.
Lacinho e cortininha
Os biquínis de lacinho e cortininha são clássicos do verão e nunca saem de moda, mas são indicados para mulheres bem jovens e que conseguem manter o corpo magro. As peças com pedrarias ou crochê são as mais encontradas nas passarelas.
Tomara-que-caia
No corte dos maiôs, aposte no tomara-que-caia e na frente única. “Eles deixam a silhueta decotada e ficam bem em qualquer tipo de corpo, além de deixarem a mulher mais elegante”, diz a estilista.
Colo volumoso
Para os tops, tudo o que valorize os seios, como meia-taça com bojo e tomara-que-caia. A nova moda das brasileiras é colo volumoso e bem cuidado, então, aposte em modelos que tenham enchimento e que levantam os seios. Quem tem seios fartos deve optar pelo meia-taça com bojo, assim como quem quer aumentar o volume.
Cores
Como o verão aceita todas as cores, ainda mais na moda praia, escolha a que tem mais a ver com você e tome cuidado apenas com os modelos muito claros, que costumam ficar transparentes depois de cair na água. Os modelos escuros, principalmente em maiôs, disfarçam as gordurinhas extras. “O verde bandeira e o vinho estão em alta, mas a coleção admite qualquer tom vibrante”, diz.
Estampas
Para quem quer seguir a onda dos anos 70, estampas são de cashmere ou indianas, combinadas com bordados, brilhos e pedrarias. A alternativa para a onda setentista é a aposta no vintage, que veio para ficar. Frutinhas, lacinhos, vichys e qualquer elemento infantil seguem como tendência para o verão.
Complementos
A roupa de praia fica ainda mais charmosa se for usada com complementos, como batas e saias indianas longas, já que as cangas perderam espaço, apesar da praticidade. Colares longos e enfeites no cabelo também deixam a mulher mais bonita e podem ser usados até para cair na água.
Como conservar a roupa de praia
A primeira regra é evitar o contato do tecido com o protetor solar para não ter manchas na roupa de praia. O ideal é aplicá-la antes de colocar o biquíni, sunga ou maiô.
As superfícies ásperas podem desfiar a roupa, então, na hora de sentar na areia ou pedra, proteja-se com uma canga ou toalha. Na hora de lavar, prefira a água fria e o sabão neutro. Lave bem depois de usar a piscina, já que o cloro costuma desgastar a peça.
Por último, nada de secar atrás da geladeira, com o ferro ou sob o sol. Prefira deixar na sombra com vento.
Por: Reinaldo Marques / Terra
Rústico e elegante
Algodão, palha, sementes, pedras, madeira. Você ainda vai ver, ouvir falar e usar muito esses materiais nas próximas estações. A elegância rústica e confortável está em alta no mundo da moda e da decoração, “As saias e os vestidos estão fluidos e longos, em branco, tons bem naturais, ou cores quentes como o amarelo e o laranja.As estampas são grandes e fortes. E, para combinar, acessórios volumosos feitos de elementos naturais, pedra e madeira”, diz a consultora de moda Luiza Bomeny.
![]() |
| Thaís Araújo: palha e madeira nos acessórios |
Como os dias quentes do inverno na cidade permitem, a carioca já adotou o novo estilo. Saias rodadas usadas com camisetas justas, vestidos soltos e muitos colares, braceletes e pulseiras. “Adoro a moda bem rústica. As roupas são confortáveis e os colares de semente, por exemplo, são charmosos e trazem uma energia boa de usar. O clima e a bela natureza da cidade combinam com esse estilo”, afirma a atriz Carol Castro.
Ricardo Fasanello/Strana![]() |
| Daniela Sarahyba: brinco de semente e bracelete de osso |
Wagner Santos ![]() |
| Camila Pitanga: flores e anabela |
Os colares e as pulseiras cresceram de tamanho e estão aparecendo como nunca. “Nas roupas neutras, eles dão o tom da produção. Nas roupas com estampas grandes e fortes, usá-los demonstra atitude. Fica bárbaro”, ensina Luiza Bomeny. A dica é pôr várias pulseiras ou vários colares juntos, misturando peças feitas de materiais diferentes, como madeira e latão, por exemplo. Mas com cuidado. “Use muitos colares delicados ou somente um enorme. Use muitas pulseiras finas ou apenas uma grossa”, explica a consultora. “Adoro misturar colares rústicos de pedra e sementes com prata”, conta Carol Castro. Os tecidos de algodão também são destaque na temporada. E podem ser usados em eventos informais a qualquer hora. “À noite fica lindo usar vestido longo de algodão bordado”, diz a estilista Lucinda Aziz, da grife Agilitá. Bolsas de palha e sandálias com salto anabela de corda são outra aposta. “As sandálias rasteiras com aplicações de pedra, que chamamos de sandália jóia, também terão muito destaque”, afirma Lucinda.



