Depois, o vestido longo. Bonito, faz uma entrada triunfal nos lugares. Assim, em um resort de celebridades, por exemplo. Tem que saber tirar, para não virar uma barraca cheia de panos voando. Há modelos leves da Cia. Marítima prontos para ondularem aos ventos. Claro que uma performance é importante, para valorizar o vestidão.
E as novas batinhas, que se transformaram em túnicas, com a cintura franzida. São boas aquisições porque fora das piscinas e das praias podem complementar jeans, shorts e bermudas. Os tecidos finos cobrem um body ou mesmo o sutiã do biquíni. Seco, por favor.
Se o caso é um almoço em casa de amigos, entre um mergulho e outro, que tal uma pantalona? Chiquérrima, de seda, com cores fortes, com uma rasteira dourada, um luxo. Para todas as idades, com contra-indicação apenas para bustos grandes, em biquínis pequenos. Melhor com maiôs ou corpos magros.
Nos cruzeiros, atual mania dos turistas brasileiros, a roupa de sair da cabine e chegar às cadeiras do deck pode ser um minivestido solto liso ou estampado. Aceita sandálias rasteiras altas ou tênis de lona como acessórios. Da Cia. Marítima, por exemplo.
Por: Iesa Rodrigues / Terra Moda

