Arquivo para Julho, 2008

Smoking é transformado em look de moda praia

Na passarela desta segunda-feira no Sun & Swim, evento que reúne coleções de moda praia em Londres, puderam ser vistos maiôs que remetem ao visual masculino. O smoking foi incorporado em algumas peças do verão 2009.
A gravata borboleta, longas luvas, cartolas e o fraque também estiveram presentes no desfile.
O preto e o branco são as cores de destaque. Elas aparecem em modelos bicolores, em listras e, ainda, na estampa de bolinhas.

Já o estilo que segue a tendência jovem surgiu acompanhado por meias e tênis.

Mais de 200 estilistas e marcas apresentam suas coleções de swimwear no evento que ocorre até o dia 29 de julho.

 

 

 

O evento de moda praia reúne as tendências para o verão 2009

 

 

Por: Redação Terra/Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Biquínis coloridos marcam desfile de moda praia

Biquínis coloridos foram os destaques deste domingo na feira de moda de Düsseldorf, na Alemanha. Cores vivas como amarelo, vermelho e verde compõem estampas que lembram folhagens, dando vida às roupas de banho e saídas de praia.

Os looks foram complementados por óculos de sol gigantes e muitas pulseiras grossas e igualmente coloridas. As opções de saídas de praia variam de cangas a capas e vestidos tomara-que-caia.

Para os homens, as grifes apresentaram sungas que aproveitaram as cores dos biquínis, mas de forma menos extravagante, com algumas estampas floridas. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
O desfile na Alemanha levou biquínis coloridos para a passarela 

Por: Redação Terra/Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

História do Surf no Brasil

No Brasil, as primeiras pranchas, então chamadas de “tábuas havainas”, foram trazidas por turistas. A história começa em 1938 com a, provavelmente, primeira prancha brasileira, feita pelos paulistas Osmar Gonçalves, João Roberto e Júlio Putz, a partir da matéria de uma revista americana, que dava medidas e o tipo de madeira a ser usada. Pesava 80 kg e media 3,6 m. Em 1950, os cariocas Jorge Grande, Bizão e Paulo Preguiça, construíram uma prancha de madeira, inspirados nas pranchas de balsa que um piloto comercial americano da rota Hawaii-Rio, trazia em suas viagens. Não tinham flutuação nem envergadura. Em 1962, enquanto no Rio o Sr. Moacir criou uma técnica para dar envergadura aos pranchões, em SP, Homero Naldinho, com 14 anos, fazia suas madeirites que mediam apenas 2,2m (o tamanho das Minimodels, que surgiram somente em 1967), pois as placas de madeirite tinham esse tamanho.

Em 1963, George Bally e Arduíno Colassanti, começaram a shapear as primeiras pranchas de isopor. Com uma lixa grossa presa a uma madeira, levavam dois dias para fazer uma prancha. A referência era uma foto de revista.
Em 1964, Mário Bração e Irencir, conheceram o australiano Peter Troy, que trouxe outlines (templates) e noções de shapear de seu país. Ainda usava o madeirão como lixa, o ralador de côco e a grosa. Mais tarde apareceu o “Suform” importado, mas o bloco ainda era de isopor. Enquanto isso, em SP, Homero fazia as primeiras pranchas de madeira oca. Inspirado em pranchões gringos.

Em 1965, o Cel Parreiras fundou a primeira fábrica de pranchas no Brasil: a São Conrado Surfboard, no RJ. Parreiras adaptou para o shape uma técnica usada no aeromodelismo: após colar a longarina com a curva desejada, usava fio quente para cortar o fundo e o deck acompanhando a curva da longarina. A seguir cortava o outline e dava o finish. Seus shapers Mário Bração e Ciro Beltrão. Mais tarde, Carlos Mudinho também passou a shapear na São Conrado.

Enquanto isso, em SP, além de Homero, Eduardo Faggiano, o Cocó, Nelsinho e Lagartixa, faziam pranchões de madeira envergados com calor. Mas logo aderiram ao isopor e a técnica do fio quente, a exemplo de pioneiro Parreiras.

Em 1967, Penho volta do Hawaii, trazendo a primeira plaina Skill e a técnica de shapear. Porém, as minimodels haviam acabado de surgir e ninguém sabia exatamente o que shapear. Faziam-se miniguns e minipranchões, mas nada com embasamento teórico. Nessa época surgiram os shapers Miçari, Rico, Wanderbilt, Tito Rosemberg, Marcelo “Caneca”, Otávio Pacheco, Maraca, Zeca Guaratiba, Isso Amsler, Paulo Aragão e Dentinho.

Em 1969, o Cel. Parreiras, lança o poliuretano branco com química importada Clark Foam. Paralelamente, Homero cria a primeira fábrica de pranchas de SP e passa a comprar blocos Clark Foam do Cel. Parreiras. Inovador, Homero alcançou popularidade em todo o Brasil. Além de ter criado, provavelmente, a primeira máquina de shape do mundo, dava garantia de 1 ano para suas pranchas modelo Homero Luxo e de 6 meses para o modelo “Superlight”.

Nessa mesma época, Tito Rosemberg voltava da Europa e EUA, com um Know-How bastante avançado para a época, passando a dividir o mercado brasileiro com Homero.

Em 1970, o surf explodiu, e a moda era shapear a própria prancha. Surgiram então muitos nomes: No Rio, Bocão e Betão, Pepê Lopes e Jorge Pritman, Lype Dylong, Daniel Friedman, Ricardo Bravo, e mais tarde Heinrich Reinhard, Heitor Fernandes, Italo Marcelo, Gustavo Kronig e Victor Vasconcelos. Entre outros. Em SP, Guto Navarro (Maui) Eduardo Argento (Twin), Brito (Moby), Flávio La Barre. Longarina, Paulo Rabello, Pascoal, Jorge Português, Jorge Limoeiro, e mais tarde Almir Salazar, entre outros.

 

 

 Fonte: 360graus/Terra

 

Cia. Marítima exibe biquínis nos EUA

A grife brasileira de moda praia Cia. Marítima mostrou sua nova coleção de verão durante um desfile na semana de moda Mercedes-Benz, neste domingo, em Miami.

A linha é a mesma que recentemente foi apresentada no São Paulo Fashion Week e traz modelos de biquínis sofisticados, com acabamentos feitos com laços, fivelas e argolas.

Os maiôs e saídas de praia com muitas estampas são opções ainda mais elegantes para quem quer curtir o sol com conforto e estilo. 

 

A Cia. Marítima exibiu em Miami a coleção apresentada no São Paulo Fashion Week deste ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por: Redação Terra

 

 

Vestidas de anjo, modelos desfilam em praia libanesa

Algumas modelos usaram asas, de fantasia de anjo, para exibirem as lingeries da grife K-Lynn. O desfile, também composto por biquínis e maiôs, ocorreu neste domingo na praia de Byblos, em Beirute, Líbano.

Além dos clássicos branco, preto, vermelho e rosa, a marca propõe cintas-liga e corpetes em estampas que remetem a pele de animais, como a onça.

Já na linha de moda praia, os recortes dão forma aos maiôs. Aplicações de pedrarias e brilhos foram usados nos acabamento de algumas peças.

A apresentação reuniu banhistas e curiosos, principalmente homens, em torno do palco montado nas areias da praia libanesa.

Fonte: redação Terra/Moda

 

 

O desfile da K-Lynn ocorreu na praia de Byblo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Calçadistas lançam novidades para enfrentar concorrência externa

A Feira Internacional de Calçados, Acessórios de Moda, Máquinas e Componentes (Francal), em São Paulo, mostra que os fabricantes brasileiros estão se preparando para enfrentar a concorrência estrangeira com coleções que apostam no conforto e na consciência ecológica. 

Fósseis de 100 milhões de anos descobertos no interior do Ceará inspiraram o desenho da coleção de sandálias feitas de pneu reciclado. Ainda na linha do apelo ecológico, um tênis de garrafas pet, com forro de bambu e detalhes de fibra de bananeira.

“Para cada pneu reciclado nós conseguimos produzir e colocar de volta para uso pessoal em torno de seis pares de calçados”, diz Ariano Novaes, gerente de produto.

Apostando no conforto, uma empresa desenvolveu um “truque” para as crianças não andarem mais de sapato apertado: a palmilha indica para os pais a hora de trocar o sapato por um maior.

 Leveza

Na primavera e no verão, a indústria propõe aos homens sapatos claros e leves, inclusive um que pesa apenas 160 gramas.

Já os calçados femininos vêm com detalhes mais delicados. “A gente sai de uma coleção de saltos muito grossos, tiras muito largas. Então esse ano a gente quer uma coisa mais feminina”, afirma a estilista Luíza Barcelos.

Para vender mais, o investimento é pesado. Para quatro dias de feira, um estande que imita uma floresta custou a uma das empresas participantes R$ 300 mil.

De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), a expectativa é que o setor fature 8% a mais entre julho e dezembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. “É um fetiche. E naquilo que se gosta com certeza o consumidor consome e gasta”, afirma Abdala Jamil, presidente da Francal.

O setor espera também aumentar o faturamento com as exportações este ano, uma vez que os compradores admitem que o calçado brasileiro é melhor do que o chinês, por exemplo. Para ganhar mercado no exterior, uma empresa gaúcha patrocina times de handebol na Croácia e de hóquei na Finlândia. 

 

Fonte: globo.com/noticias

Movimento Verão 2009

Grife de moda praia mostra boa coleção com ênfase no biquini e muita inovação na modelagem

A Movimento mostrou uma coleção bastante colorida e vibrante, com muitas propostas de acessórios e novos estilos de biquini. Poucos maiôs fazem parte desta série, criada pela estilista Tininha da Fonte. A inspiração desta vez foi o universo selvagem personificado por mulheres fortes e guerreiras. E foi bem assim o desfile, principalmente a abertura com quatro modelos negras e o cenário, criado por Clésio Régis. Ecologicamente correta a ambientação foi feita com troncos de árvore recobertos artesanalmente com casca de madeira sustentável, formando um belo mosaico.

Estampas étnicas ou orgânicas, com folhas, camuflados e a animais. Na questão cores a paleta usada foi de verde folha, roxo açaí, vermelho fogo e amarelo ouro em contraste com tons neutros como preto, marrom, branco e bege.

A estilista tentou invovar no exíguo biquini com drapeados, bordados, apliques e cortes diferentes no sutiâ com faixas, triângulos e alças largas. A parte de baixo vem reta em tamanhos e modelagens diversas ou seja, há uma quantidade de modelos enorme.

Como complemento a estilista apresentou vestidos amplos e longos e também os curtinhos, além de shorts, macaquinhos, bermudas e calças em looks que uniram o urbano ao “off road”.

Os tecidos utilizados são da mais nova tecnologia para conferir conforto. São tecidos como stretch com elastano, algodão de fio egípcio, seda pura e jersey com elastano.

 

Por Beth Ferreira

 

 

 

 

 

 

Como se tornar mais ecológico em 30 dias

 Na teoria, a gente até topa fazer tudo pelo planeta. A prática é que são elas. Então, como desafio a repórter Carolina Costa, topou passar um mês cumprindo à risca dez hábitos verdes. Os sabores e dissabores da moça foram registrados a cada manhã no site da BONS FLUIDOS. E aqui você confere quanta coisa ela aprendeu até com os internautas.

1) Evitar sacolas plásticas

Quem tem família grande costuma rejeitar qualquer tentativa de se livrar definitivamente das sacolas plásticas e ir ao supermercado com uma retornável. Comigo, que tenho quatro gatos abastecendo a caixa de areia todos os dias, não foi diferente. Como iria jogar a sujeira deles fora? A solução foi colocar uma lixeirona bem tampada na área de serviço, revestida de um saco preto grosso, que agüenta até 100 litros. Sacolinha, só no cesto do banheiro.
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio. Requer uma pregação junto a balconistas e empacotadores.
• O QUE APRENDI | Contei 108 sacolinhas plásticas antes de parar de pegá- las em padarias, locadoras e supermercados.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Não teria juntado 108 sacolinhas. Uma por semana é mais que suficiente.
 

 

2) Utilizar os dois lados do papel
Fim de expediente, uma colega de trabalho resolveu desentulhar a mesa e fazer uma limpeza em seus documentos. No dia seguinte, a lixeira estava abarrotada de papel. Peguei o maço e resolvi contá-lo: 376 folhas, o equivalente a quase quatro blocos de papel sulfite. Algumas nem tinham sido usadas. Eram tantas folhas que serviram para abastecer a impressora por oito dias.
• GRAU DE DIFICULDADE | Fácil.
• O QUE APRENDI | De fato, as folhas que já foram usadas de um lado enroscam mais na impressora – contei uma média de duas para cada 100. Mas não é nada que desestimule a reutilização.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Juntaria maços de vários tamanhos, colocaria espiral e faria bloquinhos de anotação. Distribuiria entre meus colegas de trabalho.
 

 

3)Tirar os aparelhos do stand-by
Sabe aqueles olhinhos vermelhos que brilham na escuridão quando você se levanta à noite para ir ao banheiro? À espreita na sala, na cozinha e até mesmo no criado-mudo, ao lado da cama, eles são a marca mais visível do desperdício de energia elétrica. Pesquisas mostram que os aparelhos em stand-by encarecem em até 20% a conta de luz. Ou seja, senti no bolso quanto vale a pena ser fiscal dos aparelhos ligados.
• GRAU DE DIFICULDADE | Mamão com açúcar.
• O QUE APRENDI | Meu consumo, que no mesmo período do ano passado foi de 171 kWh mensais, passou para 154 kWh – uma queda de quase 10%.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Nos primeiros dias, me esquecia de puxar os fios da tomada. É bom colocar lembretes pela casa.
 

 

4) Deixar o carro em casa
A proposta era não tirar o carro de casa, mas eu inventei moda e fui logo me atirando na rua em cima de uma mountain bike emprestada. A cada esquina tive que enfrentar subidas íngremes, carros que davam fechadas bruscas, ônibus que buzinavam, cachorros que latiam.
• GRAU DE DIFICULDADE | Difícil se seu bairro é cheio de ladeiras.
• O QUE APRENDI | São Paulo é cruel com os ciclistas: os motoristas não nos respeitam, os pedestres olham feio quando subimos na calçada. Andar a pé, de ônibus ou de carona é uma boa saída para quem não quer pedalar. E, às vezes, é preciso apelar mesmo para o táxi.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Usaria uma bike com pneus maiores, mais finos e lisos, que rendem melhor no asfalto. E faria um condicionamento físico antes porque empurrar a magrela na ladeira é vexame.
Quando você começa a reciclar, se dá conta do volume de lixo que produz e memoriza o que pode e o que não pode ser reaproveitado

 

 

5) Usar produtos de limpeza biodegradáveis
A maioria dos produtos de limpeza tem algum tipo de solvente na composição: do benzeno ao tricloroetileno, todos contaminam o solo e os lençóis freáticos.
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio. Exige um bom garimpo de produtos.
• O QUE APRENDI | Já existem no mercado opções de sabão em pedra e em pó que são biodegradáveis. Para encerar o chão e lustrar os móveis, basta misturar óleo vegetal com suco de limão. O resto fica por conta do vinagre branco: ele serve para desinfetar pisos, tirar limo e lustrar inox.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Muitas marcas divulgam que são “ecológicas” ou “respeitam o meio ambiente” quando continuam fabricando produtos tóxicos. É bom investigar antes. Liguei para o SAC de uma dessas empresas e me disseram que era ecológico porque se decompunha em dez dias. Os outros demoram até dois anos para sumir.
 

 

6) Separar e reciclar o lixo
O país que se gaba de ser o maior reciclador de latas de alumínio é pródigo em sujar o planeta. Cada brasileiro produz 1 kg de lixo por dia, contra a média mundial de 685 g por habitante. Com isso, garrafas PET vão parar nos córregos, sacolas plásticas entopem bueiros…
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio no começo. Fica fácil com o tempo.
• O QUE APRENDI | Me dei conta do volume de lixo que produzo e memorizei o que pode e o que não pode ser reciclado.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Consumiria menos e reutilizaria mais. Etapas anteriores à reciclagem que raramente são colocadas em uso.
 

 

7) Fazer uma composteira
A internet está coalhada de sites ensinando a montar uma composteira – onde restos de materiais orgânicos são transformados em adubo. Não há quase nada sobre seu uso em apartamentos. Descobri por quê: as composteiras precisam ficar ao ar livre. Só assim para as mosquinhas darem sossego e o mau cheiro não se alastrar.
• GRAU DE DIFICULDADE | Difícil.
• O QUE APRENDI | Esse lance de adubo orgânico é para quintal.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Usaria caixa plástica como recipiente.
 

 

8 ) Consumir menos
Vitrines são mesmo uma tentação. Muitas vezes, saí de casa sem a menor intenção de consumir e acabei com o nariz grudado no vidro de uma loja. Consumir menos significa desperdiçar menos e produzir uma quantidade menor de lixo.
• GRAU DE DIFICULDADE | Mais fácil para quem está numa fase duranga.
• O QUE APRENDI | Os marqueteiros são mesmo feras nesse negócio de despertar desejos…
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Deixaria o cartão de crédito em casa.
 

 

9) Reutilizar água da máquina de lavar
Só num ciclo normal da máquina de lavar, vão 145 litros de água. Trata-se de um volume descomunal se levarmos em consideração que a água doce, que abastece da torneira ao vaso sanitário, representa cerca de 2,5% de toda a água do planeta.
• GRAU DE DIFICULDADE | Médio. É preciso ficar pajeando a máquina.
• O QUE APRENDI | O primeiro enxágue, com sabão, serve para lavar o chão e o banheiro. Para aproveitar o segundo enxágüe nas plantas, é preciso abolir o amaciante. Fora o cheirinho, não senti diferença.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Preciso de mais baldes.
 

 

10) Não comer carne vermelha
Maiores responsáveis pelo desmatamento de florestas e regiões de mata nativa, as áreas de pasto vêm crescendo no mundo todo.
• GRAU DE DIFICULDADE | Difícil para carnívoros assumidos, como eu.
• O QUE APRENDI | Descobri que a culinária indiana é rica em pratos com legumes e vegetais e mesmo os restaurantes que não são vegetarianos fazem bons pratos sem carne. Você vai se dar bem com as múltiplas possibilidades de salada.
• O QUE EU FARIA DIFERENTE | Uma mudança gradativa e tomaria vitamina B12, que impede a anemia.
 

 

Comentários dos internautas

Cada mudança de hábito da Carol gerou muitos comentários. O que os internautas mais debateram foi o consumo de carne vermelha. Alguém que não quis se identificar começou a provocação: “Quero ver uma pessoa deixar de comer carne e pedalar”. Em defesa do hábito verde, um professor de educação física disse que não só pedalou 200 km como também é vegetariano. Ou seja, dizer que os vegetarianos não podem fazer esforço físico é pura falácia. Sem contar outras pessoas que postaram receitas sem carne para estimular o apetite de nossa repórter. No capítulo das sacolas plásticas, uma das internautas, Suzana, falou que gostaria de uma sacola retornável em forma de mochila (olha aí a dica, pessoal!). A Nine disse que carrega sempre uma dobrável dentro da bolsa e a utiliza até na livraria. E choveram posts com dicas de como usar o vinagre na limpeza da casa. “Com bicarbonato, ele deixa o mármore limpinho”, escreveu Anny.

 

Por: Carolina Costa/Revista Bons Fluidos

Moda Praia – Verão 2008/2009

A moda praia para o Verão 2009, traz o clima de romantismo misturado ao étnico, além de uma modelagem retrô influenciada pelos anos 50,60 e 70.

Maiôs, biquines, frente-única, cortininha e tomara-que-caia nas mais variadas versões – listrados,”pois” ( bolinhas), florais, tribais, efeitos marmorizados, tie-dye, desenhos abstratos e geométricos, bichos e até mesmo em retilínea.

Cores fortes, babadinhos, argolas e bordados em paetês.

Cores: amarelo, vermelho, azul, verde, roxo, coral, laranja, pink, tons terrosos, pastel e a dupla P?B ( preto e branco), principalmente no pois (bolinhas) e listrado.
praia para o Verão 2009, traz o clima de romantismo misturado ao étnico, além de uma modelagem retrô influenciada pelos anos 50,60 e 70.

Maiôs, biquines, frente-única, cortininha e tomara-que-caia nas mais variadas versões – listrados,”pois” ( bolinhas), florais, tribais, efeitos marmorizados, tie-dye, desenhos abstratos e geométricos, bichos e até mesmo em retilínea.

Cores fortes, babadinhos, argolas e bordados em paetês.

Cores: amarelo, vermelho, azul, verde, roxo, coral, laranja, pink, tons terrosos, pastel e a dupla P?B ( preto e branco), principalmente no pois (bolinhas) e listrado.

787229-3749-ga

 

 

Por :Leonize Maurílio