Arquivo para Agosto, 2008

Ecobags viram acessório para compor visual descolado

Bolsa deixou de ser usada apenas para compras de supermercado.
Mulheres já adotaram modelos para ir ao trabalho e às universidades

Criadas como alternativa às sacolinhas plásticas de supermercado, as ecobags têm conquistado as mulheres pelo país. Modelos diferenciados passam a ser item obrigatório para compor um visual descontraído. Dessa forma, as ecobags têm tudo para continuar em alta nas próximas estações. 

“Acho que esse produto já pegou e não vai ser um simples modismo. Acredito que o acessório deve virar um clássico”, afirma Paulo Raic, que integra a equipe de estilo da Patachou.

 De acordo com Raic, as ecobags não são usadas exclusivamente para fazer compras e já começam a ser inseridas no cotidiano, para ir ao trabalho ou mesmo para sair durante o dia.

Atenta à tendência, a marca Moleca, vinculada à Beira Rio Calçados, tem entre seus produtos sapatilhas que vêm acompanhadas de uma ecobag. “O produto foi bem aceito porque a consumidora está sempre atenta aos novos movimentos de moda e comportamento”, afirma Maribel Silva, gerente de marketing e vendas.

 A marca Ecobag.com.br, fabricante especializada na venda desse tipo de produto, iniciou a comercialização em julho do ano passado e nota que o mercado está aquecido. “Vendemos aproximadamente 5.000 unidades por mês”, afirma Renata Soares, sócia-proprietária da empresa.

De acordo com Renata, os modelos conquistam os jovens para ir às universidades e peças mais descoladas devem, em breve, chegar às baladas. 
                 

De acordo com Elaine Lopes Mota, coordenadora de produtos da Hering, a ecobag da marca foi lançada há três meses. “O produto tem base em algodão cru. No entanto, acho que as pessoas ainda não estão conscientes de que é importante usar bolsas com esse tipo de conceito ecologicamente correto”, afirma.

A marca deve lançar ainda um produto diferenciado para a coleção verão. “Será uma bolsa flex, que pode ser adaptada em três tamanhos. Será uma versão mais arrumadinha, que a pessoa vai gostar mais para usar no dia-a-dia”, diz Elaine.

 

Diferentes modelos conquistam mulheres pelo país (Foto: Divulgação/Ecobag.com.br)
Mulheres aderem às ecobags (Foto: Divulgação/ Ecobag.com.br)
Fonte: G1/São Paulo

Megacolares são tendência para primavera-verão

Especialistas acham mais fácil coordenar acessório com roupas lisas.
Mulheres podem dispensar o uso de brincos.

Uma das tendências para compor um visual descolado na primavera-verão são os megacolares. De acordo com Francisco Franco, gerente comercial da Acessórios Modernos, a peça começa a ser buscada pelo público.“Não existe minimalismo neste momento da moda. O mercado começa a absorver esta tendência, que deve permanecer, pelo menos, até o próximo verão. Toda mulher deve ter um colar de impacto em seu guarda-roupa”, diz Franco. 
 De acordo com o gerente comercial, as peças têm referência nos anos 50 e são mescladas com elementos de modernidade. “Há quem ache que é coisa de perua, mas não é”, afirma. 

Como coordenar

 Segundo Franco, o maior dos modelos de megacolares fica junto ao colo e, por ser um acessório arrojado, a pessoa não precisa se sentir na obrigação de usar um brinco combinando. “O brinco pode ser deixado de lado ou ser usado em um tamanho mínimo, mas dependendo há quem goste de usar um grande. Nada está proibido.”

 A estilista Paula Meinberg, da grife Theò Atelier, concorda que o acessório tenha tudo para ser uma coqueluche. “Eles dão uma sofisticação à parte, mas é preciso saber usar. Acho mais adequado usar com um brinquinho pequeno”, afirma.

Paula e Franco concordam que é mais fácil coordenar esse acessório com uma roupa lisa, porque nem toda estampa consegue ornar bem com o colar.

 

Megacolar pode ser usado dos dois lados (Foto: Divulgação/Acessórios Modernos)

Megacolar confere visual sofisticado (Foto: Divulgação/Costume)

 

Fonte: G1/São Paulo

 

  

 

 

 

 

 

 

Branco é o novo ‘pretinho básico’

Estilistas apostam forte na tendência para a primavera-verão 2009.
“Cor é o símbolo da elegância feminina na temporada”, diz designer

Deu branco na imaginação dos estilistas. A cor foi unanimidade nos vestidos fluidos, nos macacões e nos tailleurs moderninhos que apareceram nas passarelas das últimas semanas de moda. E, ao que tudo indica, no verão 2009 toda mulher vai querer ter um “branquinho básico” para chamar de seu.

“O branco é uma cor sempre bem-vinda no verão, mas nesta temporada ganha força o look total, aliado aos acessórios”, garante Tufi Duek, estilista da Forum. A grife apresentou os modelos em branco mais sofisticados da recente edição da São Paulo Fashion Week.

 “Todas as cores ficam boas quando combinadas ao branco”, aponta Tufi, que desenvolveu sua coleção feminina inspirada no universo dos motoqueiros. “Com dourado fica incrível”, recomenda.

Quem também defende o branco como o símbolo da elegância do próximo verão é o estilista Waldemar Iódice. Para o criador da marca Iódice, a cor deixará ser restrita aos vestidos de noiva e às festas de Reveillon.

“Quando iniciei o desenvolvimento da minha nova coleção pensei muito no branco e nas várias tonalidades que se aproximam dele”, explica Waldemar. “Assim, surgiram algumas cores como o sunset color, nude, off-white, nevoa, blanc casse… Todas derivadas do branco”.

 

 Tapete vermelho e branco

A cor já ultrapassou os limites das passarelas. Nos eventos hollywoodianos, algumas das estrelas preferidas dos fashionistas desfilaram com seus modelitos brancos de alta-costura pelo tapete vermelho.

“O preto se tornou artifício um pouco óbvio na busca pela elegância”, afirma o estilista mineiro Victor Dzenk. “O branco remete à praia, ao frescor, à celebração, sem deixar de ser uma cor clássica”.

 

 Misturas e limitações

Destaque da última edição do Fashion Rio, Dzenk apresentou uma série de vestidos brancos trabalhados com cristais e rendas delicadas. “O grande lance está em quebrar o branco total com detalhes metalizados, usando acessórios de cores fortes, como o rosa, o pink, uma faixa de cetim amarelo…”, indica o designer.

Apesar de ser a cor da vez, os estilistas reconhecem que o branco não é lá tão democrático quanto o “pretinho básico”. “O preto emagrece e o branco evidencia as curvas. Por isso há limitações”, esclarece Dzenk, revelando que alguns modelitos de sua coleção vão apenas até o número 44.

Tufi Duek também reconhece que a cor pode não favorecer as mulheres mais, digamos, cheinhas. Mas nem tudo está perdido. “O branco pode ser conciliado com volumes para ter as proporções corretas, respeitando as medidas de cada mulher”.

Tudo questão de bom senso e preto no branco na hora de encarar o espelho.

Fonte:Dolores Orosco / G1/São Paulo

 

Contos de fadas inspiram desfile de lingeries

Uma floresta estilizada com figurinos inspirados nos personagens dos contos de fadas infantis. O tema, além de decorar o espaço central de um dos corredores do Salão Lingerie Brasil 2008, foi ainda mote para grifes parceiras da Amni desfilarem peças exclusivas para a ocasião, nesta segunda-feira, em São Paulo. A Amni além de ser a grande patrocinadora da feira, é a empresa que concede às marcas de moda íntima uma etiqueta assegurando a qualidade dos artigos fabricados com o nylon Rhodia.Corpete branco, calcinha com detalhes em tule, meia 7/8 e uma fita vermelha nos cabelos. Assim desfilou o look que fazia menção à personagem Chapeuzinho Vermelho, criado pela marca Fruit de La Passion.

Um sutiã com detalhes em drapeado e renda (lembrando o molde de uma concha), combinado a calcinha de tiras finas nas laterais é a criação da marca Plié para representar a personagem de A Pequena Sereia.

Vestida de Rapunzel, uma modelo se apresentou usando calcinha de renda transparente e sutiã de bojo frente-única na cor rosa, pela marca Stile V. Uma tiara com brilho completava a longa trança enfeitada com fios dourados.

Estiveram representadas ainda personagens como A Bela Adormecida, Cinderela, Príncipe, Branca de Neve, Alice nos País das Maravilhas, Pocahontas e Gato de Botas. Entre as grifes participantes, estiveram também Bordado Jussara, Darling, Hope, Lupo, My Lady, Puket, Scala, TriFil, Uni/Uni Sleepwear e Up Man.

O mercado de lingeries
Segundo dados divulgados pela assessoria do Salão Lingerie Brasil 2008, o setor de moda íntima emprega cerca de 41 mil costureiras em todo o País. O mercado, que cresceu 13% em 2007 se comparado ao ano anterior, representa 9,5% da cadeia produtiva têxtil nacional.

Os dados batem os 835 milhões de peças consumidas no mercado interno. E esse número não pára de crescer. Para 2008, a estimativa é que se aumente de 11% a 15% o número de modelos fabricados.

Mas os bons ventos não são de agora, o setor vem crescendo já há algum tempo. Só em exportações, por exemplo, dados conferem um crescimento de 19,2% entre 2005 e 2006. As vendas para os países estrangeiros, que movimentaram cerca US$ 31 milhões em 2005, passaram a faturar mais de US$ 37 milhões no ano seguinte.


Serviço:
Evento: Salão Lingerie Brasil 2008
Data: de 11 a 13 de agosto, das 13h às 20h
Local: Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo
Site: www.salaolingeriebrasil.com.br

Fonte: Aretha Yarak/Terra-Moda

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Com corpete e meia 7/8, Chapeuzinho Vermelho desfila pela Fruit de La Passion

 

 

 

 

 

 

 

O Rio Summer vem aí com as coleções de alto-verão

Hoje o mundo da moda brasileira está voltado para as coletivas do novo evento fashion que promete esquentar o mercado de alto-verão nacional e internacional

 

Para esclarecer tudo certinho, Nizan Guanaes,  presidente do Grupo ABC, que realiza o evento, convocou uma coletiva de imprensa para explicar como deve funcionar o Rio Summer, que acontece entre os dias 5 e 8 de novembro.

“O Rio Summer vem concorrer com o Mercedez-Benz Fashion Week Swim (Miami), mas não com o São Paulo Fashion Week ou com o Fashion Rio. Adoro o evento de Miami, mas o Brasil tem que lutar pelo lugar que é dele na moda. O nosso objetivo é colocar o Rio como a capital da moda praia e do beach lifestyle mundial”, diz Nizan antes de levantar qualquer suspeita a favor da competitividade com as outras semanas de moda brasileiras.

Quem participa
As marcas que participam da primeira edição do Rio Summer foram selecionadas de acordo com o que foi chamado de DNA Brasil, e exibem algo diferente em relação ao que o mercado internacional já está acostumado a ver nas principais semanas de moda. O que não quer dizer que é uma curadoria baseada somente na moda praia, mas sim no lifestyle brasileiro:

Adriana Degreas, Blue Man, Carlos Miele, Cia. Martítima, Cris Barros, 284, Iodice, Isabela Capeto, Jô de Mer, Lenny, Osklen, Patrícia Vieira, Raia de Goeye, Rosa Chá, Salinas, Totem e Triya.

As grifes que participarão do evento foram selecionadas pelo inglês Robert Forrest (que tem no portfólio de clientes marcas como Armani, Ungaro, Calvin Klein, Elizabeth Hurley e Gianbatista Vall), Donata Meirellles, head buyer de marcas importadas da Daslu junto com Carlos de Souza (braço-direito do estilista Valentino por mais de 20 anos) e a estilista Lenny Niemeyer.

Apesar de boa parte das marcas já fazerem parte do line-up de outras semanas de moda tanto nacionais como internacionais, os estilistas prometem uma coleção diferente das apresentadas na temporada de verão. “ As coleções vão ser inéditas. Como no Brasil o verão é longo, dura cerca de 8 meses, o que a gente costuma apresentar em junho é só parte da produção”, diz o estilista da Rosa Chá Amyr Slama.

O evento
“O Rio Summer tem a possibilidade de trazer investidores e compradores internacionais, ao mostrar o que o Rio tem de melhor: o estilo de vida carioca, nossao lifestyle, reconhecido internacionalmente” – comenta o governador do estado do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, no vídeo de apresentação do evento.

Os desfiles acontecerão em duas tendas com capacidade para 400 e 300 pessoas respectivamente, que ficarão concentradas no Forte de Copacabana. O Hotel Fasano em Ipanema e (claro) o Copacabana Palace também vão abrigar ações dentro do Rio Fashion.

O Fasano, aliás, foi exclusivamente fechado para o evento e deve abrigar o 100 convidados com figuras conhecidas do jet set internacional.

“Uma coisa que eu vou dizer para vocês é que eu não quero Big Brothers. As salas são menores (do que os outros eventos de moda brasileira) e eu vou favorecer o pessoal da moda e eventuais celebridades que possam agregar valor ao evento.”

Moda praia
Estima-se que só no Brasil em 2007, cerca de 83 milhões de peças foram produzidas por ano neste segmento de acordo com informações do mercado. Deste total, calcula-se que 78% seja feminino e 22% masculino. Estima-se ainda que 6% da produção nacional é destinada a exportação, sendo sua maioria peças femininas. Ou seja 4,9 milhões de peças de moda praia nacional ganham o mundo. (Fonte Invista)

Por: Mayara Geraldini/IGModa

Fernanda Motta durante o desfile da Cia. Marítima no São Paulo Fashion Week