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Acessórios maxi continuam em alta na coleção primavera-verão
Bolsas, carteiras e óculos de sol em tamanho grande devem ter vida longa.
Investir em acessórios pode garantir sucesso no visual.
A tendência dos maxi continua em alta para acessórios nas coleções primavera-verão. Bolsas, carteiras e óculos de sol em tamanhos nada singelos permanecem como alvo de desejo das mulheres.
A consultora de imagem Sabina Donadelli afirma que eles não devem sair de moda tão cedo. “As maxibolsas e as maxicarteiras vieram com tudo desde o ano passado e devem ter vida longa, assim como os óculos de sol”, diz. O minimalismo, por sua vez, perde espaço.
Sabina afirma ainda que estes acessórios são permitidos para mulheres de diferentes estaturas. “Há maxi para as mais altas e para as mais baixas. As mulheres têm que ter bom senso na hora da compra para não escolher uma que fique desproporcional ao corpo.”
Diferencial
De acordo com a consultora de imagem, é aconselhado que as pessoas invistam em acessórios. “Para adquirir uma boa roupa, gasta-se mais do que para comprar bons complementos. Por isso, dou a dica: roupas neutras e acessórios diferenciados”, afirma.
Sabina afirma que é interessante investir em bolsas e sapatos. “Eles fazem a diferença. Possibilitam diferentes looks indo do mais clássico para um mais despojado.”

Fonte: G1/São Paulo
GOÓC FAZ “TOUR CONTRA A PIRATARIA” NO NORDESTE DO BRASIL
Representantes da empresa calçadista fazem tour pelas principais cidades da região nordeste e centro oeste para informar lojistas e consumidor sobre malefícios da utilização de calçados pirateados.
A Goóc, que é uma das principais fabricantes de chinelos e calçados de borracha reciclada de pneu do Brasil, é também hoje um dos principais alvos dos “piratas do mercado”. Em Feira de Santana, na Bahia, a Goóc produz 300 mil pares/mês e emprega mais 200 colaboradores, beneficiando indiretamente mais de 600 pessoas.
“Fábricas piratas” localizadas na região nordeste chegam a produzir cerca de 1 milhão pares/mês de cópias pirateadas Goóc, com material inferior e fora dos padrões de qualidade: feito de PVC, escorrega e é quebradiço, além de ser fabricado com cloro, o que polui o meio ambiente. Existem ainda os malefícios físicos, pois tais produtos não passam por um padrão de qualidade, o que pode trazer problemas nas articulações e coluna. No mercado o chinelo pirata é comercializado entre 2 e 3 reais – valor que provavelmente não paga taxas e contribuições ao governo, salários e benefícios aos colaboradores.
“É preciso combater empresas que prejudicam o mercado, o desenvolvimento industrial das empresas e até mercadológico, do Brasil. Queremos crescer e fazer com que o Brasil cresça, que nossos colaboradores fiquem satisfeitos e evoluam, que o consumidor sinta-se bem e confortável. Para isso, é necessário combater a pirataria” conta Thai Nhgia, diretor da Goóc, que participa deste tour contra a pirataria Goóc que já passou pela Bahia e Recife e caminha para o Ceará na próxima semana.
O objetivo é informar os lojistas e incentivá-los a não comercializar produtos pirateados, além de esclarecer ao consumidor final sobre os fatores negativos do uso destes chinelos.
Sobre a Goóc
Desde 2004 inserida no mercado, a Goóc destaca-se no Brasil pela originalidade de seus produtos, que conciliam a criatividade atrelada a sustentabilidade ambiental. Seu fundador Thai Nighia, é o grande mentor da marca, que em 2004 agarrou a causa ambiental para conscientizar seus consumidores.
A fórmula “criatividade + sustentabilidade ambiental Goóc” tem conquistado o mundo: atualmente países como França, Itália, Espanha, Portugal, Japão, Estados Unidos, Caribe, Austrália, Arábia Saudita e países da América Latina demonstram grande interesse pelos produtos desenvolvidos com borracha reciclada de pneu, fabricados em Feira de Santana (BA), responsáveis também por gerar emprego e benefícios na região.
Desde sua fundação, a Góoc já reciclou o equivalente a mais de 2 milhões de pneus. Incluiu à sociedade o que era considerado lixo e não reaproveitável – e dele, criou algo que oferece conforto, bem estar e beleza dos pés à cabeça: sandálias, papetes, bolsas e acessórios.
Em Hollywood, famosos do cinema e da televisão já aderiram à marca, que investe pesadamente em marketing internacional neste processo de internacionalização: personalidades como Al Gore, Cameron Diaz, Gwen Stefani, Drew Barrymore e Leonardo di Caprio já tem em seu guarda-roupas, chinelos Góoc desenvolvidos com borracha reciclada de pneu e camisetas fabricadas a base de fibras de pet e de bambu.
Texto: Maxpress/notícia
Feira em Londres reúne moda ecologicamente correta
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Estilistas de peso como Christian Lacroix defendem algodão orgânico |
Em sua quarta edição, a Esthetica reúne marcas com preocupações éticas e ecológicas, como por exemplo, estilistas que usam materiais reciclados, fibras orgânicas e cultivadas de forma sustentável ou que produzem suas coleções garantindo condições justas a trabalhadores e fornecedores.
As questões ligadas à pegada ecológica deixada pela indústria da moda nunca estiveram mais em debate na Grã-Bretanha.
Durante os últimos anos, as britânicas aproveitaram as coleções com preços extremamente baixos lançadas por supermercados e cadeias de lojas populares e tendências foram lançadas e saíram de moda em tempo recorde, criando o fenômeno batizado de “moda descartável”.
Mas as revistas especializadas, que há alguns anos celebravam os preços baixos, agora prevêem o retorno de um consumismo mais consciente das implicações ecológicas e sociais de roupas produzidas principalmente no sudeste asiático sob condições nem sempre éticas.
Marcas estabelecidas
Dentro desse clima, a quarta edição da Esthetica é a maior já realizada, com 27 marcas, entre elas as já estabelecidas Noir, Katharine Hamnett e People Tree.
O fato de a feira acontecer dentro da sede da Semana de Moda de Londres – por onde passam algumas das editoras de moda mais influentes do planeta – mostra que a moda ética já deixou para trás o estereótipo de peças feitas de tecidos grosseiros, que pinicam.
As marcas expostas na Esthetica combinam entre si diferentes tipos de tecidos, técnicas avançadas de produção e uma variada amostra de estilos.
Uma das atrações é a marca de tênis Veja, uma empresa francesa que usa materiais brasileiros.
Os sapatos são produzidos em Porto Alegre usando algodão orgânico produzido em pequenas cooperativas no Ceará. A borracha para os solados vem de seringueiros da região amazônica.
“Além de ajudar a comunidade, esta é uma forma de evitar o desmatamento, já que o fornecimento do látex para nossos sapatos representa uma forma alternativa de renda para os seringueiros da região”, disse à BBC Brasil Aurélie Dumont, coordenadora de comunicação da Veja.
Segundo ela, a empresa decidiu manter toda a sua linha de produção no Brasil por causa da enorme riqueza de recursos naturais do país, e também para evitar o transporte desnecessário de matéria-prima de um continente para o outro.
Preocupações sociais
Além das preocupações ecológicas, algumas marcas que expõe na Esthetica também trabalham para melhorar as condições sociais de comunidades pobres.
Um exemplo de sucesso é a Nahui Ollin, uma marca que produz bolsas feitas de papel de bala reciclado e conta com centenas de pontos de venda espalhados pelo mundo. As bolsas são produzidas há três anos nos arredores da Cidade do México, usando técnicas mexicanas.
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Bolsas usam embalagens de bala recicladas |
“Nós treinamos mulheres de oito comunidades para que utilizem essas técnicas, e elas usam embalagens de bala com defeitos, fornecidas pelas fábricas, que seriam jogadas no lixo”, diz o vice-presidente da marca, Danny Bitran.
A Esthetica também reflete o fato de que a questão ambiental está extrapolando o universo das organizações não-governamentais, e angariando apoio dos grandes nomes do mundo da moda.
É o caso da campanha “Escolha seu Algodão com Cuidado”, que conta com um estande na feira.
Para a campanha, organizada pela Fundação para Justiça Ambiental, estilistas de peso como Christian Lacroix, Luella Bartley e Betty Jackson criaram camisetas exclusivas, que foram então fotografadas em modelos conhecidas como Irina Lazareanmu, Coco Rocha e a brasileira Caroline Trentini


