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Confira 8 dicas para deixar a lingerie à mostra de forma certa
Apesar de estar presente em todas as coleções, é preciso escolher a proposta mais adequada ao tipo de corpo e ocasião. “O tema é superamplo e pode se adaptar ao estilo de qualquer pessoa”, disse o stylist Luis Fiod, da agência Mint. Mas antes de circular com uma peça inspirada em lingerie, faça uma análise completa em frente ao espelho. “Qualquer mudança no look pede um tempo para pensar e se analisar de todos os ângulos, frente, lados e costas”, afirmou. Confira as principais dicas do especialista para apostar na tendência de maneira correta:
1 – Mulheres que não têm silhueta parecida com a das modelos, pode apostar em peças mais estruturadas, como as inspiradas nos corpetes, com barbatanas, que deixam a cintura mais ajustada. É possível jogar uma peça leve por cima ou ainda usar uma peça por baixo, proposta muito explorada pela dupla Dolce&Gabbana.
2 – As que buscam suporte e conforto podem optar por roupas que já tragam a lingerie acoplada. Assim não é preciso pensar em sobreposições.
3 – Bustiês inspirados em lingeries antigas aparecem nas coleções e podem ser usadas sozinhas, com a barriga de fora, no caso de mulheres jovens e magrinhas.
4 – A transparência é um dos recursos mais fáceis de serem usados, mas não pode ser exagerado pois fica vulgar. Aposte em sobreposições ou em peças que dão um efeito de transparência velado como um vestido de tricô ou com trama levemente aberta. Use essas peças com outras no mesmo comprimento.
5 – Blusas transparentes caem melhor em mulheres com seios pequenos, quanto menos mais elegante.
6 – Aposte em vestidos para a noite em tons de lingerie.
7 – Uma meia-calça pode salvar ou derrubar um look. Dependendo de como é usada, pode conferir ar moderno ou antiquado. Um exemplo é um vestido de modelagem conservadora com meias e sapatos pretos, o que pode parecer um look velho. Na dúvida, peça opinião. Ao contrário, a peça bem colocada pode alongar a perna, pois se funde com a cor do sapato e pode dar à mulher aspecto mais longilíneo.
8 – Meias tipo arrastão, com renda ou estampadas pedem ocasiões especiais ou uma atitude muito moderna. No dia-a-dia, fique com o básico.
Por Michelle Achkar/especial para Terra
Acessórios exagerados continuam para o próximo inverno 2010
Grandes e exagerados. Sim, se você acha que a moda de acessórios poderia ser mais minimalista para o próximo inverno, está enganada. Uma passada pelos estandes da quinta edição do Minas Trend Preview, que apresenta as tendência outro-inverno 2010, leva você a um universo em que colares grandes, brilhos, flores e cores mais fechadas fazem a festa. A tendência pôde ser confirmada no primeiro desfile do dia, nesta quarta-feira, em que a princesa Paola de Orleans e Bragança desfilou.
Na apresentação, as meninas entraram com roupas pretas, e cascatas de colares compridos, em que os tons como preto e prata foram os mais vistos. Correntes douradas também apareceram aqui e ali, principalmente enfeitando bolsas, que vêm ainda com aplicações de tachas.
Brilho, correntes à profusão e trabalhos artesanais, como flores de pano e de crochê, com aplicações de cristal prometem enfeitar os colos no próximo inverno. E vale a mistura de texturas, brilhos e intenções. Ou seja, a mulher pode tanto usar um colar só com vários elementos quanto mixar pedras maiores com menores; cores claras e escuras, fosco com brilho. Várias voltas de pedras arredondadas que lembram pérola também valem para a estação mais fria.
Mas se a apresentação mostrou um look só com colares, brincos compridos e várias pulseiras, fica a dica: é efeito de passarela. No dia a dia, é melhor sempre optar por apenas uma peça grande para o visual ficar marcante, mas não “over” demais.

De :Rosângela Espinossi/Redação Terra
Moda Ecológica
Sustentabilidade ambiental, aquecimento global e escassez de recursos naturais são assuntos que não saem dos noticiários de TV e dos jornais. Programas de reciclagem de lixo e reflorestamento de florestas nativas por parte de empresas ecologicamente responsáveis são ações que incentivam os cidadãos a fazerem sua parte. O mundo da moda entrou na onda e desde 2004 investe em tecidos orgânicos e materiais naturais para confecção de bolsas e tênis. e água mineral, se tornam matéria-prima para a confecção de roupas ‘verdes’ descoladas e naturais. Pneus se tornam sandálias e chinelos extremamente confortáveis e duráveis.
A partir de algodão orgânico, ou seja, material extraído de plantas cultivadas sem o uso de agrotóxicos e outros fertilizantes artificiais, é possível fazer blusas, calças e bolsas de tecido natural, fácil de ser reciclado.
Campanhas de ONGs pedem que se use menos sacolas plásticas quando for ao supermercado: basta comprar bolsas de lona ou tecido, que podem ser reaproveitadas. Percebendo esse nicho de mercado, as grandes grifes lançaram modelos bonitos e charmosos de bolsas ecológicas.
As garrafas pet, usadas para armazenamento de refrigerantes, sucos
Por: Isabelle Lindote/para o site Bem Leve
“Segunda mão” está na moda
Grifes européias aderem ao conceito de sustentabilidade e abrem as primeiras lojas onde se pode vender e comprar peças usadas da própria marca. O cliente economiza e sai com a consciência limpa. É vida nova para a roupa velha. No Brasil, essa moda ainda não pegou, mas os brechós virtuais se alastram
O imediatismo e as mudanças rápidas estão cada vez mais freqüentes no mundo da moda. Em poucas semanas há uma nova coleção nas prateleiras: a cliente nem curtiu ainda a compra do mês passado e já há mais novidades para consumir. Mas essa característica passageira e descartável é custosa não só para o consumidor, como também para o meio ambiente.
A indústria têxtil é considerada uma das maiores economias do mundo, dada sua intensa atividade. Usa, como matérias-primas básicas, fibras naturais (lã, seda, linho, algodão) e artificiais (acrílico, poliamida, poliester, elastano, lycra). As últimas, feitas de petroquímicos, são mais baratas e práticas. Mas, infelizmente, mais poluentes durante o processo de produção e, também, porque levam anos para serem recicladas (o nylon, por exemplo, precisa de 30 a 40 anos para se decompor).
Um estudo da Universidade de Bangalore, na Índia, acompanhou todos os processos de produção de uma roupa e mostrou como ele é poluente tanto para o ar como para a água. As etapas de tingimento e impressão utilizam muita água e químicos e emitem uma enorme quantidade de agentes voláteis na atmosfera, particularmente tóxicos para nossa saúde.
Gradualmente, nos últimos anos, a indústria têxtil tem investido em pesquisas para diminuir o impacto ambiental de sua produção e também encontrar novas soluções, como o uso de tecidos e fibras que durem por um tempo maior e sejam produzidas de forma mais natural.
MUDANÇA DE COMPORTAMENTO
Mas não basta a indústria investir em novos padrões, se o varejo e o consumidor final também não estiverem antenados com a necessidade de mudança. Tecidos, como o algodão biológico, por exemplo, ainda custam caro, se comparados às matérias-primas tradicionais.
Mas é da Suécia o exemplo que pode minimizar a culpa do mundo fashion. Várias marcas decidiram abrir lojas de segunda mão – Second Hand Stores. A marca de sportswear Filippa K inaugurou a sua, em Estocolmo, no ano passado. Nela, o cliente pode vender peças de coleções antigas (que obviamente são avaliadas e tem o preço estipulado pela loja) ou, então, levar uma roupa da marca – usada ou muitas vezes, quase nova – para casa. “Foi muito legal abrir uma loja com essa proposta. Ficamos orgulhosos de poder trabalhar com sustentabilidade de uma nova maneira”, afirma Filippa Knutsson, fundadora e sócia da marca. A reação dos clientes tem sido muito positiva. “Eles veem a loja como um lugar onde se pode tomar decisões conscientes tanto ambiental como economicamente”.

O cliente da grife pode levar as peças antigas até a loja e ganhar um desconto de 10% na próxima compra ou, então, doar esse valor para instituições de caridade. A roupa usada é lavada, reformada (se necessário) e vendida como second hand. A iniciativa fez tanto sucesso que a Boomerang decidiu ampliar a novidade para toda a linha, não somente a infantil. Roupas masculinas e femininas usadas também podem ser “devolvidas” nas lojas. “Futuramente queremos ter um espaço para roupas usadas em todas as nossas lojas”, revela Catti.
As peças entregues na Boomerang, mas que não estão mais em condições para serem reutilizadas não vão para o lixo. São reaproveitadas como matéria-prima em artigos para casa e decoração, como colchas, tapetes e toalhinhas de mesa e cozinha.
Reciclagem também é a palavra-chave na Acne Studios. O projeto chamado Acne Archive (Arquivo da Acne) transforma peças de antigas coleções, usadas em desfiles ou showrooms ou, ainda, algumas que nem chegaram nas lojas. Todas são vendidas a preços mais baixos. Na abertura da loja em Estocolmo, havia fila de clientes esperando para garimpar algum achado da marca. Para o diretor criativo da Acne Studios, Jonny Johansson, “é maravilhoso saber que essas peças estão ganhando vida nova”.
Infelizmente, parece que a onda das lojas de marca que vendem peças de segunda mão se restringe à Suécia. No resto do mundo, ainda proliferam-se as lojas multimarcas ou os outlets, que vendem por preço mais barato roupas ou produtos de coleções passadas das grandes grifes. Mas tudo novo, sem uso.

Mas, no meio desse gigante mundo virtual, há também gente preocupada com a questão do consumo excessivo. A médica carioca Fernanda Vieira, de 26 anos, decidiu criar o site ”O que é meu pode ser seu”
O blog “Enjoei” foi criado em abril deste ano e já tem cerca de 2.500 acessos diários. Ideia de um grupo de amigos, tem layout produzido e texto divertido, bem-humorado. Vende e compra roupas e sapatos. Com o crescimento do site, a equipe já pensa em abrir um espaço – que chamará “Quero doar” – para dar dicas aos clientes que queiram repassar suas peças antigas para instituições de caridade. Esta é a hora e a vez das roupas usadas!
Por: Suzana Camargo, da Suiça – Edição: Mônica Nunes para o site Planeta Sustentável
Aposte no coral entre os tons para o verão
O verão nas coleções brasileiras e americanas será bem colorido, segundo os desfiles da última temporada. Em Milão, algumas cores também desfilaram, e em Paris, tons mais vivos são exceção. Mas o coral aparece em coleções de todas as capitais, confirmando-se como uma das tonalidades mais importantes do verão 2010. “É a grande tendência da próxima temporada do Hemisfério Norte. Por aqui já dá sinais, e será mais forte ainda na próxima estação”, disse o stylist Rodrigo Grunfeld.
Carolina Herrera, Donna Karan, Oscar de La Renta são alguns que apostam em peças no tom, que também aparece nas coleções das marcas brasileiras Osklen, Iódice, Gloria Coelho, Carlos Miele, entre outras.
“Estamos sob grande influência marinha, de onde criadores se inspiram para trazer as belezas das profundezas do mar para a moda”, afirmou Rodrigo. “Além do coral, também aparecem paetês que remetem a escamas, nervuras e barbatanas nos tecidos, em alusão às peles dos peixes”, completou ele que é o editor de moda da revista Vanity Fair Italiana, no Brasil.
O tom que fica entre o rosa e o vermelho permite combinações diversas. “Acho que é forte e marcante e que se tem a liberdade de usá-lo como quiser. Coral e cinza é o que há de mais sofisticado” diz o profissional que ainda enumera outras misturas preferidas: com azul-marinho, com branco e com preto.

Carlos Miele investiu na cor em sua última coleção apresentada em Nova York
Fonte: www.terra.com.br/moda
Aprenda a escolher o sutiã ideal para seu corpo
Comprar lingerie é tarefa tão importante quanto escolher a roupa certa para seu tipo de corpo. Uma peça apertada e desconfortável pode até arruinar o look. E é o que acontece com frequência segundo a marca de lingerie Liz, que desde 2007 realiza o projeto Fit Sense – que acontece neste mês em São Paulo.
Trata-se de uma consultoria de tamanhos corretos de sutiã e que já analisou o biótipo de mais de 9 mil mulheres em todo o país. “Mais de 80% das mulheres usam peças inadequadas”, disse Ligia Buonamici Costa, diretora de marketing e de desenvolvimento de produtos da empresa paulista.
O principal erro está em verificar se a peça serviu apenas no seio, sem levar em consideração a medida das costas. “A brasileira em geral tem as costas mais estreitas do que os seios”, afirmou Ligia. Veja os principais erros cometidos pelas mulheres ao escolher um sutiã e as dicas da especialista para acertar na compra.
Verificar apenas se o bojo serviu
Problema: Em geral, o sutiã acaba ficando largo nas costas e perde sustentação. Como a mulher se sente sem apoio, acaba transferindo a sustentação para os ombros, pois encurta as alças. Aí, o sutiã sobe nas costas e perde sua função em até 90%, além do que os seios podem escapar por baixo.
Solução: O sutiã deve ficar perfeito no bojo e também na largura das costas, nem solto nem apertado demais. Para garantir que irá comprar as peças certas, não há outra solução que não experimentar.
Comprar sutiã com bojo menor do que os seios
Problema: Segundo Ligia, é uma falsa crença que assim dará mais sustentação. “Atrapalha no visual, pois aperta o seio, ele pode sair por cima ou até pelas axilas, eliminando a elegância. Uma lingerie errada realça gordura nas costas, deixa o bojo marcado”, afirmou.
Solução: Compre sutiã com bojo adequado ao seu tamanhos de seios.
Não escolher o estilo correto para seu tipo de seio
Problema: Além do tamanho, a modelagem, o tipo de tecido, a localização do enchimento, tudo interfere no resultado. Segundo Ligia, são mais de 70 tipos de seios, como espalhado, junto, volumoso, pequeno, separado… “Se a mulher já tem o seio junto e compra um modelo push-up fica com aquele colo tipo bundinha que não é nada elegante.”
Solução: Procurar lojas nas quais as vendedoras possam auxiliar na compra do modelo mais adequado.
Não levar em consideração as mudanças do corpo
Problema: “As pessoas engordam, emagrecem, acontecem mudanças com o passar do tempo, como gravidez. É preciso procurar os modelos ideais de lingerie a cada fase do corpo”, disse Ligia.
Solução: Assim como compramos roupas adequadas a mudanças do corpo, o mesmo deveria ser feito com a lingerie.
Por: Michelle Achkar/Redação Terra
Minis, shorts e vestidos são destaque na Semana de Moda de Paris
Desfiles do mais alto nível, como o de Karl Lagerfeld, Ungaro fizeram hoje vibrar o universo da moda em Paris.
Para o lançamento das coleções Prêt-à-Porter para a primavera-verão 2010 a escolhida da Ungaro foi a modista espanhola Estrella Archs e a atriz e cantora americana Lindsay Lohan.
Morena e usando um vestido preto, a diretora artística da empresa saiu para receber os aplausos do público ao fim do desfile.
De mãos dadas com a nova conselheira artística da Ungaro, Lindsay Lohan, que vestia branco.
As duas estavam com os longos cabelos soltos levemente ondulados, em contraste com os rabos de cavalo das manequins.
A combinação de minis com sapatos de salto alto estavam em perfeita harmonia com a coleção que acabavam de apresentar, juvenil, audaz, composta de minissaias, minivestidos, miniboleros, sempre sobre saltos.
Rosas, fúcsias, azuis, turquesas, brancos e pretos, os conjuntos Arch-Ungaro-Lohan foram antes de tudo monocolores ou bicolores, com alguns raros impressos rajados e com corações.
O coração estará bem presente na futura primavera-verão Ungaro.
Mais matinal, Kar Lagerfeld abriu o desfile com uma coleção inspirada nos jardins das Tullerías, em um protesto contra o uso de pele e os massacres de animais indefesos.
Na coleção shorts, largos e estruturados, e as minis, além de minivestidos brancos, pretos e cinzas.
Com o genial septuagenário Karl Lagerfeld o verão 2010 ganhará tons metálicos transformando vestidos – sempre curtos – em joias prateadas.
Por EFE/G1.com
A nova moda
Saiba como fazer escolhas conscientes: descubra maneiras de reaproveitar suas roupas e cubra-se de atitude
Estilistas, fashionistas e especialistas de todo o globo apontam a última tendência da moda: a ausência de tendências. É que não houve nenhuma época como esta, onde você tem tudo-ao-mesmo-tempo-agora no quesito estilo de roupas – basta sair nas ruas para comprovar. Modelitos de outras épocas misturam-se a novos tecidos, cortes, modismos. Estabelecer um padrão virou demodê. Mesmo que a cada temporada algumas peças fiquem em evidência, o mercado do vestuário, em constante renovação, faz com que seja impossível seguir modelos como antigamente. Mais do que nunca, a moda é uma forma de expressão individual. E a indústria fashion, que dita os costumes, começa a buscar refências naquilo que as pessoas comuns estão usando. Não é para menos que o blog de moda mais cool do momento é o do publicitário americano Scott Schuman. Ele trabalhou por 15 anos com moda e percebeu um descompasso entre o que vendia e o que as pessoas usavam na vida real. Passou a fotografar o que americanos, italianos e franceses vestem no dia-a-dia, deixando as fotos comentadas em seu blog. “Vejo pessoas nas ruas com estilo próprio e acho mais inspiradores e interessantes que os modelos dos desfiles”, diz ele, que mantém o blog “The Sartorialist” na rede. Se dentro da gama do que é oferecido nas lojas você faz um recorte e escolhe aquilo que o representa, a moda ganha um sentido maior. “O estilo é uma escolha pessoal. A moda passa. O estilo permanece”, afirma Glória Kalil em seu livro “Chic – Um Guia Básico de Moda e Estilo”. A consultora de moda diz que estilo é aquilo que respeita sua personalidade. É o seu modo de dizer ao mundo “eu sou singular”, mesmo quando a roupa é necessária para mostrar que você faz parte de um grupo. E diz mais: quem tem estilo adota uma atitude sustentável, porque faz escolhas de forma consciente e não se deixa virar escravo da moda. Parece brincadeira de criança: as opções são muitas, mas é você quem faz a sua moda. Divirta-se!
Por Márcia Bindo para Planeta Sustentável Revista Vida Simples - 08/2007
Versace investe no mundo virtual
Donatella Versace está empenhada em ampliar o império da empresa Gianni Versace SpA. Para incrementar a comunicação com seus consumidores, a marca Versace agora está no Twitter e no Facebook.
A empresa tem anunciado investimentos para chacoalhar a imagem da marca, desde o relançamento de sua segunda marca Versus , como a contratação de novos executivos.
Os eventos da grife em todo o mundo e as novidades sobre as coleções podem ser acompanhados minuto a minuto via Twitter e no Facebook será possível assistir aos desfiles das marcas Versace e Versus, ambos na Semana de Moda de Milão – o primeiro no dia 25 e o da Versus, no domingo, dia 27 de setembro.
No site de relacionamento, a marca também disponibiliza galeria com imagens das coleções, campanhas e celebridades usando as roupas da grife.
Além do investimento em novos canais de relacionamento, a empresa Gianni Versace SpA tem investido na renovação de seu time de executivos, vindos principalmente de sua rival Jil Sander. Nos últimos meses, Marc Duhm assumiu como diretor de atacado, Gian Giacomo Ferraris como CEO do grupo e Michele Sodi o cargo de CEO da marca nos Estados Unidos.
Por: Michelle Achkar/Terra Moda
Maiôs irreverentes conquistam um lugar ao sol na próxima estação
As peças únicas ganharam nova repaginação, inspiração oitentinha e com toda a certeza, ganharam força para disputar com os biquínis as areias das praias brasileiras no próximo verão. Mais comportados, os maiôs, que antigamente eram usados por mulheres que não estavam muito bem com o espelho, passaram ao status de elegância e sofisticação. Para o verão 2010, estilistas apostaram em estampas, gráficos, cortes assimétricos e cores fluorescentes. Os modelos tomara-que-caia, peças com amarrações no pescoço e estilo navy serão os grandes hits.

O maiô branco é sinônimo de estilo e sofisticação
A grande conquista (ou vingança!) da peça única é justamente sua integração não só com a moda praia. Os modelos mais elaborados já fazem parte do guarda-roupa das mulheres mais estilosas que usam e abusam da peça em seus figurinos diários. “Na minha coleção, o maiô é realmente uma peça para ser usado na produção de moda com calças, coletes, camisas abertas e também para a noite”, diz Larissa Minatto, estilista da marca homônima.
Para ficar por dentro do que será usado tanto nas praias como nos calçadões, a modelo Isadora Campos, da agência Joy, participa de um editorial glamuroso na suíte presidencial do Tivoli Mofarrej Hotel, em São Paulo. Veja o modelo que mais combina com você e inspire nas atitudes calorosas para o verão.
Por: Lika Rodrol / Redação Terra
Maratona fashion paulistana termina em clima de Bollywood
Bailarinos tomaram conta da Bienal, como no final dos filmes indianos.
André Lima fez o último desfile da temporada, com mulheres-sereias.
moda francesa serviu de inspiração, mas foi em clima de Bollywood que terminou a temporada do verão 2010 da SPFW, nesta segunda-feira (22). Ao final do desfile do estilista André Lima, o último desta edição, pessoas que andavam incógnitas pelo prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, começaram a dançar uma coreografia ensaiada ao som comandado por um DJ estratégicamente colocado no pátio central.

A ação-surpresa neste último dia da maratona fashion paulistana lembrou o final de filmes do cinema indiano, como “Quem quer ser um milionário”, o ganhador do Oscar. Ao terminar a coreografia, o corpo de bailarinos continuou circulando entre o público, como se nada tivesse acontecido.el.
O climax desta Bollywood franco-brasileira foi o desfile teatral de André Lima. O estilista colocou na passarela vestidos-sereia com caudas longas se arrastando pelo chão e estampas cheias de grafismos. Mais anos 80, impossível.

Vestido com cauda da coleção de André Lima, que fechou a temporada do verão 2010 da SPFW. (Foto: Flavio Moraes/G1)
Fonte: Dolores Orosco Do G1, em São Paulo
SPFW começa hoje homenageando a moda francesa
Os desfiles da São Paulo Fashion Week (SPFW) começam hoje, a partir das 15 horas, no prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, zona sul da cidade. A 27ª edição da SPFW, que vai até segunda-feira, traz as coleções primavera-verão de 40 grifes, que devem homenagear a moda francesa. O tema do evento, “Passion-Paixão”, dá continuidade às comemorações do Ano da França no Brasil.
Os modelos Gisele Bündchen e Jesus Luz – o suposto namorado da cantora Madonna- desfilam hoje, com exclusividade, para a marca Colcci, às 21h30. Antes, porém, a grife Osklen abre a maratona de desfiles do dia, às 15h, seguida pela Priscila Darolt, V.Rom, Paola Robba e, às 20h15, a Uma, de Raquel Davidowicz. Amanhã, a Iódice abre o dia, seguida por Maria Bonita, Alexandre Herchcovitch, Cori, Forum Tufi Duek, Huis Clos e a Cia Marítima encerra os desfiles.
De acordo com estimativas do Observatório do Turismo de São Paulo, a semana de moda paulistana deverá atrair cerca de 38 mil turistas, que movimentarão aproximadamente R$ 85 milhões na economia da cidade. E mesmo em tempos de crise financeira, esta edição da SPFW é a que tem o maior investimento desde a sua primeira apresentação, segundo afirmou o criador e diretor do evento, Paulo Borges.
Fonte: Agência Estado
O fantástico retorno da malha
Fazendo uma retrospectiva da moda, é impossível esquecer da revolução que a elanca representou há alguns anos. Este tipo de malha foi um fenômeno em roupas femininas e mudou a forma de se pensar o papel da malha em produtos com maior conceito de moda. O tempo foi passando e a malha perdeu um pouco de espaço, mas por pouco tempo.
Nas últimas estações, no entanto, malha era praticamente tudo o que se via nas lojas de todo o Brasil. Até o que nas passarelas era apresentado por algumas marcas em diferentes tecidos planos, chegava ao consumidor final em peças produzidas em malha. Vestidinhos, blusinhas, shorts, macaquinhos, tudo em malha. Algumas peças ainda recebiam acabamento de festa, como na última temporada, completamente cobertas de paetês. A One Up chegou a produzir vestidos longos em malhas de seda.
Consumidores e criadores são cada vez mais exigentes e participantes de uma moda que acontece em alta velocidade. As malharias sabem disso e fazem enorme investimento em tecnologia e pesquisas comportamentais, para que seus produtos não se tornem defasados e acompanhem as mudanças do segmento.
De acordo com a equipe da malharia Marles – empresa tradicional no mercado brasileiro, com mais de 30 anos de existência e líder em inovações – o grande desafio da atualidade é conseguir o efeito de tecidos planos, com diferentes caimentos e texturas, sem perder todo o conforto que a malha tem a oferecer por sua elasticidade.
“É por isso que o jacquard em malha é uma das maiores apostas da Marles. A cara é de um tecido plano, mas permanece o toque mais gostoso da malha”, afirma Priscila Canccian, a responsável pela área de marketing e produto da malharia. Para quem olha o produto final, fica mesmo difícil de acreditar que as peças sejam de malha, é preciso tocar e ter a experiência do tecido na pele.
Malhas tecnológicas
A aposta fashion da empresa é tão grande que a Marles foi patrocinadora de vários desfiles nas últimas semanas de moda em São Paulo e Rio de Janeiro. Victor Dzenk, Redley, Animale, Lorenzo Merlino, André Lima , Wilson Ranieri, Samuel Cirnanck e Priscila Darolt são algumas das marcas que desfilarão peças com malhas da Marles. Em Brasília, a Marles é fornecedora de marcas como Apoena, Avanzzo, Jukaf e Água da Ilha.
Mas, além de atender as necessidades dos criadores e tendências de moda, a empresa precisa ficar de olho nas tendências comportamentais. E como a preocupação com o meio ambiente é uma tendência que logo se tornará necessidade, a malharia também investe em pesquisas, para que a produção de seu produto cause o menor impacto ambiental possível.
“Nesse segmento, apresentamos a malha Bamboo, com o selo Oko-tex, garantindo que a malha é 100% ecológica. É importante que as pessoas saibam que, para um produto ser considerado ecológico, deve ser analisado todo o processo de produção, desde a plantação do bambu que originará o fio, até o processo de trama e tingimento”, esclarece Priscila, garantindo também que estar na moda é ser consciente.
Priscila acrescenta que “o coração da Marles é a central de pesquisas”. Só assim é possível desenvolver malhas tecnológicas, com proteção anti-UV, propriedades antibacterianas e desodorantes, absorção de umidade, transpirabilidade, características termodinâmicas, toque macio, leveza e fluidez. “Já oferecemos malhas para a confecção de luvas que são usadas após tratamento de câncer de pele, quando a área atingida não pode ser exposta ao sol, mas também não pode ficar abafada”, informa.
Assim, a malha dá a volta por cima e mostra que seu espaço cada vez maior no mercado de moda é merecido. Não deixe de acompanhar nas fotos as várias etapas de produção da malha e descubra um pouco mais sobre este universo. Depois, escolha a que mais agradar ao tocar a sua pele e vista-se de acordo com as tendências da estação, sem perder o conforto e nem pesar na consciência ambiental.
Fonte: Jornal da Comunidade – Brasília
Abril Fashion edição 2009
Segundo o horóscopo chinês, 2009 será o ano do boi, símbolo da prosperidade através da força do trabalho. Para os orientais, o sucesso durável não poderá ser conseguido sem esforços contínuos. E, é justamente através de muita dedicação e criatividade que chegamos a quarta edição da Abril Fashion, com muitas novidades e energias positivas.
Consolidada como vitrine de tendências e inovação dos acessórios produzidos na Capital da Jóia Folheada da América Latina e canal direto entre fabricantes e compradores, a Abril Fashion 2009, com certeza, será marcada pela transformação, o entusiasmo e o sucesso.
Os fabricantes mais tradicionais, já confirmados como expositores, prometem para essa edição ainda mais ousadia e variedade de lançamentos à pronta entrega, com preços ainda mais competitivos.
E para um ano de tanto trabalho, o layout do espaço recebeu atenção especial da organização. Compradores e visitantes serão recebidos com mais conforto e segurança, com direito a espaços reservados para relax, descontração e outros mimos.
Novos clientes, ótimos negócios, moda e informação. Sim, a Abril Fashion 2009 terá tudo isso e muito mais. Vale conferir!
De 15 a 17 de abril das 13 as 20h em Limeira SP
Contatos:
Núcleo 2 Eventos Empresariais
R. Benedito Kuhl, 301 – Vila Claudia
CEP 13480-410 – Limeira – SP
Fone/Fax: (19) 3444.4902
abrilfashion@nucleo2eventos.com.br
abrilfashion@abrilfashion.com.br
Comercial: contato@nucleo2eventos.com.br
Imprensa: raquelcvieira@vivax.com.br
Verão e inverno se mesclam na moda
A principal tendência de moda nesta e nas próximas temporadas é uma só: roupas menos descartáveis. Explico: aquelas que podem ser usadas agora no verão e também no inverno e no outro verão e no outro inverno. E também no outono, na primavera etc. Produtos bem-feitos, com bons cortes e com tecidos bons. Resumindo: clássicos.
Para provar que é possível usar peças de uma estação para outra, veja algumas tendências que podem ser usadas tanto no verão quanto no inverno. Os desfiles das duas temporadas confirmam que algumas peças, comprimentos, padronagens e formas vieram para ficar. Vamos a elas:
Xadrez
Os tradicionais tartãs (de onde surgiram os xadrezes escoceses), além de príncipe-de-gales, pied-de-poule e outras variações clássicas já vêm do último inverno, estão fortes neste verão e continuarão no próximo inverno. De calças a coletes, passando por shorts, saias e bermudas, vestidos e uma ótima opção. Fica a dica: se os shorts com rasteira é muito lindo nos dias quentes, podem ser complementados com meias-calças, botas e jaquetas. Camisas fresquinhas também podem ganhar a companhia de casaquinhos e jaquetas.
Calças saruel
O modelo com cavalo baixo começou a ser visto há algumas estações. Pegou bem neste verão e continua firme e forte no inverno. De inspiração oriental, a peça está caindo no gosto popular principalmente por conta do conforto que traz. Mas cuidado, pessoas muito baixas podem ficar com a silhueta ainda menos valorizada com esse modelo. Dica: como são larguinhos, o ideal é usar com roupas mais secas na parte de cima.
Skinny
Se alguém pensou que as calças justas fossem nuvens passageiras errou feio. De inspiração roqueira. Os modelos chegaram às passarelas há umas três temporadas, estão firmes e fortes neste verão e, apesar da modelagem mai larga que os estilistas também pregam, são peças que não podem faltar no inverno. Afinal, são ótimas para serem usadas com botas de cano longo ou curto. E complementam peças largas com sobreposições na parte de cima. Resultado: uma silhueta equilibrada.
Legging
Vem na mesma linha das calças tipo skinny, ainda mais agora que os anos 1980 surgem quase absolutos nas passarelas. São ótimos complementos para os vestidos curtos, shorts, bermudas. E se não quiser usar legging, faça a opção por meias, lisas e estampadas. Algumas até com aplicações.
Vestido
Parece redundância falar de vestido para a moda feminina. E é. Mas o fato é que não dá para deixar de ter um curto no armário. Dependendo do estilo da pessoa, pode ser curtíssimo, ou então apenas pouco acima do joelho. Com tecidos leves, os vestidos fresquinhos, ideais para os dias quentes, recebem a companhia de botas, meias, casacos e jaquetas e se transformam numa ótima opção para os dias frios. Se você escolher estampas clássicas ou cores básicas (bege, preto, cinza, branco, por exemplo) estará bem vestida no verão ou no inverno.
Shorts ou bermudas
São peças que também ganharam o gosto das mulheres. E já são bem aceitas no trabalho, desde que os complementos estejam dentro dos limites do bom senso para o ambiente. Então se você tem uma peça dessas com um corte clássico de alfaiataria, por exemplo, e bom tecido, aposte nos acessórios: sandálias e regatas para ocasiões informais; sapato, bota, meia e camisa para locais formais. Na estampa, nada de exageros caso a idéia seja usar de várias formas. Fique com as lisas ou com os xadrezes clássicos.
Macaquinhos e macacões
Se você tem bom corpo, ou seja, uma silhueta longilínea, tais peças são ideais para este verão, para o próximo inverno e para outras estações. Também fica a dica: meias e botas ou até calçados esportivos para os dias frios; sandálias rasteiras ou altas para quando estiver quente.
Decotes
A valorização do colo feminino, realçando a feminilidade e a sensualidade foi a marca de quase todos os últimos desfiles de inverno. Mas isso realmente não é novidade. Neste verão, blusas e vestidos decotados, de um ombro só e tomara-que-caia pipocaram em várias araras. E foram muito bem aceitos pelas mulheres, que agora têm a opção de combinar tais peças leves com complementos mais pesados para os dias frios. Tricô, casaquetos e sobretudos, usados com calças, meias e leggings e a blusinha valorizando o decote. Linda, leve e solta.
Brilhos e aplicações
Quer dar um caráter único às peças? Se a resposta é sim basta escolher aquelas com aplicações e brilhos. Ou então pegar uma blusa básica deste verão e colocar florzinhas de tricô, fuxico, paetês e o que a imaginação pedir. Ou então incrementar com um cinto diferenciado. Pronto. Lembre-se: no quesito moda a individualidade também conta muito.
Preto
É mais do que óbvio dizer que o preto é tendência. Mas, sinto muito, é. E nada melhor que seja, porque a cor é o sinônimo da idéia de perenidade que permeia a moda. Então, o vestido preto e levinho deste verão pode muito bem passear no frio coberto com peças quentinhas. A calça preta (pantalona, skinny, corte clássico) também é imprescindível. Assim como os casacos, as jaquetas, as camisas pretas etc. O preto é eterno e ponto final.

O xadrez, que é tendência de verão, continuará em alta no inverno 2009
Por: Rosângela Espinossi/ Redação Terra – Moda
Desfile no Japão tem biquínis e campeão de sumô
As novidades não se restringiram à moda. Fugindo do biotipo longilíneo tão característico dos modelos, o campeão de sumô Asashoryu cruzou a passarela com calça preta de alfaiataria e blazer de modelagem oriental. Natural da Mongólia, ele é garoto-propaganda de uma marca de refrigerantes no Japão e, por isso, usava uma camiseta com o logo do produto.
Já para um passeio mais urbano, as garotas contam com vestidos curtos sobrepostos por blazers. A cintura é marcada por cintos finos ou largos. Há também guarda-chuva que acompanha a estamparia da roupa.

| Os biquínis mostrados misturam cores e estampas Fonte: Redação Terra/Moda
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‘Roupas éticas’ ganham espaço na Semana de Moda de Londres
Expositores ouvidos pela BBC Brasil manifestaram otimismo quanto às oportunidades de negócios e garantiram que há grande interesse de compradores e da imprensa no setor.
A Esthetica, que até agora só é realizada em Londres, deverá passar a ser organizada também em outras semanas de moda.
Segundo o jornal The Daily, que circula durante o evento londrino, o Conselho de Moda Britânico está em negociações com Nova York e Milão para levar a feira para as duas cidades.
Tendência
Em Londres, a nova edição do evento foi a maior até hoje, com 15 novos expositores, que elevaram o número de marcas presentes para 35.
A moda considerada ética privilegia roupas feitas em condições dignas de trabalho, e com a utilização de tecidos e métodos de produção que respeitem o meio ambiente.
“A busca pela moda ética e ecologicamente correta está crescendo mesmo com a crise, à medida que os consumidores europeus decidem fazer escolhas mais informadas na hora de comprar”, diz a agente Zuleika Carier, que representa marcas com preocupação ética.
Os fabricantes apostam na tendência, apontada pela mídia especializada, de que com a crise econômica os consumidores estão preferindo comprar peças mais caras e bem produzidas, que duram mais, ao invés de adquirir roupas baratas, produzidas em condições duvidosas, com vida curta e que, por isso, acabam não sendo um bom negócio nem para o bolso nem para a consciência.
Carier garante que a moda ética vem atraindo cada vez mais público. “A moda ética definitivamente é mais popular hoje em dia, é a área da moda que cresce mesmo com a crise econômica mundial”, afirma.
Qualidade
Para a estilista Julia Smith, que apresentou suas peças na Esthetica, outra razão para o aumento do interesse em roupas éticas é a melhora da qualidade de tecidos e modelagens.
Smith, por exemplo, produz suas peças com delicado algodão orgânico e outras fibras naturais, e usa forros estampados feitos por uma cooperativa de mulheres em Gana, chamada Global Mammas.
“As pessoas querem comprar um vestido legal, não necessariamente só porque é ético, mas porque é bonito”, disse. “As marcas consideradas éticas estão começando a derrubar os estereótipos e a atender essa demanda.”
A empresa Amazon Life acompanhou esse pulo de qualidade nos materiais brasileiros que usa para produzir bolsas e acessórios, como borracha, lona de cânhamo, lona de caminhão e até uniformes reciclados do Exército brasileiro.
“Há alguns anos, os acessórios feitos de lona de caminhão reciclada, por exemplo, tinham uma consistência muito grosseira, que incomodava os consumidores”, diz Lígia Feichas, da empresa brasileira Suriana, que representa a Amazon Life.
Recentemente, no entanto, a tecnologia de tratamento deste tipo de material avançou muito, resultando em um produto mais delicado.
Brasileiros
As mudanças agradaram os consumidores europeus, e a empresa ampliou suas coleções para incluir novos materiais e produtos.
Mas, se a Europa está cada vez mais receptiva para a moda ética, o mercado no Brasil ainda está engatinhando, segundo Feichas.
“Os produtos feitos de forma ética e sustentável ainda são mais caros, e para o consumidor brasileiro muitas vezes o preço é crucial”, diz Lígia, lembrando que o ponto de venda que a Amazon Life tinha no Rio de Janeiro era freqüentado principalmente por turistas.
Segundo expositores ouvidos pela BBC Brasil na Esthetica, o caminho para que as preocupações éticas deixem de ocupar um nicho do mercado e passem a dominar a produção de moda é investir ainda mais em qualidade, pressionar governos para que endureçam suas legislações de combate a produtos cin substâncias que façam mal à saúde ou que agridam o meio ambiente e a continuidade da conscientização dos consumidores.
Por:
Você usaria a calça-biquíni?
Já há algumas temporadas a calça feminina voltou a ter o cós alto. Muitas mulheres aderiram contentes à moda, por ser uma ótima oportunidade para modelar melhor o corpo. Mas há quem ainda resista à tendência e levante a bandeira da cintura cada vez mais baixa. Por isso, para atender às apaixonadas por esses modelos mais sensuais, a brasileira Sandra Tanimura foi além e, de tanto reduzir a medida do cós, acabou criando a calça-biquíni.
A novidade surgiu quando a empresária Sandra, de 31 anos, formada em corte e costura, decidiu ousar para diminuir ainda mais os 10cm de gancho frontal – a medida mínima até então vendida por sua loja virtual, a Sanna’s Brazil. “Vesti a calça para ver até onde poderia baixar a cintura. Foi quando percebi que, se fizesse a peça muito baixa na frente, a calcinha apareceria toda na parte de trás. Então, tive a idéia de fazer uma calcinha do mesmo tecido da calça, só para segurar a cintura”, conta Sandra, que desde os 16 vive no Japão. Ou seja, a cintura é tão baixa que deixa o bumbum de fora.
O primeiro modelo da calça-biquíni foi lançado em 2004, no tecido moletom com lycra. Só um ano mais tarde é que veio a calça na versão jeans, que, segundo Sandra, não fez tanto sucesso. “Ficamos com muitas peças no estoque”, relembra.
Em 2007, porém, a sorte da empresária mudou quando uma emissora de televisão japonesa “descobriu” a sua criação, que caiu no gosto de brasileiras e japonesas que vivem no arquipélago.
Hoje, Sandra conta que a calça é vendida para clientes dos EUA, Canadá, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Itália e França. “Tenho certeza que temos mais de mil calças-biquíni espalhadas pelo mundo”, garante a empresária.
E quando começaremos a ver esses modelos desfilando nos calçadões das praias brasileiras? A empresária disse que não há previsão para mandar o produto para o Brasil. Mas, por sua loja virtual, ela garante a entrega de pedidos feitos de qualquer parte do mundo.
Nesse caso, o preço pago para atravessar continentes pode ter feito possíveis clientes desistirem da importação. “Já tivemos muitos pedidos vindos do Brasil, mas quando transformamos o valor em real e incluímos o frete, o produto encaresse bastante e muitos desistem”, lamenta Sandra, que não concluiu uma única venda para o seu país natal.
Opinião de quem entende
É bem verdade que há gosto para tudo neste mundo e o que é lindo para alguns, não passa no critério de seleção de outros. Mas, para avaliar o “grau fashion” da calça-biquíni, ouvimos duas especialistas em estilo.
Segundo a consultora de imagem Milla Mathias, essa novidade não vai pegar entre as brasileiras. “É muito extravagante e vulgar, não dá para usar em lugar nenhum. Além disso, as calças de cós mais baixo já vêm perdendo espaço para as de cintura alta, tendo em vista a interferência dos anos 70 na moda”, explica.
Já a também consultora Sabina Donadelli acredita que a calça-biquíni pode aterrissar no Brasil, pois, de acordo com a especialista, o estilo combina com a brasileira, “que é uma mulher muito sexy”. Mas Sabina, assim como a responsável pela criação, indica o modelo para a noite.”A calça é muito agressiva para ser usada nas ruas e, principalmente, no dia-a-dia”, completa.
Para quem gostou da idéia e pretende testar o modelito, Milla também diz quem se sairá melhor em uma calça-biquíni. “Os biotipos que poderiam vestir bem essa peça seriam, claro, os retilíneos, ou seja, mulheres sem cintura e de quadril mais estreito.”

Se você estiver em forma, a dica é exibir o modelito à noite
Ecobags viram acessório para compor visual descolado
Bolsa deixou de ser usada apenas para compras de supermercado.
Mulheres já adotaram modelos para ir ao trabalho e às universidades
Criadas como alternativa às sacolinhas plásticas de supermercado, as ecobags têm conquistado as mulheres pelo país. Modelos diferenciados passam a ser item obrigatório para compor um visual descontraído. Dessa forma, as ecobags têm tudo para continuar em alta nas próximas estações.
“Acho que esse produto já pegou e não vai ser um simples modismo. Acredito que o acessório deve virar um clássico”, afirma Paulo Raic, que integra a equipe de estilo da Patachou.
De acordo com Raic, as ecobags não são usadas exclusivamente para fazer compras e já começam a ser inseridas no cotidiano, para ir ao trabalho ou mesmo para sair durante o dia.
A marca Ecobag.com.br, fabricante especializada na venda desse tipo de produto, iniciou a comercialização em julho do ano passado e nota que o mercado está aquecido. “Vendemos aproximadamente 5.000 unidades por mês”, afirma Renata Soares, sócia-proprietária da empresa.
De acordo com Renata, os modelos conquistam os jovens para ir às universidades e peças mais descoladas devem, em breve, chegar às baladas.
De acordo com Elaine Lopes Mota, coordenadora de produtos da Hering, a ecobag da marca foi lançada há três meses. “O produto tem base em algodão cru. No entanto, acho que as pessoas ainda não estão conscientes de que é importante usar bolsas com esse tipo de conceito ecologicamente correto”, afirma.
A marca deve lançar ainda um produto diferenciado para a coleção verão. “Será uma bolsa flex, que pode ser adaptada em três tamanhos. Será uma versão mais arrumadinha, que a pessoa vai gostar mais para usar no dia-a-dia”, diz Elaine.


Megacolares são tendência para primavera-verão
Especialistas acham mais fácil coordenar acessório com roupas lisas.
Mulheres podem dispensar o uso de brincos.
Como coordenar
Segundo Franco, o maior dos modelos de megacolares fica junto ao colo e, por ser um acessório arrojado, a pessoa não precisa se sentir na obrigação de usar um brinco combinando. “O brinco pode ser deixado de lado ou ser usado em um tamanho mínimo, mas dependendo há quem goste de usar um grande. Nada está proibido.”


Fonte: G1/São Paulo
Calçadistas lançam novidades para enfrentar concorrência externa
Fósseis de 100 milhões de anos descobertos no interior do Ceará inspiraram o desenho da coleção de sandálias feitas de pneu reciclado. Ainda na linha do apelo ecológico, um tênis de garrafas pet, com forro de bambu e detalhes de fibra de bananeira.
“Para cada pneu reciclado nós conseguimos produzir e colocar de volta para uso pessoal em torno de seis pares de calçados”, diz Ariano Novaes, gerente de produto.
Apostando no conforto, uma empresa desenvolveu um “truque” para as crianças não andarem mais de sapato apertado: a palmilha indica para os pais a hora de trocar o sapato por um maior.
Na primavera e no verão, a indústria propõe aos homens sapatos claros e leves, inclusive um que pesa apenas 160 gramas.
Para vender mais, o investimento é pesado. Para quatro dias de feira, um estande que imita uma floresta custou a uma das empresas participantes R$ 300 mil.
De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), a expectativa é que o setor fature 8% a mais entre julho e dezembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. “É um fetiche. E naquilo que se gosta com certeza o consumidor consome e gasta”, afirma Abdala Jamil, presidente da Francal.
O setor espera também aumentar o faturamento com as exportações este ano, uma vez que os compradores admitem que o calçado brasileiro é melhor do que o chinês, por exemplo. Para ganhar mercado no exterior, uma empresa gaúcha patrocina times de handebol na Croácia e de hóquei na Finlândia.
Fonte: globo.com/noticias
Fashion Rio traz a preocupação com a responsabilidade ambiental
Já faz um tempo que os eventos brasileiros de moda andam preocupados com a responsabilidade ambiental. Para essa edição primavera-verão 2009 não poderia ser diferente, principalmente quando o evento em questão é o Fashion Rio
Em uma cidade com praia, mar e natureza na paisagem o tema Repensar, reciclar, renovar é perfeito para ilustrar 13ª edição da semana de moda carioca.“O Fashion Rio repercute lá fora e faz a moda brasileira acontecer. Aproveitando o tema do evento, vamos propor uma reflexão sobre a necessidade de transformação e renovação, não apenas das matérias-primas utilizadas na indústria da moda, mas também das nossas atitudes, em benefício de uma sociedade sustentável – diz o presidente do Sistema FIRJAN (realizador do evento), Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira.
Eloysa Simão, idealizadora e coordenadora do Fashion Rio, reforça a importância de a sustentabilidade ser uma preocupação de todos. “A moda pode ser uma questão de atitude e também de mudança de atitude. E estamos em um momento em que as pessoas têm que buscar a renovação, com fórmulas que saiam do previsível. Buscar uma tecnologia viável e eficiente de reciclagem é fundamental para a sobrevivência de todos nós”, salienta.
A programação visual desta edição traz peças da série Retalhos, do artista plástico André Andrade. Para a montagem do evento, será utilizada uma madeira ecologicamente responsável, composta por materiais inusitados, como fibra de coco, borra de café, notas de dinheiro descartadas pela Casa da Moeda e resíduos da indústria têxtil. As tendas serão decoradas com luminárias feitas de carretéis de linha de máquinas industriais, em trabalho da artista plástica Ivana Curi.
Para o line-up principal, esta edição traz a estréia da grife Espaço Fashion, além da volta de Carlos Tufvesson, que não desfilava em passarelas cariocas há quatro anos. Entre os novos talentos, as novidades são a Koolture e a Filhas de Gaia. Elas se juntam a Giulia Borges e Homem de Barro, que entraram para a programação do evento na última edição.
Por: Mayara Geraldini
A atriz Taís Araújo no desfile de inverno da TNG
Coven faz coleção de verão a partir de elementos orientais
Para comemorar seus 15 anos, a grife Coven levou o universo oriental para a coleção do verão 2009. Estão presentes nas peças a cultura e símbolos de alguns países, como Japão, China, Tibet, Mianmar, Índia, Indonésia, Malásia e Tailândia.
O ponto forte da marca são os tricôs que surgem com cara artesanal. Também foram utilizados na confecção das roupas algodão, seda e tricoline. Já a aposta para a estamparia são os motivos florais.Como referência à inspiração oriental, a modelagem assemelha-se a quimonos. Mas a alfaiataria faz o contraponto Ocidente-Oriente.
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| Coven comemora 15 anos da marca com a coleção verão 2009 |
Fonte: Terra/Moda
Francal 2008
Maior feira de moda e negócios do setor em toda América Latina, a FRANCAL é o evento mais importante do ano para os fabricantes brasileiros junto ao mercado interno e o melhor cenário para as relações comerciais com o mercado internacional.
Consolidada como a mais internacional feira do continente americano, destes segmentos, pelo grande volume de compradores internacionais que vem ao Brasil em busca de qualidade e do design brasileiro.
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ONDE E QUANDO?
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| FRANCAL 2008 1 a 4 de Julho de 2008 Horário: 01 a 03: das 10 às 20 h 04: das 10 às 17 h
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TEXFAIR – Feira Internacional da Indústria Têxtil-Os primeiros lançamentos para a primavera-verão 2008/2009
De 27 a 30 de maio de 2008, Blumenau se transformará no maior centro lançador de moda e de artigos para decoração do país, apresentando os lançamentos de cerca de 220 expositores.
Consolidada como o mais importante evento da América Latina em tendências e referências de moda, a Texfair do Brasil – Feira Internacional da Indústria Têxtil terá sua nona edição acontecendo entre 27 e 30 de maio de 2008, no Parque Vila Germânica, em Blumenau, Santa Catarina.
O evento reúne as mais expressivas marcas do setor e as maiores indústrias têxteis e de confecções do País para apresentar seus lançamentos e coleções primavera-verão 2008/2009, nos segmentos de cama, mesa, banho, vestuário e tecidos para decoração. Direcionada a lojistas, nacionais e internacionais, a Texfair 2008 estima receber um público visitante estimado 30.000 mil pessoas. A feira reunirá aproximadamente 220 expositores, representando mais de 500 marcas, para apresentar os primeiros lançamentos das coleções primavera–verão 2008/2009.
O evento é promovido pelo SINTEX – Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau, e organizado pela Vale Feiras & Eventos.
A programação da Texfair 2008 destaca a terceira edição do Texfashion, desfile/show que apresenta os grandes lançamentos dos principais expositores do evento. Ulrich Khun, presidente do SINTEX, declara: “O Texfashion traz o glamour da moda para a feira de negócios mais importante do setor da América Latina; é um espaço para o público interagir e conhecer os lançamentos, tendências e novidades das coleções primavera-verão 2008/2009 nos segmentos de cama, mesa e banho e de vestuário infantil e adulto”. Nas duas edições já realizadas, o Texfashion reuniu cerca de 15 marcas e atraiu um público de mais de duas mil pessoas, inserindo o desfile da Texfair no calendário fashion nacional.
Os desfiles do Texfashion 2008 vão acontecer nos dias 27 e 28 de maio, com a presença das seguintes marcas: BGO Têxtil, Brandili, Cativa, Círculo, Döhler, Hering, Lepper, Lepper Dreaming, Pakalolo, Rovitex, Teka, The Philippines e Trick Nick, simultaneamente a uma programação de eventos alternativos.
A exemplo da performance obtida nas edições anteriores, a Texfair 2008 criará um excelente ambiente para ações de intercâmbios comerciais e tecnológicos entre expositores e compradores de vários países: as Rodadas de Negócios.
Os encontros serão promovidos pela ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil, com apoio da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, órgão do governo federal. Para o presidente do SINTEX, “a presença de compradores de organizações estrangeiras durante a feira otimiza as expectativas quanto à solidez e à qualidade das ações comerciais a serem iniciadas na Texfair”.
A Texfair é realizada no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC), um dos mais modernos pavilhões de eventos do País. E foi justamente o crescimento contínuo da Texfair que viabilizou a construção do pavilhão, projetado para acomodar a maior feira nacional do setor: em uma área de exposições de 25 mil m², totalmente climatizado e com a infra-estrutura necessária para atender a expositores e visitantes, do Brasil e do exterior. A edição 2008 vai trazer mais uma comodidade: a Texfair contará com internet sem fio gratuita (wireless). Blumenau dispõe de rápido acesso pelos aeroportos de Navegantes, Joinville e Florianópolis, além de excelentes vias terrestres.
Texfair do Brasil – Feira Internacional da Indústria Têxtil – 9ª Edição
(lançamentos primavera-verão 2008/2009 cama, mesa, banho, vestuário e tecidos para decoração)
Data: 27 a 30 de maio de 2008
Horário: das 10 às 19 horas
Visitação: evento exclusivo para profissionais do setor – proibido o ingresso para menores de 16 anos
Local: Parque Vila Germânica – Rua Alberto Stein, 199 – Bairro da Velha
Blumenau (SC)
Como usar calçado aberto nos dedos no inverno?
Na hora de coordenar as cores, lembre que meias e sapatos da mesma cor ou em tonalidades bem próximas criam um look mais discreto e também ajudam a dar a impressão de alongar e afinar visualmente as pernas.

Moda, arte e tecnologia
Já ouviu falar no Exploratotium? Um museu de ciências, artes, tecnologia e percepção humana, em São Franciso, EUA.
É lá que acontece a exposição “Skin: Imaginative Designs in Digital & Analog Clothing”, aberta até 7 de setembro.
Unindo várias áreas de conhecimento, o projeto visa dar espaço para artistas, estilistas e cientistas que buscam inovação no modo como o ser humano lida com a moda e como a roupa se relaciona com o meio ambiente. Os resultados são bem interessantes: vão desde zíperes que conduzem energia elétrica até sensores que permitem que a roupa interaja com tudo que está ao seu redor.
Veja aqui algumas das criações mais interessantes (e tecnológicas):

Jaqueta feita de sacolas plásticas, por Karen Wilkinson

Vestido de embalagens de Snickers, por Anna Rochester

Vestido que gera energia elétrica através do movimento do corpo humano, graças a sensores localizados na área do ombro e quadril, que geram eletricidade quando recebem atrito ou ficam em movimento. A energia gerada é armazenada em pequenas baterias que podem ser usadas posteriormente.

Vestido que mede a qualidade do ar, por Stephanie Sandstrom. Sensores incorporados no vestido analisam a qualidade do ar. Quando a poluição está pesada, o vestido se contrai e enruga.

Vestido em homenagem à Norma Desmond, com várias imagens estáticas e em movimento, do filme “Sunset Boulevard”, por Scott Tallenger
Texto: http://spfw.com.br/noticia
MODA E ECOLOGIA JUNTOS, LANÇANDO ROUPAS CONSCIENTES
Tendência lá fora, principalmente nos países da Europa, agora a moda e o meio ambiente caminham de mãos dadas -e muito felizes, por sinal – também na América Latina. Cada vez mais o respeito pelo meio ambiente torna-se algo essencial para qualquer ser humano que se julga “bom”. E, mais do que na hora, antes mesmo de evitar o caos e um impacto ecológico de força maior – visto que a ação do homem até agora apenas acelerou o processo de destruição do meio ambiente – a moda resolveu agir para combater essa situação.
Na Itália, por exemplo, roupas feitas com fibras naturais e materiais reciclados ganham terreno na grife Giorgio Armani e ajudam a propagar essa tendência “ecofashion”. A estilista Stella MacCartney é outra que tem na consciência ecológica um dos pontos fortes de suas coleções. Tecidos naturais e orgânicos, linhas totalmente ecológicas e por aí vai.
A utilização de fibras e tintas naturais e a reciclagem de roupas e objetos usados constituem, portanto, a base da moda ecológica, que agora tem como hit a confecção de roupas orgânicas, ou seja, aquelas que não levam tecidos em cuja produção são usados produtos químicos, nem fertilizantes, nem pesticidas.
Apesar de tudo, a moda em alguns países como os Estados Unidos e a Alemanha ainda enfrenta obstáculos para se tornar, digamos, mais consciente e preocupada com as questões ambientais. Isso porque é difícil e um tanto quanto arriscado mexer em um mercado que gera quase US$ 70 milhões ao ano.
Na Itália, onde tudo já está mais avançado, podemos ver a produção de jeans “ecologicamente corretos”, feitos com algodão orgânico. Outras grifes famosas internacionais vendidas na Itália, com Levi Strauss, Gap, Nike ou Marks & Spencer, também ajudam a construir um guarda roupa ecológico com peças especiais como ponchos feitos com fibra de soja, trajes elaborados com embalagens de ovos ou calças fabricadas a partir de algas. Alternativo, não?
Alguns estudiosos da moda afirmam que essa tendência ecológica já esteve em alta nos anos 80, mas fazia um estilo mais “pobre” ou “hippie”. Hoje em dia, esse conceito cai por água abaixo e, a “ecomoda” ressurge como algo totalmente repaginado, moderno, cult, correto e fashion, acima de tudo, com exibições nas maiores capitais da moda -Londres, Nova York e Milão, além de Brasil.
Por que a necessidade de conscientizar a moda?
Parece brincadeira ou invenção maluca dos fashionistas, mas não é. Pare e pense um pouco. Do que são feitas a maioria das nossas roupas? Sim, de algodão. Ele é o carro-chefe dos materiais usados na indústria têxtil. Porém, segundo a Organização Mundial da Saúde, atualmente existem no mundo entre 500 mil e dois milhões de vítimas de intoxicações agroquímicas, sendo que um terço delas é de cultivadores de algodão.
A moda ecológica, portanto, repudia os tecidos que levaram em sua produção algum tipo de material ou produto químico, o que evitaria, portanto, essas intoxicações agroquímicas.
Outro ponto em questão é sobre a reciclagem, vista pela “ecomoda” como proteção ao meio ambiente e também como promoção da economia nas grandes empresas e recuperação dos materiais nos países em desenvolvimento. Em Milão, por exemplo, o Instituto Europeu de Desenho reutiliza materiais e consegue inovar e criar saias de peças de aço, vestidos de fio elétrico ou de papel de embalagem, e calças de metal de bicicleta.
Aqui no Brasil…
Recentemente, a moda ecológica aqui no Brasil invadiu as passarelas desse São Paulo Fashion Week. No desfile do ilustre Alexandre Herchcovitch, o látex extraído por seringueiros na Amazônia foi o destaque. O material foi desenvolvido pela Universidade de Brasília com o apoio do Ibama. O projeto envolve a extração responsável do látex, ou seja, sem danos árvore e à natureza e estimulando o trabalho em família, preocupando-se também com a questão social. Fause Haten, Reinaldo Lourenço e Glória Coelho também seguiram a linha “ecofashion” e, em parcerias do bem, também criaram tecidos ambientalmente responsáveis.
O que já existe por aí?
A moda ecológica, além de criativa, também é muito rápida. Se procurar direito, você já vai poder encontrar calçados e artigos de vestuário, bolsas, malas e mochilas e até bijuterias e acessórios confeccionados com “consciência”.
Vale a pena ressaltar que o preço das peças não costuma ser barato, visto que a linha de produção passa, então, a ser mais artesanal, cuidadosa e também mais estudada. As peças ecológicas, portanto, possuem um valor agregado, que é justamente a valorização do conceito ambiental.
É aquela história: o preço é alto, mas pelo menos você não está pagando o dono da agência de publicidade, nem o diretor de criação da marca e muito menos o cachê da celebridade que aparece na campanha. Desse jeito dá até orgulho estar na moda, não?
O meio ambiente agradece seu gosto pelo fashion!
Fonte: http://cristianaarcangeli.terra.com.br/site/moda.
Existe regra para combinar bolsa e sapato?
A antiga regra de que a bolsa deveria combinar com o sapato não precisa mais ser seguida. Esses acessórios podem – e às vezes até devem – ser de cores diferentes.Uma maneira fácil de combinar cores nos acessórios é usar um deles em tom neutro – como marrom, preto, bege, cinza – e o outro colorido. Tons metalizados discretos também podem funcionar como neutros na hora de combinar as peças.
É interessante testar novas possibilidades e misturar as cores sem medo: azul e vermelho, amarelo e roxo, verde e azul são apenas algumas das muitas opções.
Não existem regras tão rígidas para isso, vale ir experimentando, tomando apenas o cuidado para que o visual fique harmônico e coerente com o seu estilo.
Por: Roberta Bourguignon/Terra Moda
Modelos desfilam com roupas feitas de cristais Swarovski

Dicas de moda
Em primeiro lugar: estar na moda não é vestir-se com as últimas tendências. Ao contrário, estar na moda é adaptar seu estilo, corpo, modo de vida ao que está em voga. A pessoa que usa tudo o que vê nas vitrines, corre o sério risco de ficar ridícula ou, pelo menos, chamativa demais. Então vamos lá.
Algumas dicas de moda para você se sair bem no seu ambiente social.
Dica de Moda nº1
Barriga de fora: ótimo, não? Com este calor do Brasil, então, nem se fala! Mas, cuidado! Ela só é permitida para poucas. É preciso ter barriga (ou melhor, não ter!) de tanquinho, ser reta como tábua e, além disso, magra. Quem pode?
Dica de Moda nº2
Combinar bolsa com sapato: deve? Hoje isso não é mais necessário. Até fica mais chique pôr sapato de cor diferente da bolsa. Esta deve combinar com o vestido, camisa, blusa, blazer…
Dica de Moda nº3
Bolsa da moda: grande, super-grande! Para caber de tudo que a mulher tem para carregar.
Dica de Moda nº4
Jeans. Qual é o mais? Agora, os jeans estão com as bocas retas e cinturas baixas, mas não tanto. Aliás, cintura baixa é proibida para gordinhas e quem têm pneuzinhos. Fica tudo para fora da calça jeans. Não dá.
Dica de Moda nº5
Casamento: pode ir de preto ou branco? De preto, sim, desde que não seja madrinha. De branco, nunca. Esta cor é da noiva, a estrela da festa. Respeite!
Dica de Moda nº6
Para os homens: devem estar de paletós fechados quando estiverem de pé. Essa história de andar para lá e para cá de paletó aberto, ai, que horror! Não há charme masculino que resista a um paletó aberto e gravata frouxa.
Dica de Moda nº7
flores, muitas flores e geométricos. Tudo bem colorido: amarelo cor de ouro, azulão, verde limão, laranja…
Dica de Moda nº8
Uma última dica de moda de glória Kalil, uma “expert” em moda e elegância: “ninguém é chique sem ser civilizado”. Por isso, nada de jogar papéis e objetos no chão, furar filas, desrespeitar idosos, enfim, querer levar vantagem de qualquer modo…
Fonte: Dicas de moda
EXPOSITORES DA ABRIL FASHION ANTECIPAM EXPORTAÇÕES
Uma das principais propostas da Abril Fashion, feira de pronta entrega com lançamentos de jóias folheadas,prata,aço inox e acessórios de moda, que acontece em Limeira, é o desenvolvimento sustentável do setor, já que a cidade carrega o título de Capital Nacional da Jóia Folheada.
A Núcleo 2 Eventos Empresariais, que realiza o evento, sabe que a geração de novos negócios e a abertura de diferentes mercados no Brasil e exterior são a principal maneira de atingir esse objetivo. Por isso, antes mesmo da chegada da feira já intermediou uma série de encontros entre os expositores e clientes estratégicos.
No último dia 12 de março, expositores da feira puderam mostrar a produção para a investidora Alejandra Dias Gonzales, distribuidora do México.
Entre os expositores que fecharam negócios com a compradora internacional, estão I9 e Luíza Bijuterias.
A gerente comercial da Luíza Bijuterias, Eliane Olandin, conta que Alejandra se encantou pelo banho de prata envelhecida dos produtos da marca e que, já foi despachada para o México, uma remessa de mercadorias com 6 modelos diferentes. ” Eu achei ótima essa oportunidade que nos abriu novos caminhos na América Central. Esta negociação também nos deixou animados para os futuros negócios que iremos fazer durante a Abril FAshion, que se aproxima. Apesar de estarmos há 12 anos instalados em Limeira, é a nossa primeira participação na feira mas já estamos certos de que o evento passou definitivamente para o nosso calendário de feiras”.
Gustavo Danelon também aproveitou a chance para ganhar um novo e interessante contato, diz. ” Nossa venda nem foi tão significante mas o importante é que abrimos caminho para um comprador potencial. A negociação antes mesmo da feira, nos dá tranquilidade em saber que a organização está investindo num público selecionado e estratégico”, completa.
A Organização do evento, responsável pela intermediação das negociações na Abril Fashion confirmou a presença de compradores da América do Sul, da Nigéria e Suiça.
Marque na agenda:
Abril FAshion, de 16 a 18 de abril, no Pavilhão de Eventos de Limeira!
Informações: (19) 3444-4902
www.abrilfashion.com.br
A Moda Verde
Por: Almira Martins
Especialista em Cultura de Moda – Universidade Anhembi Morumbi/SP
O Verde é a cor da moda. Assim como ele, também estão na ordem do dia, os azuis dos mares e rios, os marrons e beges dos sítios arqueológicos e a cartela multicolorida encontrada apenas na natureza preservada.
Para reafirmar a importância da “moda verde”, Nova York acolheu o Fórum de Desenvolvimento Sustentável 2007, promovido por um grupo de empresários brasileiros, em final de abril. O desafio continua em encontrar soluções que alinhem as expectativas humanas à preservação ambiental. O discurso é antigo, porém requer atitudes concretas para surtir efeitos positivos. Como não poderia deixar de ser, o Brasil e sobretudo a Amazônia, são pontos chaves para tais avanços. A exploração racional da floresta, a implantação de programas que privilegiem os eco-combustíveis e geração de energia limpa, são questões complexas, porém primordiais a um futuro seguro.
“Eco-qualquer-coisa”, desenvolvimento sustentável, cotas de carbono e afins, serve de mote para muitos encontros, palestras e discursos em prol de um planeta saudável e, sobretudo, viável. O importante é entender, no entanto, que apenas ações efetivas serão capazes de mudar paradigmas já estabelecidos. Não adianta se dizer adepto da ecologia e desperdiçar água e energia elétrica, jogar lixo na via pública, ou utilizar meios de transporte de forma irracional. Ser “verde” é uma questão de atitude.
É notório que a Moda é uma das molas propulsoras de desenvolvimento e gera mudanças de comportamento no sujeito. Questões relativas ao consumo, porém, são bastante complexas, pois passam por estudos de mercados, identidades culturais e tantos outros pontos-chave próprios da contemporaneidade. No entanto é evidente que uma tendência de comportamento vem se firmando neste século: a Moda Verde. A indústria mostra sérias preocupações em desenvolver produtos sustentáveis que respeitem o homem e o planeta. As empresas de tecido e cosmético, prioritariamente, focam seu objetivo em um mercado consciente que tende a crescer e dominar as preferências do “consumidor XXI”, por uma simples questão de sobrevivência. É claro que utilizam o eco-marketing de forma eficientíssima em busca de expansão de seus lucros, porém são atores importantes para a construção de uma nova cultura material.
Os tecidos em fibras de bambu, são um claro exemplo de produto eco-sustentável. Espalham-se pelo mundo como uma alternativa aos sintéticos. Confortáveis, versáteis e ambientalmente corretos, fazem a festa de fashion designers e consumidores “verdes”. Lançado em fevereiro de 2006, no evento mais importante para a indústria da moda, o Première Vision/ Paris, o Tessu Bamboo, é proveniente de matéria prima renovável, que não carece de pesticidas e, conseqüentemente, não danifica a natureza. Leve, confortável, versátil e com custos fabris equivalentes aos do algodão, é uma alternativa aos que querem abandonar os sintéticos derivados de petróleo em favor de opções que valorizam e protegem o planeta. Não apenas o bambu, mas uma gama de matérias primas orgânicas já fazem parte do cenário fashion desfilando em bolsas, calçados, acessórios, decoração e indústria automobilística. Os consumidores mais bem informados e realmente comprometidos com as causas ambientais, preferem lonas aos plásticos, gemas orgânicas a metais, salvar o planeta a destruí-lo.
A Amazônia, celeiro de tantos bens materiais e imaterias. Fonte de inspiração e prospecção para os mundos da arte e da ciência, urge tornar-se partícipe deste movimento que está nas questões centrais dos interesses da humanidade. No entanto, a efetivação da sustentabilidade ambiental passa necessariamente por investimentos em educação e pesquisas, que venham ao encontro às aspirações do amazônida.
Por fim, a idéia de consumo-consciente pode até demorar um pouco a “virar moda” e dominar todas as classes sociais, porém a tendência é irreversível, uma vez que mercados importantes como China e Europa já movimentam muitos bilhões de dólares e euros com as fibras bio-degradáveis.
Enquanto a Superterra ainda estiver a 20 anos-luz daqui, é melhor cuidarmos desta Terra que nos foi dada de presente, mas que no entanto, não estamos sabendo valorizar.
Dragão Fashion Brasil inicia 9ª edição
O maior evento de moda autoral do Brasil acontece de 31 de março a 5 de abril, com extensa agenda de atividades em Fortaleza (CE). Dragão de Todas as Artes. Este é o conceito do Dragão Fashion Brasil deste ano, que marca o aprofundamento das relações do maior evento de moda autoral do Brasil com cinema, artesanato e outras manifestações culturais. O evento chega à 9ª edição reformulado e com conceito ampliado. A ABIT, através do Programa Texbrasil, criado em parceria com a Apex-Brasil, apóia o evento com a vinda de jornalistas internacionais.
O diálogo da moda com a arte joga foco no Ceará como centro promotor cultural. Dois grandes eventos do calendário do Estado do Ceará são parceiros do DFB em 2008: o Salão de Abril e o Cine Ceará, que contam com mostras desenvolvidas especialmente para o período.
O ano de 2008 marca o retorno do evento às suas origens, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, onde foram realizadas suas primeiras edições. Lá acontece o encerramento do evento. A programação diária acontece no Centro de Convenções Edson Queiroz, com três salas de desfiles, lounges de veículos de comunicação, estandes de empresas participantes, galeria de arte, Casa do Dragão e praça completa de alimentação com sete ambientes. O “Dragão Pensando Moda” promove três dias de encontros entre profissionais das áreas envolvidas e convidados.
Com nove anos de história, o DFB está inserido no calendário de moda nacional, sendo prestigiado pela imprensa brasileira e estrangeira. Destino certo para quem trabalha com moda e entende do assunto, cada edição atrai diariamente cerca de 10 mil pessoas. O evento conta com patrocínio master da Santana Textiles e da C&A.
Confira, a seguir, algumas novidades do DFB 2008:
Salão de Abril no Dragão
O Salão de Abril, principal evento de artes plásticas do Ceará, ganha uma mostra coletiva dos principais artistas premiados ao longo de seus 65 anos de história. A exposição acontece na área interna do próprio Dragão Fashion Brasil e transforma o Centro de Convenções em uma grande galeria das artes, consolidando assim a parceria entre os dois eventos.
Cine Ceará no Dragão
O Cine Ceará, hoje consagrado como um dos maiores eventos do cinema nacional e ibero-americano, estará diretamente ligado ao DFB, curtas serão exibidos antes dos desfiles.
Arte Solidária no Dragão – Casa do Dragão
Seguindo a tradição de ressaltar o valor da produção artesanal brasileira, o DFB, através da Casa do Dragão, dedica às comunidades e artesãos do nordeste local para exposição e comercialização dos seus produtos.
DPM – Dragão Pensando Moda – 1º a 3 de abril
Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e informação serão convidados profissionais de todo o Brasil e das diversas áreas envolvidas para integrar a 3ª edição do DPM. O evento ocupa a Sala do Barro, onde, a cada dia, mesas redondas com novos profissionais que se revezarão no bate-papo com o público.
Novo Concurso de Novos
Assumindo perfil democrático, o DFB propõe às instituições de ensino superior de Moda de todo Nordeste, parceria através de suas oficinas de criação. Isto possibilitará aos alunos uma experiência profissional de trabalho em grupo transformando o concurso individual em uma ação de coletivos. Sob a orientação de seu corpo docente, cada instituição convidada desfilará coleção no Centro de Convenções integrando o line-up do evento e concorrendo ao prêmio definido pela comissão organizadora.
Encerramento – 05 de abril
Marcando o retorno do DFB ao Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, sede de suas primeiras edições, o encerramento oficial do Dragão Fashion Brasil 2008 acontece com desfile da C&A seguido de show do Capital Inicial, na Praça Verde.
Em paralelo acontece a abertura da exposição sobre os 30 anos da obra do estilista radicado no Ceará Lino Villaventura, no Sesc Iracema, às 19h. A mostra fica em cartaz até dia 20 de abril e reúne fotos do arquivo de Cláudio Pedroso, que retrata, em imagens feitas ao longo desses 30 anos, a trajetória de sucesso e traços marcantes de Lino.
Anote:
Dragão Fashion Brasil 2008
Dragão Fashion Brasil 2008
Data: 31 de março a 05 de abril
Local: Centro de Convenções de Fortaleza
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Informações: + 55 (85) 3261.3656
Hair Brasil 2008: feira líder na América Latina deve atrair para São Paulo 65 mil profissionais da área de beleza
A 7ª edição da Hair Brasil – Feira Internacional de Beleza, Cabelos e Estética, que ocorre de 29 de março a 01 de abril, deve atrair para São Paulo profissionais da área de beleza de todo o Brasil e de vários países latino-americanos.
Nos quatro dias de feira, os organizadores esperam receber mais de 65 mil visitas de cabeleireiros, esteticistas, dirigentes de salões e demais profissionais do setor, com 6% de crescimento sobre a edição anterior.
Aberta exclusivamente para profissionais do setor, a Hair Brasil recebe cabeleireiros e empresários de todo Brasil e também do exterior. Na edição de 2007, a feira recebeu profissionais de 15 países entre os quais Chile, Peru, Argentina, Venezuela, Bolívia, Uruguai, Paraguai, Equador, Colômbia e Estados Unidos.
Mais importante evento para lançamento de novidades e desenvolvimento de negócios no mercado de beleza, a Hair Brasil 2008 vai reunir nos Pavilhões do Expo Center Norte, na capital paulista, cerca de 530 marcas de produtos profissionais utilizados em salões de beleza, clínicas de estética e spas.
Terceiro maior mercado mundial para produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, o Brasil movimenta mais de R$ 18 bilhões anuais neste setor. Trata-se de um mercado em acelerado processo de expansão, movimento identificado também pelo crescimento no número de salões de beleza em atividade e sua gradativa sofisticação. Só na cidade de São Paulo estima-se que existam mais de 50 mil salões de beleza e clínicas de estética. E no país inteiro, dados extra-oficiais apontam 1 milhão de cabeleireiros, esteticistas, manicures e demais profissionais da área em atividade.
Jeferson Santos, diretor geral da Hair Brasil, destaca que o aumento de público nos salões e clínicas tem sido um fator determinante para os crescentes investimentos em mais serviços e sofisticação de instalações nos estabelecimentos já existentes, bem como a abertura de novas unidades. “A tendência de qualificação desses salões e clinicas não acontece somente em termos de instalações, equipamentos e serviços oferecidos, mas também é evidente a preocupação com a atualização e aperfeiçoamento técnico das equipes de profissionais”, completa ele.
Atenta ao comportamento do mercado, a feira Hair Brasil investe na diversificação de expositores, visando oferecer aos profissionais de beleza o máximo em alternativas de produtos, equipamentos e serviços. Todas as grandes marcas nacionais e internacionais participam da feira, que já se tornou referência para o setor em toda a América Latina. “A Hair Brasil 2008 será um fiel retrato do que existe de mais atual hoje no mercado mundial e também uma antecipação desse ‘Salão do Futuro’, que se desenvolve a partir das novas demandas de consumo. Além de apresentar os melhores e mais sofisticados produtos e equipamentos, o evento oferece conhecimento para enfrentar os novos desafios que os empreendedores e profissionais terão pela frente”, completa Santos, fazendo referência aos muitos workshops, shows e congressos que ocorrem simultaneamente à feira.
Texto: maismoda.net/news
Nesta edição, a Hair Brasil oferece um programa de atualização para cabeleireiros, esteticistas, manicures e maquiadores, formado por mais de 60 eventos que abrangem desde novas técnicas aplicadas a salões de beleza e clínicas de estética, até noções de gestão de negócios e desenvolvimento de carreira.
Feira em Londres reúne moda ecologicamente correta
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Estilistas de peso como Christian Lacroix defendem algodão orgânico |
Em sua quarta edição, a Esthetica reúne marcas com preocupações éticas e ecológicas, como por exemplo, estilistas que usam materiais reciclados, fibras orgânicas e cultivadas de forma sustentável ou que produzem suas coleções garantindo condições justas a trabalhadores e fornecedores.
As questões ligadas à pegada ecológica deixada pela indústria da moda nunca estiveram mais em debate na Grã-Bretanha.
Durante os últimos anos, as britânicas aproveitaram as coleções com preços extremamente baixos lançadas por supermercados e cadeias de lojas populares e tendências foram lançadas e saíram de moda em tempo recorde, criando o fenômeno batizado de “moda descartável”.
Mas as revistas especializadas, que há alguns anos celebravam os preços baixos, agora prevêem o retorno de um consumismo mais consciente das implicações ecológicas e sociais de roupas produzidas principalmente no sudeste asiático sob condições nem sempre éticas.
Marcas estabelecidas
Dentro desse clima, a quarta edição da Esthetica é a maior já realizada, com 27 marcas, entre elas as já estabelecidas Noir, Katharine Hamnett e People Tree.
O fato de a feira acontecer dentro da sede da Semana de Moda de Londres – por onde passam algumas das editoras de moda mais influentes do planeta – mostra que a moda ética já deixou para trás o estereótipo de peças feitas de tecidos grosseiros, que pinicam.
As marcas expostas na Esthetica combinam entre si diferentes tipos de tecidos, técnicas avançadas de produção e uma variada amostra de estilos.
Uma das atrações é a marca de tênis Veja, uma empresa francesa que usa materiais brasileiros.
Os sapatos são produzidos em Porto Alegre usando algodão orgânico produzido em pequenas cooperativas no Ceará. A borracha para os solados vem de seringueiros da região amazônica.
“Além de ajudar a comunidade, esta é uma forma de evitar o desmatamento, já que o fornecimento do látex para nossos sapatos representa uma forma alternativa de renda para os seringueiros da região”, disse à BBC Brasil Aurélie Dumont, coordenadora de comunicação da Veja.
Segundo ela, a empresa decidiu manter toda a sua linha de produção no Brasil por causa da enorme riqueza de recursos naturais do país, e também para evitar o transporte desnecessário de matéria-prima de um continente para o outro.
Preocupações sociais
Além das preocupações ecológicas, algumas marcas que expõe na Esthetica também trabalham para melhorar as condições sociais de comunidades pobres.
Um exemplo de sucesso é a Nahui Ollin, uma marca que produz bolsas feitas de papel de bala reciclado e conta com centenas de pontos de venda espalhados pelo mundo. As bolsas são produzidas há três anos nos arredores da Cidade do México, usando técnicas mexicanas.
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Bolsas usam embalagens de bala recicladas |
“Nós treinamos mulheres de oito comunidades para que utilizem essas técnicas, e elas usam embalagens de bala com defeitos, fornecidas pelas fábricas, que seriam jogadas no lixo”, diz o vice-presidente da marca, Danny Bitran.
A Esthetica também reflete o fato de que a questão ambiental está extrapolando o universo das organizações não-governamentais, e angariando apoio dos grandes nomes do mundo da moda.
É o caso da campanha “Escolha seu Algodão com Cuidado”, que conta com um estande na feira.
Para a campanha, organizada pela Fundação para Justiça Ambiental, estilistas de peso como Christian Lacroix, Luella Bartley e Betty Jackson criaram camisetas exclusivas, que foram então fotografadas em modelos conhecidas como Irina Lazareanmu, Coco Rocha e a brasileira Caroline Trentini
Era um biquini de bolinha amarelinha…
Se há um setor do vestuário em que o Brasil está na frente, sem dúvida é o
de moda praia. Apesar do biquíni não ser invenção nossa, a extensão do litoral,
que possui mais de sete mil km de praias – em alguns Estados brasileiros é
verão durante a maior parte do ano …



